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	<title>Comentários sobre: Sobre cozinheiros e jornalistas</title>
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	<description>Revista digital de atualidade e cultura</description>
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		<title>Por: Contra a Não-Obrigatoriedade do diploma de Jornalismo &#171; Mulheres em Campo</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5810</link>
		<dc:creator>Contra a Não-Obrigatoriedade do diploma de Jornalismo &#171; Mulheres em Campo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 23:07:17 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Contra a Não-Obrigatoriedade do diploma de&#160;Jornalismo  Ir aos comentários  A imprensa estava se tornando eletista e estatizada [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Contra a Não-Obrigatoriedade do diploma de&nbsp;Jornalismo  Ir aos comentários  A imprensa estava se tornando eletista e estatizada [...]</p>
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		<title>Por: Marok</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5668</link>
		<dc:creator>Marok</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:19:58 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o caminho seria esse. As profissões com restrição para diplomados deveriam ser exceções, não regras. Por exemplo, no caso de médicos é necessário, assim como a fiscalização durante toda a carreira dele, por motivos óbvios. Professores também, pois tem função durante a educação, não há como fiscalizar ou criticar o que fazem de maneira satisfatória.
É aí que está o limite. O quanto determinada profissão pode afetar a vida de outras pessoas e a forma como ela pode ser monitorada pela sociedade.
Eu, por exemplo, trabalho com diagramação e vejo uns trabalhos horríveis por aí. Preciso lutar dia a dia contra toda sorte de gente, jornalistas, administradores, músicos, nutricionistas, que se metem a pegar um coreldraw e se sentir designer. Se hoje tenho trabalho é devido ao esforço pra mostrar pros meus clientes e potenciais clientes que não vale a pena diminuir os custos pra colocar um mexilhão qualquer para fazer seus trabalhos gráficos. Embora eu não tenha um diploma, estudo diariamente sobre a minha área e me comprazo da satisfação dos meus clientes, pois é eles que &quot;regulamentam&quot; a minha profissão, quando escolhem a qualidade ao invés do preço. Se eu tivesse uma reserva de mercado me protegendo, já teria há muito deixado de correr atrás da excelência, corrida esta que, por necessidade, pretendo não parar jamais.
Portanto, se você analisar com cuidado sua própria provocação, vai ver que essa regulamentação, na prática, existe em apenas algumas profissões, algumas sem real necessidade. Afinal, padeiro, constureiro, cabeleireiro, soldador, agricultor não são também profissões? O que impede que qualquer um abra um salão de beleza e saia entortando o cabelo dos outros indiscriminadamente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o caminho seria esse. As profissões com restrição para diplomados deveriam ser exceções, não regras. Por exemplo, no caso de médicos é necessário, assim como a fiscalização durante toda a carreira dele, por motivos óbvios. Professores também, pois tem função durante a educação, não há como fiscalizar ou criticar o que fazem de maneira satisfatória.<br />
É aí que está o limite. O quanto determinada profissão pode afetar a vida de outras pessoas e a forma como ela pode ser monitorada pela sociedade.<br />
Eu, por exemplo, trabalho com diagramação e vejo uns trabalhos horríveis por aí. Preciso lutar dia a dia contra toda sorte de gente, jornalistas, administradores, músicos, nutricionistas, que se metem a pegar um coreldraw e se sentir designer. Se hoje tenho trabalho é devido ao esforço pra mostrar pros meus clientes e potenciais clientes que não vale a pena diminuir os custos pra colocar um mexilhão qualquer para fazer seus trabalhos gráficos. Embora eu não tenha um diploma, estudo diariamente sobre a minha área e me comprazo da satisfação dos meus clientes, pois é eles que &#8220;regulamentam&#8221; a minha profissão, quando escolhem a qualidade ao invés do preço. Se eu tivesse uma reserva de mercado me protegendo, já teria há muito deixado de correr atrás da excelência, corrida esta que, por necessidade, pretendo não parar jamais.<br />
Portanto, se você analisar com cuidado sua própria provocação, vai ver que essa regulamentação, na prática, existe em apenas algumas profissões, algumas sem real necessidade. Afinal, padeiro, constureiro, cabeleireiro, soldador, agricultor não são também profissões? O que impede que qualquer um abra um salão de beleza e saia entortando o cabelo dos outros indiscriminadamente?</p>
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		<title>Por: Flavia</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5658</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 21:17:00 +0000</pubDate>
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		<description>Uma provocação então: por que o que vale pra uma profissão não vale para outra? O mesmo deveria valer para juristas: sem necessidade de diploma. O mesmo então para professores: por mérito. Cirurgiões? Onde está o limite entre diplomados e não diplomados? Ou será que a própria profissão da qual se fala está tão despresada que chegamos  a achar que é melhor colocar outros profissionais no  lugar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma provocação então: por que o que vale pra uma profissão não vale para outra? O mesmo deveria valer para juristas: sem necessidade de diploma. O mesmo então para professores: por mérito. Cirurgiões? Onde está o limite entre diplomados e não diplomados? Ou será que a própria profissão da qual se fala está tão despresada que chegamos  a achar que é melhor colocar outros profissionais no  lugar?</p>
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		<title>Por: Marok</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5578</link>
		<dc:creator>Marok</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:57:39 +0000</pubDate>
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		<description>Digitei esse post com a testa, acho. Bom, só pra consertar uma das frases que ficou um tanto sem sentido, onde se lê:
O que tenho visto é pessoas que simplesmente estacionam e ainda assim não podem ser alcançadas mais velozes.
