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	<title>Comments on: Democracia, cidadania e poder</title>
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	<description>Coletivo de atualidade, comportamento e cultura</description>
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		<title>By: Diego Viana</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7625</link>
		<dc:creator>Diego Viana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:21:55 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Laio, obrigado pela contribuição. Você acertou praticamente na mosca: as referências do texto acima são justamente Foucault e Deleuze, mais Rancière, Simondon e Stiegler. Mas é claro que não os mencionei, porque, como expliquei num comentário acima, isto aqui não é uma doxologia do conceito de democracia, nem uma análise da atualidade. É o desenvolvimento de uma determinada concepção. Aliás, isso é justamente o que nenhum comentário comenta. Me pergunto se as pessoas realmente leram o texto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Laio, obrigado pela contribuição. Você acertou praticamente na mosca: as referências do texto acima são justamente Foucault e Deleuze, mais Rancière, Simondon e Stiegler. Mas é claro que não os mencionei, porque, como expliquei num comentário acima, isto aqui não é uma doxologia do conceito de democracia, nem uma análise da atualidade. É o desenvolvimento de uma determinada concepção. Aliás, isso é justamente o que nenhum comentário comenta. Me pergunto se as pessoas realmente leram o texto&#8230;</p>
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		<title>By: Diego Viana</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7624</link>
		<dc:creator>Diego Viana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:19:16 +0000</pubDate>
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		<description>Oi pedro, imaginei que a República tivesse passado pela sua cabeça. Por sinal, o que eu disse acima sobre os gregos se apóia muito nela. De toda forma, ela está longe de descrever um sistema perfeito: veja, por exemplo, os livros 8 e 9.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pedro, imaginei que a República tivesse passado pela sua cabeça. Por sinal, o que eu disse acima sobre os gregos se apóia muito nela. De toda forma, ela está longe de descrever um sistema perfeito: veja, por exemplo, os livros 8 e 9.</p>
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		<title>By: Laio Bispo</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7615</link>
		<dc:creator>Laio Bispo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:59:14 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante a discussão e a proposta do txt. Receio,apenas, alguns maus entendidos tenham acontecido mediante má,ou pouca, reflexão por parte de alguns comentadores. Gostaria de salientar a falta,que hoje significa muito quando discute-se os temas em questão, dos nomes de Michel Foucault e Gilles Deleuze. O entendiimento do poder e as micro-relações analisadas por ambos são predominantes na contemporâneidade; também a concepção de cidade como um corpo é hoje muit discutida a partir do conceito de Corpo sem Orgãos (CsO),conceito utilizado por Deleuze e Guattari. Enfim, de modo geral o txt carece de analises mais atuais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante a discussão e a proposta do txt. Receio,apenas, alguns maus entendidos tenham acontecido mediante má,ou pouca, reflexão por parte de alguns comentadores. Gostaria de salientar a falta,que hoje significa muito quando discute-se os temas em questão, dos nomes de Michel Foucault e Gilles Deleuze. O entendiimento do poder e as micro-relações analisadas por ambos são predominantes na contemporâneidade; também a concepção de cidade como um corpo é hoje muit discutida a partir do conceito de Corpo sem Orgãos (CsO),conceito utilizado por Deleuze e Guattari. Enfim, de modo geral o txt carece de analises mais atuais.</p>
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		<title>By: pedro</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7549</link>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 12:55:41 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto ao sistema perfeito, tava pensando na República do Platão, e nas utopias suas filhas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao sistema perfeito, tava pensando na República do Platão, e nas utopias suas filhas.</p>
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		<title>By: Diego Viana</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7522</link>
		<dc:creator>Diego Viana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:26:25 +0000</pubDate>
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		<description>Alceu, mas quem falou em &quot;todos&quot;? O que eu levantei foi um sintoma, entre muitos outros, listados no parágrafo em questão. São sintomas daquilo que eu coloquei na primeira frase do texto: a perda de contato com a realidade vivida da democracia, transformada numa idéia vaga sobre votar a cada dois anos. Tudo isso está lá no texto. 

Colocações sobre a democracia exatamente como a minha? Pois qual foi então a minha colocação? Até onde eu sei, só mencionei que algumas pessoas rejeitam a democracia e manifestam saudade pela ditadura. Isso, já vimos que acontece mesmo. Não consigo imaginar de onde você foi tirar que eu faço parte desse grupo.

