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	<title>Comentários sobre: Transformando um pé na bunda em arte</title>
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	<description>Atualidade e cultura</description>
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		<title>Por: Juliana Dacoregio</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-15704</link>
		<dc:creator>Juliana Dacoregio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 06:39:27 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;span class=&quot;topsy_trackback_comment&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_twitter_username&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_trackback_content&quot;&gt;RT @amalgamablog: Transformando um pé na bunda em arte http://bit.ly/nIFKQ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><span class="topsy_trackback_comment"><span class="topsy_twitter_username"><span class="topsy_trackback_content">RT @amalgamablog: Transformando um pé na bunda em arte <a href="http://bit.ly/nIFKQ" rel="nofollow">http://bit.ly/nIFKQ</a></span></span></span></p>
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		<title>Por: Andira Medeiros</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-15705</link>
		<dc:creator>Andira Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 02:10:00 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;span class=&quot;topsy_trackback_comment&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_twitter_username&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_trackback_content&quot;&gt;No Amálgama: http://bit.ly/38wbdm. Exposição de Sophie Calle mostra como transformar um belo pé na bunda em arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><span class="topsy_trackback_comment"><span class="topsy_twitter_username"><span class="topsy_trackback_content">No Amálgama: <a href="http://bit.ly/38wbdm" rel="nofollow">http://bit.ly/38wbdm</a>. Exposição de Sophie Calle mostra como transformar um belo pé na bunda em arte.</span></span></span></p>
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		<title>Por: gerusa</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-7013</link>
		<dc:creator>gerusa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 14:08:12 +0000</pubDate>
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		<description>Pé na bunda sempre doí, seja porque você amava a pessoa, seja pelo fato de não gostar nenhum pouco de ser reijeitado... É sempre uma merda, as vezes até pra quem dá o pé na bunda.
Já dei pés na bunda que me doeram muito, já levei que doeram mais ainda. Entendo o lado dos dois, mas simpatizo mais com Sophie, pois nunca terminaria um relacionamento por email.
E entendo quando ela diz que não soube responde-la. Já levei um fora por msn, e acredite, a sua maior impressão é que aquela merda não pode estar acontecendo com você, tamanha a frieza que é observar em uma tela alguem te excluindo.
Um e-mail não tem intonação de voz, você não tem defesa, não consegue avaliar (o que já é dificil ao vivo) se aquela pessoa está sendo cincera quando diz que sente muito. E eu concordo com a criminologista, quando diz que ele é uma pessoa incapaz de lidar com conflitos, pois ele não estava a quilometros de distância dela, não havia nada que o impedisse de falar na cara. Doí do mesmo jeito, mas era ao menos mais digno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pé na bunda sempre doí, seja porque você amava a pessoa, seja pelo fato de não gostar nenhum pouco de ser reijeitado&#8230; É sempre uma merda, as vezes até pra quem dá o pé na bunda.<br />
Já dei pés na bunda que me doeram muito, já levei que doeram mais ainda. Entendo o lado dos dois, mas simpatizo mais com Sophie, pois nunca terminaria um relacionamento por email.<br />
E entendo quando ela diz que não soube responde-la. Já levei um fora por msn, e acredite, a sua maior impressão é que aquela merda não pode estar acontecendo com você, tamanha a frieza que é observar em uma tela alguem te excluindo.<br />
Um e-mail não tem intonação de voz, você não tem defesa, não consegue avaliar (o que já é dificil ao vivo) se aquela pessoa está sendo cincera quando diz que sente muito. E eu concordo com a criminologista, quando diz que ele é uma pessoa incapaz de lidar com conflitos, pois ele não estava a quilometros de distância dela, não havia nada que o impedisse de falar na cara. Doí do mesmo jeito, mas era ao menos mais digno.</p>
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		<title>Por: Vanessa Souza</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-6999</link>
		<dc:creator>Vanessa Souza</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:51:47 +0000</pubDate>
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		<description>Gato,
É uma interpretação...
Abraço,
Vanessa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gato,<br />
É uma interpretação&#8230;<br />
Abraço,<br />
Vanessa</p>
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		<title>Por: Gato Precambriano</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-6997</link>
		<dc:creator>Gato Precambriano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:02:09 +0000</pubDate>
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		<description>Vanessa

&quot;eu não assisti esse filme, logo na posso opinar sobre o mesmo&quot;

Tem em DVD. Nada muito profundo mas é divertido. Gira em torno  de uma moça tentando entender os &quot;sinais&quot; emitidos pelos homens, até que conhece um sujeito que vai explicando a ela coisas como: - Se ele não ligou, é porque não vai ligar, porque não está afim, e não porque perdeu o número, ou a mãe morreu, ou ficou doente, ou o telefone enguiçou, ou qualquer uma das desculpas que as mulheres possam imaginar.

