<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Palavras, esses troços que (com a ajuda de Deus) são coisa do capeta</title>
	<atom:link href="http://www.amalgama.blog.br/11/2008/palavras-esses-trocos-que-com-a-ajuda-de-deus-sao-coisa-do-capeta/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/palavras-esses-trocos-que-com-a-ajuda-de-deus-sao-coisa-do-capeta/</link>
	<description>Revista digital de atualidade e cultura</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Feb 2012 00:12:16 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: gerusa</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/palavras-esses-trocos-que-com-a-ajuda-de-deus-sao-coisa-do-capeta/comment-page-1/#comment-2437</link>
		<dc:creator>gerusa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 02:03:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=143#comment-2437</guid>
		<description>Por conta de traduções deturpadas, o carater transformador de um dos maiores teoricos educacionais ficou oculto durante muito tempo. Vigotsky (russo pra variar) começou a ser traduzido do francês para o inglês na década de 50, e só chegou aqui no Brasil em meados da decada de 70, traduzido do inglês para o português, e no auge da ditadura, onde tudo o que fissese alguma alusão a União Sovietica passava por um crivo criterioso, tanto que nem o balé russo escapava.
Isso contribuiu para pequenas adaptações que tiraram todo o carater da proposta educacional de Vigotsky, fortemente baseada no materialismo histórico de Marx, com grande apelo para que o homem tomasse as redeas da propia historia e reconstruisse as relações através da educação.
Quem, naquela época (principalmente os Estados Unidos) , iria querer alguem com principios educacionais baseados nas teorias de Marx?
Hoje, os Vigotskianos recomendam (caso você não leia russo) as traduções do frânces para o português. Hoje no Brasil há um grupo de estudiosos empenhados em traduzir Vigotsky diretamente do russo, afim de obter o maximo de fidelidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por conta de traduções deturpadas, o carater transformador de um dos maiores teoricos educacionais ficou oculto durante muito tempo. Vigotsky (russo pra variar) começou a ser traduzido do francês para o inglês na década de 50, e só chegou aqui no Brasil em meados da decada de 70, traduzido do inglês para o português, e no auge da ditadura, onde tudo o que fissese alguma alusão a União Sovietica passava por um crivo criterioso, tanto que nem o balé russo escapava.<br />
Isso contribuiu para pequenas adaptações que tiraram todo o carater da proposta educacional de Vigotsky, fortemente baseada no materialismo histórico de Marx, com grande apelo para que o homem tomasse as redeas da propia historia e reconstruisse as relações através da educação.<br />
Quem, naquela época (principalmente os Estados Unidos) , iria querer alguem com principios educacionais baseados nas teorias de Marx?<br />
Hoje, os Vigotskianos recomendam (caso você não leia russo) as traduções do frânces para o português. Hoje no Brasil há um grupo de estudiosos empenhados em traduzir Vigotsky diretamente do russo, afim de obter o maximo de fidelidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/palavras-esses-trocos-que-com-a-ajuda-de-deus-sao-coisa-do-capeta/comment-page-1/#comment-2427</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 15:01:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=143#comment-2427</guid>
		<description>Obrigado pelo comentário, Suelen. E a propósito de traduções, gostaria de te convidar a conhecer (se é que já não conhece) a coluna Translato, que o Eduardo Ferreira faz no jornal Rascunho - http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&amp;modelo=2&amp;secao=2&amp;lista=1&amp;subsecao=5&amp;ordem=0

