Melancolia libertadora
Às vezes é preciso se deixar levar quando não se sabe para onde ir, como a protagonista de Von Trier
O Garoto da Bicicleta, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
Mais que um filme de abandono, este é um filme de acolhimento puro e simples, o que o torna tão belo
A Pele Que Habito, de Pedro Almodóvar
Mesmo sendo um bom filme, senti-me aprisionada na minha pele de fã do Almodóvar tradicional
O Palhaço, de Selton Mello
O cineasta acabou não se aprofundando tanto na questão da identidade e até a empobreceu
Os afetos em “Melancolia”, de Lars von Trier
O jogo que o diretor nos propõe é justamente o jogo do sentir
O Mineiro e o Queijo, de Helvécio Ratton
A poesia do filme consiste na possibilidade de viajar a um tempo aparentemente perdido
Gainsbourg, o herói sujo
Serge ressurge, vivo, na interpretação magnífica de Eric Elmosnino em filme tecnicamente perfeito
Apollo 18, de Gonzalo López-Gallego
O filme começa bem, mas vai se “vendendo” para a mesmice da obviedade de um susto anunciado
A Árvore da Vida, de Terrence Malick
A dicotomia entre o sagrado e o profano nos é colocada logo no começo do filme














![- No domingo, manifestantes tomaram a Paulista em protesto contra a ação da PM em Pinheirinho [foto: Pádua Fernandes] -](http://www.amalgama.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/protesto-pinheirinho.jpg)