Eu lembrei do filme nesse caso, meio que por oposição, porque o Grégoire fez o contrário do que os homens em geral fazemos . Ele foi honesto de fato. Ou tão honesto quanto possível nas circunstâncias. 
Tá, aquele papo de &lt;i&gt;&quot;angústia que me faz sempre querer buscar novos horizontes e me impede de ser tranquilo ou simplesmente feliz e “generoso”&quot;&lt;/i&gt; é babaquice. Código que pode ser lido em funkês carioca como: &quot;eu gosto é de pegar umas bu*&amp;¨%$#@ tá ligado?&quot; Enfim, manhood as usual...

Ah sim, BTW, esse papo da Sophie de &lt;i&gt;&quot;Recebi uma carta de rompimento. E não soube respondê-la. Era como se ela não me fosse destinada...&quot;&lt;/i&gt; pa-ta-ti-pa-ta-ta, também é bullshit passiva agressiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vanessa</p>
<p>&#8220;eu não assisti esse filme, logo na posso opinar sobre o mesmo&#8221;</p>
<p>Tem em DVD. Nada muito profundo mas é divertido. Gira em torno  de uma moça tentando entender os &#8220;sinais&#8221; emitidos pelos homens, até que conhece um sujeito que vai explicando a ela coisas como: &#8211; Se ele não ligou, é porque não vai ligar, porque não está afim, e não porque perdeu o número, ou a mãe morreu, ou ficou doente, ou o telefone enguiçou, ou qualquer uma das desculpas que as mulheres possam imaginar.</p>
<p>Eu lembrei do filme nesse caso, meio que por oposição, porque o Grégoire fez o contrário do que os homens em geral fazemos . Ele foi honesto de fato. Ou tão honesto quanto possível nas circunstâncias.<br />
Tá, aquele papo de <i>&#8220;angústia que me faz sempre querer buscar novos horizontes e me impede de ser tranquilo ou simplesmente feliz e “generoso”&#8221;</i> é babaquice. Código que pode ser lido em funkês carioca como: &#8220;eu gosto é de pegar umas bu*&amp;¨%$#@ tá ligado?&#8221; Enfim, manhood as usual&#8230;</p>
<p>Ah sim, BTW, esse papo da Sophie de <i>&#8220;Recebi uma carta de rompimento. E não soube respondê-la. Era como se ela não me fosse destinada&#8230;&#8221;</i> pa-ta-ti-pa-ta-ta, também é bullshit passiva agressiva.</p>
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		<title>Por: Vanessa Souza</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-6988</link>
		<dc:creator>Vanessa Souza</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:47:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=493#comment-6988</guid>
		<description>Fabi -&gt; gratifica, mas na hora é uma droga, rs. A rejeição é sempre algo maior do que nós, acostumados a sermos amados e adulados desde os tempos de bebê. Ou assim deveria ser :) Escreverei, escrevo, por certo, para viver. Ou o contrário.

Maísa -&gt; mal-dita tecnologia, Maísa. Aproxima e afasta as pessoas. Da mesma forma.

Bosco -&gt; o que mais dói, creio eu, é o vazio que fica entre o que se lê e o que se tem desejo de responder. Bons “coices” para você, rs. Eu, particularmente, cansei dessa prática ;)

Daniel -&gt; olha, Daniel... O Grégoire ganhou muito com isso. Fama, livros vendidos – a Sophie já era mais famosa que ele – e muitas mulheres. Afinal, muitas – mesmo – não resistem a um bom cafa, rs.

Gato Precambriano -&gt; eu não assisti esse filme, logo na posso opinar sobre o mesmo. 

