Home » Colaborações de Gustavo Melo Czekster

A rede social do Modernismo brasileiro

"O perfeito cozinheiro das almas deste mundo", de Oswald de Andrade. (Biblioteca Azul, 2014, 286 páginas)

O livro pode ser lido como um dos momentos em que o Modernismo começou a ser estruturado em palavras

O adultério imaginário

"A origem do mundo", de Jorge Edwards. (Cosac Naify, 2014, 160 pp.)

Esta seria uma história normal sobre adultério, se Jorge Edwards não apresentasse um recurso narrativo interessante

Literatura e sexo: uma combinação feliz

"A comédia mundana: Três novelas policiais sacanas", de Luiz Biajoni

Para Biajoni, o mundo não gira ao redor de dinheiro ou de poder; todas as ações dos indivíduos estão vinculadas ao sexo

Vladimir Nabokov, muito mais do que “Lolita”

"Contos reunidos", de Vladimir Nabokov

Ao realizar o percurso criativo de Nabokov, percebe-se uma evolução nítida

Dostoiévski antes de ser Dostoiévski

"A aldeia de Stepántchikovo e aeus habitantes", de Fiódor Dostoiévski

Dostoiévski tem um estranho senso do que é engraçado

Uma parábola da vida moderna

"A infância de Jesus", de J. M. Coetzee

Muito já se discutiu sobre a função da literatura. Este é um dos fossos teóricos que, às vezes, críticos e estudiosos insistem em tentar compreender, sendo incapazes de chegar a uma resposta unívoca. A literatura teria a função de entreter? De ensinar? De soar premonitória ou admonitória? De julgar, condenar ou absolver? De retratar a […]

Paulo Rónai, o leitor ideal de Balzac

"Balzac e a comédia humana", de Paulo Rónai

Os ensaios de Rónai revelam novas facetas interpretativas que merecem uma cuidadosa reflexão

Almeida Garrett, o Romantismo em trânsito

"Viagens na minha terra", de Almeida Garret

O livro pode ser lido como um interessante estudo sociológico da formação do povo português

Nikolai Leskov, um escritor de muitas leituras

"A Fraude e outras histórias", de Nikolai Leskov

Leskov ingressa nas casas e nas vidas dos seus leitores

Philip Roth e o direito de silenciar

Philip Roth

A possibilidade do autor silenciar a sua voz narrativa é um direito à dignidade

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