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	<title>Comentários sobre: A precariedade do romance</title>
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	<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/</link>
	<description>Revista digital de atualidade e cultura</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 13:51:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Lela Castro</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-24655</link>
		<dc:creator>Lela Castro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jan 2011 04:16:02 +0000</pubDate>
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		<description>Apesar de admirar e ler Mario Vargas Llosa, concordo com o artigo que confrontou-me com uma situação vivida e  leio este  justamente neste momento em que, apesar de nao me considerar uma ignorante literária, mesmo assim sofri preconceito por parte de um pseudo-intelectual pelo fato de não &quot;exibir&quot; como ele, meus &quot;dotes&quot; intelectuais; por não ter lido este ou aquele autor, como se isto me fizesse pior do que as pessoas de seu círculo. Este, um julgamento apressado, pois não soube sequer o que eu realmente lia, apreciava... 
O fato de lermos autores diversos, das preferências, ou até mesmo como internalizamos, apreendemos, não nos torna seres humanos melhores q outros. Certamente concordo que a leitura nos enriquece, porém outras experiências de vida não podem ser desprezadas. Ler  Shakespeare ou Literatura de Cordel pode ter peso igual na balança, se analisarmos a cultura, a oferta, as oportunidades, tantos outros fatores que muitas vezes, cada um em sua vaidade pelo que se julga ser, menospreza outras vivências.Ter vivido na época da ditadura militar no Brasile  perseguido no Araguaia ou  apenas ter lido A Saga do Araguaia de Fernando Portela faz quem ser mais capz de abordar com propriedade o tem?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de admirar e ler Mario Vargas Llosa, concordo com o artigo que confrontou-me com uma situação vivida e  leio este  justamente neste momento em que, apesar de nao me considerar uma ignorante literária, mesmo assim sofri preconceito por parte de um pseudo-intelectual pelo fato de não &#8220;exibir&#8221; como ele, meus &#8220;dotes&#8221; intelectuais; por não ter lido este ou aquele autor, como se isto me fizesse pior do que as pessoas de seu círculo. Este, um julgamento apressado, pois não soube sequer o que eu realmente lia, apreciava&#8230;<br />
O fato de lermos autores diversos, das preferências, ou até mesmo como internalizamos, apreendemos, não nos torna seres humanos melhores q outros. Certamente concordo que a leitura nos enriquece, porém outras experiências de vida não podem ser desprezadas. Ler  Shakespeare ou Literatura de Cordel pode ter peso igual na balança, se analisarmos a cultura, a oferta, as oportunidades, tantos outros fatores que muitas vezes, cada um em sua vaidade pelo que se julga ser, menospreza outras vivências.Ter vivido na época da ditadura militar no Brasile  perseguido no Araguaia ou  apenas ter lido A Saga do Araguaia de Fernando Portela faz quem ser mais capz de abordar com propriedade o tem?</p>
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	<item>
		<title>Por: Bruno Macedo</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-8485</link>
		<dc:creator>Bruno Macedo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:11:00 +0000</pubDate>
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		<description>Esse fragmento da obra também me intrigou...

...A literatura, ao contrário, diferentemente da ciência e da técnica, é, foi e continuará sendo, enquanto existir, um desses denominadores comuns da experiência humana, graças ao qual os seres vivos se reconhecem e dialogam, independentemente de quão distintas sejam suas ocupações e seus desígnios vitais, as geografias, as circunstâncias em que se encontram e as conjunturas históricas que lhes determinam o horizonte...

