A fita branca: Quando o fascismo se aproxima
12–02–2010
por Jean Garnier – Neste filme austríaco (estreia hoje), estranhos fatos amendontram uma pacata aldeia protestante situada ao norte de uma Alemanha pré-Primeira Guerra Mundial. Com a sucessão desses eventos sem nenhuma explicação, o diretor Michael Haneke novamente apresenta uma trama envolvida por mistérios, como o seu também aclamado filme Caché (2005), ao mostrar como a violência pode prejudicar muito mais do que seus objetos primeiros. Mais
Violência apropriada
5–04–2009
por Estêvão dos Anjos * – Violência Gratuita (EUA, 2008) é um filme no mínimo intrigante. Remake de uma versão homônima de 1997, a obra é caracterizada pela quebra dos padrões do modo de fazer cinema. Esqueça a linguagem translúcida e a angústia recompensada pelo “final feliz” – o filme de Michael Haneke, e que conta com um grupo de atores excelentes (Naomi Wats, Tim Roth, Brady Corbet e Michael Pitt), é também uma provocação constante ao público sobre o papel da violência em nossas vidas. Mais
Tarantino é pinto
23–10–2008
por Luiz Biajoni – Tá certo, dirão os especialistas em cultura pop, a violência de Tarantino é gráfica, referencial, não deve ser levada a sério… É mais alegoria, fantasia, cinema trash levado a algum grau de seriedade por conta da metalinguagem e etc…
Mas a violência ainda é muito citada quando se fala do diretor. Uma amiga viu Kill Bill e achou vi-o-len-tís-si-mo – desrecomendou à outra por conta da violência. Ora, eu deixaria até minha filha de 12 anos ver o filme! As cabeças decepadas e o sangue jorrando é mais comédia. Mas, enfim, tem gente que leva tudo muito a sério, talvez. Mais

