Timidez, essa maldição
17–08–2010
por Anna Raíssa * – Ninguém acredita quando eu digo que sou tímida. Ou tenho meus momentos de timidez, vá lá. Não sei se é ao certo timidez, mas também não chega a ser insegurança. O que sei é que falar palavrão e ser simpática com desconhecidos não são exatamente anuladores de timidez. Não ser uma palerma hihihi também ajuda a receber os “ué, tá sem graça?” ocasionais. Mais
Minhas impossibilidades pessoais
28–07–2010
por Anna Raíssa * – Apesar de não acreditar muito na existência de deus, de extraterrestres e nas informações nutricionais dos pacotes de biscoitos, eu tenho algumas certezas na vida.
Uma delas é que eu nunca vou conseguir ler todos os livros que eu tenho (e que vou comprar até o fim da vida), ouvir todos os discos que baixei (e que baixarei), nem todos os filmes da minha lista interminável. Nem vou conseguir usar todos os esmaltes que desesperadamente compro toda vez que vou à farmácia. Mais
Pequenas resoluções para 2010
30–12–2009
por Anna Raíssa * – Fim de ano é sempre a mesma coisa. E textos de fim de ano dizendo que fim de ano é sempre a mesma coisa são tão clichês quanto o café da manhã ser a refeição mais importante do dia, ou saber que não basta ser pai, tem que participar. E o que dizer das listas? Mesmo sendo todas elas uma cópia não autorizada uma da outra, e geralmente uma adaptação vagabunda da lista de 10 (ou 500) mais da Rolling Stone, longe de mim me abster de contribuir. Minha lista dos piores discos e músicas de 2009 já está pronta, e a lista do que não ver nos cinemas em 2010 também. Mais
Caim, de José Saramago
18–11–2009
por Anna Raíssa * – Quando o assunto é diálogo malandro e bem estruturado e personagens sagazes, Quentin Tarantino é com certeza o autor mais lembrado na cultura pop. Depois de Caim, José Saramago pode ser citado ao lado dele como mestre na criação de diálogos irônicos, mordazes e inteligentes – não resisti à comparação. Mais
Frutas e urubus
7–08–2008
por Anna Raíssa * – Brasiliense é bicho que viaja. Ser brasiliense é basicamente sair do Distrito pelo menos uma vez por ano, seja pra visitar parentes e amigos em outros estados, seja pra conhecer outros lugares e fugir da pasmaceira que a cidade vira durante as férias e feriados – justamente porque quase todo mundo viaja e a cidade fica vazia. Mais