Democracia se conquista: concordo integralmente, por sinal meu texto é exatamente sobre isso. Aliás, os comentários estão estranhos exatamente por causa disso: todo mundo pegou trechinhos, frasezinhas, e aproveitou para fazer ladainhas sobre exatamente aquilo que eu critico: a visão de que a democracia é só voto ou, no máximo, um governo que &quot;gosta&quot; do povo (?) ou simplesmente &quot;não o sacaneia&quot; (estou usando termos dos comentários acima). Por exemplo: também sou contra o voto obrigatório, claro, quem não é? Mas o texto não é sobre isso, e não acho que o voto facultativo seja uma panacéia, embora seja um bom começo... então por que tanto comentário em cima disso?

Eu ficaria feliz com comentários que tratassem do tema do post...

E aproveitando o ensejo: também concordo com o que diz o Marcos. Só acrescento que um projeto de país não vai nascer dos escritórios de Brasília, pode ter certeza. É preciso que isso venha do seio da sociedade, de discussões mais ou menos como a que estamos tendo (só que com um pouco mais de foco, claro) – o final do seu último comentário, a seu ver, é uma percepção disso –, de uma mobilização quotidiana sem a qual nenhuma democracia tem muito futuro. Já tivemos muitos, muitos arremedos disso em nossa história e temos também agora. É uma pena que, até hoje, eles tenham sido bloqueados pelo fatalismo e pelo dar de ombros que mencionei num comentário pouco acima.

Um abraço
Diego</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alceu, mas quem falou em &#8220;todos&#8221;? O que eu levantei foi um sintoma, entre muitos outros, listados no parágrafo em questão. São sintomas daquilo que eu coloquei na primeira frase do texto: a perda de contato com a realidade vivida da democracia, transformada numa idéia vaga sobre votar a cada dois anos. Tudo isso está lá no texto. </p>
<p>Colocações sobre a democracia exatamente como a minha? Pois qual foi então a minha colocação? Até onde eu sei, só mencionei que algumas pessoas rejeitam a democracia e manifestam saudade pela ditadura. Isso, já vimos que acontece mesmo. Não consigo imaginar de onde você foi tirar que eu faço parte desse grupo.</p>
<p>Democracia se conquista: concordo integralmente, por sinal meu texto é exatamente sobre isso. Aliás, os comentários estão estranhos exatamente por causa disso: todo mundo pegou trechinhos, frasezinhas, e aproveitou para fazer ladainhas sobre exatamente aquilo que eu critico: a visão de que a democracia é só voto ou, no máximo, um governo que &#8220;gosta&#8221; do povo (?) ou simplesmente &#8220;não o sacaneia&#8221; (estou usando termos dos comentários acima). Por exemplo: também sou contra o voto obrigatório, claro, quem não é? Mas o texto não é sobre isso, e não acho que o voto facultativo seja uma panacéia, embora seja um bom começo&#8230; então por que tanto comentário em cima disso?</p>
<p>Eu ficaria feliz com comentários que tratassem do tema do post&#8230;</p>
<p>E aproveitando o ensejo: também concordo com o que diz o Marcos. Só acrescento que um projeto de país não vai nascer dos escritórios de Brasília, pode ter certeza. É preciso que isso venha do seio da sociedade, de discussões mais ou menos como a que estamos tendo (só que com um pouco mais de foco, claro) – o final do seu último comentário, a seu ver, é uma percepção disso –, de uma mobilização quotidiana sem a qual nenhuma democracia tem muito futuro. Já tivemos muitos, muitos arremedos disso em nossa história e temos também agora. É uma pena que, até hoje, eles tenham sido bloqueados pelo fatalismo e pelo dar de ombros que mencionei num comentário pouco acima.</p>
<p>Um abraço<br />
Diego</p>
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		<title>By: Alceu Pontes</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7514</link>
		<dc:creator>Alceu Pontes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:05:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=591#comment-7514</guid>
		<description>Prezado Diego,