Então, com esse fragmento fica explicitamente claro o propósito dos romances. Com sua linguagem antipopular o romance dissemina suas cadeias ideológicas, forçando cada vez mais o leitor a entender o emaranhado das idéias fictícias que na maioria das vezes, com o intuito apenas de perpetuar as imaginações de um povo que até no estilo da escrita e da fala, segregam os “semi-leitores” e os colocam em regime sub-cultural, desprezando as linguagens populares e não as admitem em certos tipos de obra romancista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse fragmento da obra também me intrigou&#8230;</p>
<p>&#8230;A literatura, ao contrário, diferentemente da ciência e da técnica, é, foi e continuará sendo, enquanto existir, um desses denominadores comuns da experiência humana, graças ao qual os seres vivos se reconhecem e dialogam, independentemente de quão distintas sejam suas ocupações e seus desígnios vitais, as geografias, as circunstâncias em que se encontram e as conjunturas históricas que lhes determinam o horizonte&#8230;</p>
<p>Então, com esse fragmento fica explicitamente claro o propósito dos romances. Com sua linguagem antipopular o romance dissemina suas cadeias ideológicas, forçando cada vez mais o leitor a entender o emaranhado das idéias fictícias que na maioria das vezes, com o intuito apenas de perpetuar as imaginações de um povo que até no estilo da escrita e da fala, segregam os “semi-leitores” e os colocam em regime sub-cultural, desprezando as linguagens populares e não as admitem em certos tipos de obra romancista.</p>
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		<title>Por: jorge santos</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-8316</link>
		<dc:creator>jorge santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:48:08 +0000</pubDate>
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		<description>Cesar,

Esse numero da Piaui tem uma serie de artigos e textos interessantes. Bem, tambem li o artigo do Vargas-Llosa de quem sou fa desde &quot;A Historia de Mayta&quot; (nao lembro agora se eh com y ou i), todavia concordo com voce nessa leitura &quot;fora de lugar&quot; da funcao do romance no mundo contemporaneo. Acho mais do que &quot;fetichizar&quot; , Vargas-Llosa mantem uma visao diria, pelo menos, novecentistas da funcao do romance. Acho que no fundo embora seja ele um tecnico no sentido artistico da palavra, ele nao parece acreditar a &quot;habilidade artistica&quot; , a beleza, antes de tudo, seja suficiente para justificar o romance. Acho que eh uma leitura enviesada porque ve na literatura de um lado uma funcao que ela ja nao tem mais em essencia, do outro por acreditar que uma civilizacao iletrada esta certamente fadada uma limitacao emocial e cognitiva (ela faltou as aulas de antropologia, rs).
Acho curioso a tentativa que todos tem em colocar sua atividade no trilho das indispensaveis para vida humana, nao entendendo que cada atividade, em especial as artisticas, tem funcoes que variam no tempo e no espaco. 
A relevancia da literatura esta no seu fazer, naquilo que a torna ela mesma, ou seja, no seu fazer artistico, na letra, no seu espaco auto-suficiente, antes dos temas, dilemas e questoes que ela possa envolver, sua funcao atual eh ser obra de arte, mais do nunca.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cesar,</p>
<p>Esse numero da Piaui tem uma serie de artigos e textos interessantes. Bem, tambem li o artigo do Vargas-Llosa de quem sou fa desde &#8220;A Historia de Mayta&#8221; (nao lembro agora se eh com y ou i), todavia concordo com voce nessa leitura &#8220;fora de lugar&#8221; da funcao do romance no mundo contemporaneo. Acho mais do que &#8220;fetichizar&#8221; , Vargas-Llosa mantem uma visao diria, pelo menos, novecentistas da funcao do romance. Acho que no fundo embora seja ele um tecnico no sentido artistico da palavra, ele nao parece acreditar a &#8220;habilidade artistica&#8221; , a beleza, antes de tudo, seja suficiente para justificar o romance. Acho que eh uma leitura enviesada porque ve na literatura de um lado uma funcao que ela ja nao tem mais em essencia, do outro por acreditar que uma civilizacao iletrada esta certamente fadada uma limitacao emocial e cognitiva (ela faltou as aulas de antropologia, rs).<br />
Acho curioso a tentativa que todos tem em colocar sua atividade no trilho das indispensaveis para vida humana, nao entendendo que cada atividade, em especial as artisticas, tem funcoes que variam no tempo e no espaco.<br />