Abraço e volte sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo comentário, Suelen. E a propósito de traduções, gostaria de te convidar a conhecer (se é que já não conhece) a coluna Translato, que o Eduardo Ferreira faz no jornal Rascunho &#8211; <a href="http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&#038;modelo=2&#038;secao=2&#038;lista=1&#038;subsecao=5&#038;ordem=0" rel="nofollow">http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&#038;modelo=2&#038;secao=2&#038;lista=1&#038;subsecao=5&#038;ordem=0</a></p>
<p>Abraço e volte sempre.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Suelen de Andrade Viana</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/palavras-esses-trocos-que-com-a-ajuda-de-deus-sao-coisa-do-capeta/comment-page-1/#comment-2416</link>
		<dc:creator>Suelen de Andrade Viana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 03:58:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=143#comment-2416</guid>
		<description>Todas as vezes que trabalho com traduções eu acabo vislumbrando muita novidade sobre a dinâmica das línguas. À parte todas as teorias de tradução, uma coisa certamente não pode ser questionada: traduzir é interpretar e ir além do simplesmente descodificar uma língua para codificá-la em outra. Traduzir é estar ciente de que língua e texto são explicitamente o que se prendem às tramas do contexto e se expandem para além do que foi dito. Escrever é uma arte e traduzir é a arte de recriar palavras ditas de forma que elas sejam fiéis à arte mãe, mesmo que não sejam aparentemente a mesma coisa. Um desafio, é claro! Intrigante. No mínimo.

Traduzir nos dias de hoje é ter que se render às tecnologias da informação e a tudo que está disposto no ciberespaço. Com a universalidade dos dizeres já não se pode mais traduzir de mãos livres algo que já fora traduzido e publicado. Há de se realizar uma avaliação do que já existe de publicação sobre o assunto. Nos dias de hoje, traduzir é pesquisar contexto muito mais do que pesquisar palavras e expressões desconhecidas em dicionários guardados nas estantes e gvetas. A pragmática da língua impera na arte da tradução.

Ontem eu acabei de traduzir uma monografia sobre biologia e vida aquática. Imagina o tanto que tive que ler sobre o assunto?

Enfim, se escrever é parir, e se o escritor é a mãe, o tradutor é mesmo a madrasta, o autordrasto - e as madrastas nunca tiveram boa fama. Mas as crias crescem e muitas vezes aparecem.
...
Isso foi o que postei no blog (o outro) outro dia. Gostei do texto. É bem isso mesmo. Pode ser que role o título que vc sugeriu ao Biajoni..rsrs

bjs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as vezes que trabalho com traduções eu acabo vislumbrando muita novidade sobre a dinâmica das línguas. À parte todas as teorias de tradução, uma coisa certamente não pode ser questionada: traduzir é interpretar e ir além do simplesmente descodificar uma língua para codificá-la em outra. Traduzir é estar ciente de que língua e texto são explicitamente o que se prendem às tramas do contexto e se expandem para além do que foi dito. Escrever é uma arte e traduzir é a arte de recriar palavras ditas de forma que elas sejam fiéis à arte mãe, mesmo que não sejam aparentemente a mesma coisa. Um desafio, é claro! Intrigante. No mínimo.</p>
<p>Traduzir nos dias de hoje é ter que se render às tecnologias da informação e a tudo que está disposto no ciberespaço. Com a universalidade dos dizeres já não se pode mais traduzir de mãos livres algo que já fora traduzido e publicado. Há de se realizar uma avaliação do que já existe de publicação sobre o assunto. Nos dias de hoje, traduzir é pesquisar contexto muito mais do que pesquisar palavras e expressões desconhecidas em dicionários guardados nas estantes e gvetas. A pragmática da língua impera na arte da tradução.</p>
<p>Ontem eu acabei de traduzir uma monografia sobre biologia e vida aquática. Imagina o tanto que tive que ler sobre o assunto?</p>
<p>Enfim, se escrever é parir, e se o escritor é a mãe, o tradutor é mesmo a madrasta, o autordrasto &#8211; e as madrastas nunca tiveram boa fama. Mas as crias crescem e muitas vezes aparecem.<br />
&#8230;<br />
Isso foi o que postei no blog (o outro) outro dia. Gostei do texto. É bem isso mesmo. Pode ser que role o título que vc sugeriu ao Biajoni..rsrs</p>
<p>bjs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