Não me interprete mal! Foi apenas um desabafo! Jamais tive a intenção de ofendê-lo, muito menos a sua família. Mas, afinal de contas, que ofensa seria essa se apenas se está sendo a favor de algo que &quot;todos&quot; &quot;desejam&quot;, ou seja, a volta da ditatura?
Infelizmente já ouvi, sim, algumas pessoas fazerem colocações sobre a ditatura exatamente como a sua. É que não vejo, em hipótese alguma, qualquer coisa de positivo no regime autoritário que se instalou no Brasil, nem mesmo o tão propalado &quot;milagre econômico&quot;, algo que nos legou descontrole fiscal, hiperinflação e dependência externa (vulgo, dívida externa) e outros &quot;malecitos&quot; mais. Dizer que a coisa está pior hoje é uma grande falácia. Na realidade, naquele tempo vivíamos algo semelhante ou pior com relação à situação social da população. Tão-somente não tínhamos instrumentos adequados como os que temos hoje para nos darmos conta de quanto &quot;feijão&#039; ainda temos que comer para podermos almejar uma sociedade menos injusta e mais igualitária. Acho, sim, que avançamos, principalmente no tocante à vergonhosa distribuição da renda nacional e ao gritante desequilíbrio entre as regiões. 
A verdade toda é que podemos querer, gritar, chorar chamando a atenção do mundo para nós, se nada fizermos para revertermos quadro social tão triste, jamais, como alguns almejam, poderemos ser considerados um país desenvolvido. Sei o quanto isso dói ao amor-próprio de alguns tantos iludidos com a grandiosidade do nosso imenso Brasil, mas essa é a mais pura verdade. Por isso lutemos todos nós por um país mais justo para todos.

Democracia, amigo, não se tem, não se deseja, se conquista.

Concordo integralmente com o que o colega Marcos Sarmento Barcelos coloca, principalmente, no tocante à ausência de um projeto de Estado. Falta-nos realmente um. Onde queremos chegar? Que país verdadeiramente queremos para nós e para as próximas gerações. A meu ver, ainda não tivemos uma liderança até a presente data que nos tenha deixado isso como legado, infelizmente.
Grato pela oportunidade que me deu de expor minhas ideias e de desfazer qualquer mal-entendido. 
Eis aqui no que estamos fazendo um gérmen, um começo de democracia.

Um abraço,

Alceu</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Diego,</p>
<p>Não me interprete mal! Foi apenas um desabafo! Jamais tive a intenção de ofendê-lo, muito menos a sua família. Mas, afinal de contas, que ofensa seria essa se apenas se está sendo a favor de algo que &#8220;todos&#8221; &#8220;desejam&#8221;, ou seja, a volta da ditatura?<br />
Infelizmente já ouvi, sim, algumas pessoas fazerem colocações sobre a ditatura exatamente como a sua. É que não vejo, em hipótese alguma, qualquer coisa de positivo no regime autoritário que se instalou no Brasil, nem mesmo o tão propalado &#8220;milagre econômico&#8221;, algo que nos legou descontrole fiscal, hiperinflação e dependência externa (vulgo, dívida externa) e outros &#8220;malecitos&#8221; mais. Dizer que a coisa está pior hoje é uma grande falácia. Na realidade, naquele tempo vivíamos algo semelhante ou pior com relação à situação social da população. Tão-somente não tínhamos instrumentos adequados como os que temos hoje para nos darmos conta de quanto &#8220;feijão&#8217; ainda temos que comer para podermos almejar uma sociedade menos injusta e mais igualitária. Acho, sim, que avançamos, principalmente no tocante à vergonhosa distribuição da renda nacional e ao gritante desequilíbrio entre as regiões.<br />
A verdade toda é que podemos querer, gritar, chorar chamando a atenção do mundo para nós, se nada fizermos para revertermos quadro social tão triste, jamais, como alguns almejam, poderemos ser considerados um país desenvolvido. Sei o quanto isso dói ao amor-próprio de alguns tantos iludidos com a grandiosidade do nosso imenso Brasil, mas essa é a mais pura verdade. Por isso lutemos todos nós por um país mais justo para todos.</p>
<p>Democracia, amigo, não se tem, não se deseja, se conquista.</p>
<p>Concordo integralmente com o que o colega Marcos Sarmento Barcelos coloca, principalmente, no tocante à ausência de um projeto de Estado. Falta-nos realmente um. Onde queremos chegar? Que país verdadeiramente queremos para nós e para as próximas gerações. A meu ver, ainda não tivemos uma liderança até a presente data que nos tenha deixado isso como legado, infelizmente.<br />
Grato pela oportunidade que me deu de expor minhas ideias e de desfazer qualquer mal-entendido.<br />
Eis aqui no que estamos fazendo um gérmen, um começo de democracia.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Alceu</p>
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	<item>
		<title>By: Daniel</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/10/2009/democracia-cidadania-e-poder/comment-page-1/#comment-7510</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:14:38 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, ser &quot;intimado&quot; a participar de uma &quot;festa&quot;, no mínimo deixa dúvidas quanto à exatidão do segundo termo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, ser &#8220;intimado&#8221; a participar de uma &#8220;festa&#8221;, no mínimo deixa dúvidas quanto à exatidão do segundo termo&#8230;</p>
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