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	<title>Comentários sobre: O exercício da liberdade insustentável</title>
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	<description>Atualidade e cultura</description>
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		<title>Por: Victor</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/o-exercicio-da-liberdade-insustentavel/comment-page-1/#comment-6427</link>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 15:24:10 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, Sartre disse, realmente, que estamos condenados à liberdade. E disse que essa liberdade engendra, no espírito humano, uma inelutável angústia da qual tentamos, por diversos meios (má-fé), escapá-la.

Não será essa angústia justamente o que torna a liberdade insustentável e nos empurre delicadamente para o auto-engano? Não será a &quot;insustentável leveza do ser&quot; a metáfora mais poética que existe para falar da angústia das escolhas irreversíveis, da vida única que temos, da nossa total responsabilidade pelo que somos?

Bem, de qualquer forma, são meus dois autores preferidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, Sartre disse, realmente, que estamos condenados à liberdade. E disse que essa liberdade engendra, no espírito humano, uma inelutável angústia da qual tentamos, por diversos meios (má-fé), escapá-la.</p>
<p>Não será essa angústia justamente o que torna a liberdade insustentável e nos empurre delicadamente para o auto-engano? Não será a &#8220;insustentável leveza do ser&#8221; a metáfora mais poética que existe para falar da angústia das escolhas irreversíveis, da vida única que temos, da nossa total responsabilidade pelo que somos?</p>
<p>Bem, de qualquer forma, são meus dois autores preferidos.</p>
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		<title>Por: Ery</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/o-exercicio-da-liberdade-insustentavel/comment-page-1/#comment-5303</link>
		<dc:creator>Ery</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 17:55:51 +0000</pubDate>
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		<description>Ótima resenha! Eu já tinha lido o resumo deste livro no Wikipedia, mas a sua critica tão subjetiva é perfeita!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima resenha! Eu já tinha lido o resumo deste livro no Wikipedia, mas a sua critica tão subjetiva é perfeita!</p>
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		<title>Por: Suelen de Andrade Viana</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/o-exercicio-da-liberdade-insustentavel/comment-page-1/#comment-2417</link>
		<dc:creator>Suelen de Andrade Viana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 04:35:55 +0000</pubDate>
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		<description>É mesmo insustentável a leveza do ser.  A sociedade se funda também na insustentabilidade dessa leveza. Éramos livres, daí resolvemos ser sociedade. O amor sucumbe também ao peso dessa liberdade (ciúme, casamento, divórcio...). Lembrei-me da tentativa de amor livre entre Sartre e Simone de Beavouir. Adorei o livro e ao final antecipado eu confesso que &#039;emputecida&#039; da vida eu chorei. Parecia uma daquelas piadas de humor negro: quando encontrei a felicidade eu morri (isso na visão de Tereza, porque Tomas já era feliz, só limitou sua felicidade para caber no pequeno mundo &#039;feliz&#039; de Tereza que era estremamente pessimista com relação aos amores humanos). Eu hein! Lindo, porém. 

Abçs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É mesmo insustentável a leveza do ser.  A sociedade se funda também na insustentabilidade dessa leveza. Éramos livres, daí resolvemos ser sociedade. O amor sucumbe também ao peso dessa liberdade (ciúme, casamento, divórcio&#8230;). Lembrei-me da tentativa de amor livre entre Sartre e Simone de Beavouir. Adorei o livro e ao final antecipado eu confesso que &#8216;emputecida&#8217; da vida eu chorei. Parecia uma daquelas piadas de humor negro: quando encontrei a felicidade eu morri (isso na visão de Tereza, porque Tomas já era feliz, só limitou sua felicidade para caber no pequeno mundo &#8216;feliz&#8217; de Tereza que era estremamente pessimista com relação aos amores humanos). Eu hein! Lindo, porém. </p>
<p>Abçs.</p>
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		<title>Por: binho</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/o-exercicio-da-liberdade-insustentavel/comment-page-1/#comment-2410</link>
		<dc:creator>binho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 23:11:12 +0000</pubDate>
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		<description>Não fiquei surpreendido pelas suas capacidades críticas. Li esse livro há muito tempo atrás e na altura lembro-me de me ter sentido perdido na narrativa porque não é aquilo que se pode chamar de romance. Kundera de facto faz um estudo e apreciação do comportamento, dos sonhos, das necessidades do ser humano. Achei essa apreciaçao nua e crua sem qualquer embelezamento, porque o ser humano é isso mesmo: um ser sem beleza quando visto ao microscópio, como qualquer outro organismo. Acho que é também nessa obra que Kundera diz que o ser humano é regido por vontades e que tudo é prazer: fazer amor/ sexo, comer, beber, defecar. Só para terminar o que me atraiu para a leitura foi sem dúvida o título, o paradoxo de algo leve ser insustentável. Talvez a Verdade do ser seja isso mesmo: leve, porém insustentável. Adoro esses paradoxos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não fiquei surpreendido pelas suas capacidades críticas. Li esse livro há muito tempo atrás e na altura lembro-me de me ter sentido perdido na narrativa porque não é aquilo que se pode chamar de romance. Kundera de facto faz um estudo e apreciação do comportamento, dos sonhos, das necessidades do ser humano. Achei essa apreciaçao nua e crua sem qualquer embelezamento, porque o ser humano é isso mesmo: um ser sem beleza quando visto ao microscópio, como qualquer outro organismo. Acho que é também nessa obra que Kundera diz que o ser humano é regido por vontades e que tudo é prazer: fazer amor/ sexo, comer, beber, defecar. Só para terminar o que me atraiu para a leitura foi sem dúvida o título, o paradoxo de algo leve ser insustentável. Talvez a Verdade do ser seja isso mesmo: leve, porém insustentável. Adoro esses paradoxos&#8230;</p>
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		<title>Por: mai</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/o-exercicio-da-liberdade-insustentavel/comment-page-1/#comment-2241</link>
		<dc:creator>mai</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:28:15 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje tirei a sorte grande. 
Navegante apaixonada (e, ultimamente, compulsiva) vim numa corrente marinha e te encontrei. 
Referência interessante esta. Suposto-saber de um suposto-sabido. Deve ser bom ler, só pra pensar, como não fazer o mesmo.
Abraços,
Voltarei outras vezes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje tirei a sorte grande.<br />
Navegante apaixonada (e, ultimamente, compulsiva) vim numa corrente marinha e te encontrei.<br />
Referência interessante esta. Suposto-saber de um suposto-sabido. Deve ser bom ler, só pra pensar, como não fazer o mesmo.<br />
Abraços,<br />
Voltarei outras vezes.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Larissa Wilson</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/11/2008/o-exercicio-da-liberdade-insustentavel/comment-page-1/#comment-2235</link>
		<dc:creator>Larissa Wilson</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 15:54:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=139#comment-2235</guid>
		<description>Parabéns, Renato!  Sempre quis ler esse livro e agora minha curiosidade aumentou ainda mais depois que li sua resenha, que por sinal está ótima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, Renato!  Sempre quis ler esse livro e agora minha curiosidade aumentou ainda mais depois que li sua resenha, que por sinal está ótima.</p>
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