A relevancia da literatura esta no seu fazer, naquilo que a torna ela mesma, ou seja, no seu fazer artistico, na letra, no seu espaco auto-suficiente, antes dos temas, dilemas e questoes que ela possa envolver, sua funcao atual eh ser obra de arte, mais do nunca.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernando da Mota Lima</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-8254</link>
		<dc:creator>Fernando da Mota Lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 04:28:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=724#comment-8254</guid>
		<description>César:
Comento seu artigo sem todavia o reler, como me prometi. Confesso que no momento o que determina este comentário são duas coisas: lamento que meu artigo sobre a mudança do caráter humano, simplesmente por repercutir o affair Geisy Arruda, tenha repercussão maior que o seu. Somos amigos acima de conveniência sociais (noutras palavras, desfrutamos daquilo que chamo de privílégio da intimidade). Portanto, não precisamos acenar para nenhum gesto de hipocrisia. Lamento que meu artigo aparente ter maior repercussão porque o seu e o tema de que você trata importam muito mais. Dentro de dois dias ninguém mais falará de Geisy Arruda, mas continuaremos discutindo Vargas Llosa  e a literatura canônica do mundo ocidente, talvez isso não passe de truísmo. Discordo de muito do que você escreve no seu artigo, mas isso não importa no momento. O único argumento que contraponho à crítica que você desfecha contra Vargas Llosa, por ele argumentar que a literatura nos torna seres humanos melhores, é um argumento de natureza puramente biográfica: tenho absoluta convicção de que  a literatura fez de mim um ser humano melhor. Quero dizer: eu seria bem menor, bem menos capaz de compreender a mim próprio, à realidade e a meu semelhante se não houvesse lido Shakespeare, Auden, Thomas Hardy, Machado de Assis, Drummond, Mário de Andrade... Você nota que isso é antes um fato de indicação subjetiva do que um argumento. O que assinalo não anula o fato objetivamente aferível que você utiliza para desqualificar a função humanista da literatura e o elitismo (eis outro termo que mereceria consideração crítica mais rigorosa) de Vargas Llosa. Infelizmente, concordo com você, muitos nazistas foram leitores de alguns desses escritores que acabo de citar como expressões do mais alto humanismo literário imaginável. Bem, espero que essa discussão tenha desdobramentos entre nós à margem do blog. 
Fernando da Mota Lima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>César:<br />
Comento seu artigo sem todavia o reler, como me prometi. Confesso que no momento o que determina este comentário são duas coisas: lamento que meu artigo sobre a mudança do caráter humano, simplesmente por repercutir o affair Geisy Arruda, tenha repercussão maior que o seu. Somos amigos acima de conveniência sociais (noutras palavras, desfrutamos daquilo que chamo de privílégio da intimidade). Portanto, não precisamos acenar para nenhum gesto de hipocrisia. Lamento que meu artigo aparente ter maior repercussão porque o seu e o tema de que você trata importam muito mais. Dentro de dois dias ninguém mais falará de Geisy Arruda, mas continuaremos discutindo Vargas Llosa  e a literatura canônica do mundo ocidente, talvez isso não passe de truísmo. Discordo de muito do que você escreve no seu artigo, mas isso não importa no momento. O único argumento que contraponho à crítica que você desfecha contra Vargas Llosa, por ele argumentar que a literatura nos torna seres humanos melhores, é um argumento de natureza puramente biográfica: tenho absoluta convicção de que  a literatura fez de mim um ser humano melhor. Quero dizer: eu seria bem menor, bem menos capaz de compreender a mim próprio, à realidade e a meu semelhante se não houvesse lido Shakespeare, Auden, Thomas Hardy, Machado de Assis, Drummond, Mário de Andrade&#8230; Você nota que isso é antes um fato de indicação subjetiva do que um argumento. O que assinalo não anula o fato objetivamente aferível que você utiliza para desqualificar a função humanista da literatura e o elitismo (eis outro termo que mereceria consideração crítica mais rigorosa) de Vargas Llosa. Infelizmente, concordo com você, muitos nazistas foram leitores de alguns desses escritores que acabo de citar como expressões do mais alto humanismo literário imaginável. Bem, espero que essa discussão tenha desdobramentos entre nós à margem do blog.<br />
Fernando da Mota Lima.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bosco</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-8132</link>
		<dc:creator>Bosco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:37:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=724#comment-8132</guid>
		<description>Depois de alguns refrescos da fruta &quot;caras&quot; de gosto duvidoso, o amálgama volta com um belo texto.