Sobre o Grégoire... Eu também tento ver o lado dele. Se a Sophie levou o pé na bunda, certamente tem uma parcela de responsabilidade nisso – ainda que inconsciente. Fiquei com raiva do Grégoire na primeira vez que ouvi a Sophie falar dele. Depois ouvi o lado dele. Enfim, não dá também para só ter peninha da moça descartada. Essa raiva que se sente do Grégoire não é exatamente pelo que ele disse ou escreveu. Mas sim pelo que ele deixou de sentir. E o desejo não age de acordo com a vontade, ou o bom senso, do sujeito – que é desejante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabi -&gt; gratifica, mas na hora é uma droga, rs. A rejeição é sempre algo maior do que nós, acostumados a sermos amados e adulados desde os tempos de bebê. Ou assim deveria ser <img src='http://www.amalgama.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Escreverei, escrevo, por certo, para viver. Ou o contrário.</p>
<p>Maísa -&gt; mal-dita tecnologia, Maísa. Aproxima e afasta as pessoas. Da mesma forma.</p>
<p>Bosco -&gt; o que mais dói, creio eu, é o vazio que fica entre o que se lê e o que se tem desejo de responder. Bons “coices” para você, rs. Eu, particularmente, cansei dessa prática <img src='http://www.amalgama.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Daniel -&gt; olha, Daniel&#8230; O Grégoire ganhou muito com isso. Fama, livros vendidos – a Sophie já era mais famosa que ele – e muitas mulheres. Afinal, muitas – mesmo – não resistem a um bom cafa, rs.</p>
<p>Gato Precambriano -&gt; eu não assisti esse filme, logo na posso opinar sobre o mesmo. </p>
<p>Sobre o Grégoire&#8230; Eu também tento ver o lado dele. Se a Sophie levou o pé na bunda, certamente tem uma parcela de responsabilidade nisso – ainda que inconsciente. Fiquei com raiva do Grégoire na primeira vez que ouvi a Sophie falar dele. Depois ouvi o lado dele. Enfim, não dá também para só ter peninha da moça descartada. Essa raiva que se sente do Grégoire não é exatamente pelo que ele disse ou escreveu. Mas sim pelo que ele deixou de sentir. E o desejo não age de acordo com a vontade, ou o bom senso, do sujeito – que é desejante.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Gato Precambriano</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/09/2009/transformando-um-pe-na-bunda-em-arte/comment-page-1/#comment-6987</link>
		<dc:creator>Gato Precambriano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:26:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=493#comment-6987</guid>
		<description>Essa história toda me lembra o filme: &lt;a HREF=&quot;http://www.hesjustnotthatintoyoumovie.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;He&#039;s Just Not That Into You&lt;/A&gt;(Ele não está tão afim de você). 
Então tá, ela se enamora de um notório (na França pelo menos) mulherengo, ou, em bom português: galinha. &quot;Sedutor&quot;, como prefere a Vanessa. De quem só demanda não ser a &quot;quarta&quot;(!) (tudo bem ser a 2ª, 3ª?). Daí o cara resolve romper por carta (que é o que o e-mail é não?), provavelmente a fim de evitar uma cena que, também a julgar pelos desdobramentos, certamente ocorreria. O que o infeliz (sério, dá quase para sentir pena do sujeito) não contava é que a moça afinal deu um jeito de fazer uma cena, e em grande estilo. A, não, não, é arte. Sublimação dos sentimentos, etc, etc.
Mas é bom pro Grég aprender. Assim da próxima, em vez de uma cartinha floreada, fingindo que é bonzinho, ele recorra ao velho e extenso repertório dos canalhas, digo, homens: ir deixando de ligar, desmarcar em cima da hora, etc, etc, até o bom e velho &quot;acho que é hora de darmos um tempo&quot;. Ou melhor ainda, armar as coisas para que seja &lt;b&gt;ela&lt;/b&gt; (assim ela pensará) a romper.
Isso é que dá querer reinventar a roda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa história toda me lembra o filme: <a HREF="http://www.hesjustnotthatintoyoumovie.com/" rel="nofollow">He&#8217;s Just Not That Into You</a>(Ele não está tão afim de você).<br />
Então tá, ela se enamora de um notório (na França pelo menos) mulherengo, ou, em bom português: galinha. &#8220;Sedutor&#8221;, como prefere a Vanessa. De quem só demanda não ser a &#8220;quarta&#8221;(!) (tudo bem ser a 2ª, 3ª?). Daí o cara resolve romper por carta (que é o que o e-mail é não?), provavelmente a fim de evitar uma cena que, também a julgar pelos desdobramentos, certamente ocorreria. O que o infeliz (sério, dá quase para sentir pena do sujeito) não contava é que a moça afinal deu um jeito de fazer uma cena, e em grande estilo. A, não, não, é arte. Sublimação dos sentimentos, etc, etc.<br />
Mas é bom pro Grég aprender. Assim da próxima, em vez de uma cartinha floreada, fingindo que é bonzinho, ele recorra ao velho e extenso repertório dos canalhas, digo, homens: ir deixando de ligar, desmarcar em cima da hora, etc, etc, até o bom e velho &#8220;acho que é hora de darmos um tempo&#8221;. Ou melhor ainda, armar as coisas para que seja <b>ela</b> (assim ela pensará) a romper.<br />
Isso é que dá querer reinventar a roda.</p>
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