É aqui o lugar que tenho aprendido coisas.
Obg.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns refrescos da fruta &#8220;caras&#8221; de gosto duvidoso, o amálgama volta com um belo texto.<br />
É aqui o lugar que tenho aprendido coisas.<br />
Obg.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Angela</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-8102</link>
		<dc:creator>Angela</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:18:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=724#comment-8102</guid>
		<description>Ler ou não ler, eis a questão.
Não sou expert em literatura. Sou apenas leitora. Gosto de ler, tenho prazer em ler bons livros, sejam eles romances ou não. Se eles mudam nossas vidas não cabe a mim dizê-lo, mas penso que todo escritor, para criar seus personagens perscrutou obrigatoriamente a alma humana. Desse modo, histórias de amor ou de ódio ou  histórias de guerra ou de paz onde os sentimentos são o ponto alto, sempre serão considerados contemporâneos, Não importa o ano em que foram escritos, pois  tais sentimentos são inatos e  não muda no ser humano, quer tenha vivido na idade média ou no século XXI.
Ao que me consta os romances começaram a fazer sucesso porque quem os liam eram as mulheres. Mulheres que eram obrigadas a se casar por interesses de família e não encontravam no parceiro o homem ideal para concretizar seus sonhos de amor , buscavam nos romances a compensação para o tédio de suas vidas.
Sempre encontro aqui excelentes posts. Aprendo muito e fico agradecida.
Abraço
angel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ler ou não ler, eis a questão.<br />
Não sou expert em literatura. Sou apenas leitora. Gosto de ler, tenho prazer em ler bons livros, sejam eles romances ou não. Se eles mudam nossas vidas não cabe a mim dizê-lo, mas penso que todo escritor, para criar seus personagens perscrutou obrigatoriamente a alma humana. Desse modo, histórias de amor ou de ódio ou  histórias de guerra ou de paz onde os sentimentos são o ponto alto, sempre serão considerados contemporâneos, Não importa o ano em que foram escritos, pois  tais sentimentos são inatos e  não muda no ser humano, quer tenha vivido na idade média ou no século XXI.<br />
Ao que me consta os romances começaram a fazer sucesso porque quem os liam eram as mulheres. Mulheres que eram obrigadas a se casar por interesses de família e não encontravam no parceiro o homem ideal para concretizar seus sonhos de amor , buscavam nos romances a compensação para o tédio de suas vidas.<br />
Sempre encontro aqui excelentes posts. Aprendo muito e fico agradecida.<br />
Abraço<br />
angel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Andira Medeiros</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2009/a-precariedade-do-romance/comment-page-1/#comment-15877</link>
		<dc:creator>Andira Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:02:21 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;span class=&quot;topsy_trackback_comment&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_twitter_username&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_trackback_content&quot;&gt;A precariedade do Romance: http://bit.ly/4yTMuP. Excelente artigo escrito pelo professor Alfredo Cesar no @AmalgamaBlog.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><span class="topsy_trackback_comment"><span class="topsy_twitter_username"><span class="topsy_trackback_content">A precariedade do Romance: <a href="http://bit.ly/4yTMuP" rel="nofollow">http://bit.ly/4yTMuP</a>. Excelente artigo escrito pelo professor Alfredo Cesar no @AmalgamaBlog.</span></span></span></p>
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