Entenda-se:
O que tenho visto é pessoas que simplesmente estacionam e ainda assim não podem ser alcançadas por outras mais velozes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Digitei esse post com a testa, acho. Bom, só pra consertar uma das frases que ficou um tanto sem sentido, onde se lê:<br />
O que tenho visto é pessoas que simplesmente estacionam e ainda assim não podem ser alcançadas mais velozes.<br />
Entenda-se:<br />
O que tenho visto é pessoas que simplesmente estacionam e ainda assim não podem ser alcançadas por outras mais velozes.</p>
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		<title>Por: Marok</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5571</link>
		<dc:creator>Marok</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 04:58:14 +0000</pubDate>
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		<description>Uma pessoa aqui da minha cidade resolveu lançar uma revista sobre variedades e vendia os anúncios. Nada pra ficar rica, era apenas uma opção de trabalho autônomo pra se manter. Pois bem, ela teve que parar com sua publicação porque os donos de jornais daqui a denunciaram por ela não ter um jornalista &quot;assinando&quot; a revista. O salário que ela teria que pagar a um jornalista, deduzido ps impostos, seria maior que a sua própria renda. Hoje ela trabalha de vendedora em uma loja de roupas. Isso é o quê? Que mal ela fazia à sociedade?
A questão não é desregulamentar profissões, é sim dar o direito a todos poderem exercê-la, desde que não faça mal à alguém diretamente ou à sociedade em si. Há que se ter critério, é óbvio, pois senão teremos que regulamentar todas as áreas e elitizar de uma vez. Os músicos, técnicos da área de informática, design, mecânicos e outras mais que o digam...
Se alguém faz uma faculdade simplesmente porque seu diploma lhe dará superpoderes por si só, há algo errado. Se você tem uma faculdade, está um passo a frente, cabe continuar caminhando para continuar na dianteira. O que tenho visto é pessoas que simplesmente estacionam e ainda assim não podem ser alcançadas mais velozes.
Eneraldo, pelo que tenho visto por suas participações nos comentários do blog percebo que és uma pessoa muito bem instruída e de ótimo conhecimento. Sinceramente, caso você seja jornalista, acho que as coisas não vão piorar (pelo menos não muito) pra você, mas não posso dizer o mesmo para algumas pessoas que eu conheço. Imagine você um jornalista que odeia livros, detesta leitura no geral e sequer teve capacidade de fazer sua própria monografia. Estranho, né? Pois é, existe criaturas assim, e trabalham nas redações graças à reserva de mercado. Talvez resolvam se tornar profissionais realmente competentes ou procurem uma profissão que realmente possam desempenhar bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa aqui da minha cidade resolveu lançar uma revista sobre variedades e vendia os anúncios. Nada pra ficar rica, era apenas uma opção de trabalho autônomo pra se manter. Pois bem, ela teve que parar com sua publicação porque os donos de jornais daqui a denunciaram por ela não ter um jornalista &#8220;assinando&#8221; a revista. O salário que ela teria que pagar a um jornalista, deduzido ps impostos, seria maior que a sua própria renda. Hoje ela trabalha de vendedora em uma loja de roupas. Isso é o quê? Que mal ela fazia à sociedade?<br />
A questão não é desregulamentar profissões, é sim dar o direito a todos poderem exercê-la, desde que não faça mal à alguém diretamente ou à sociedade em si. Há que se ter critério, é óbvio, pois senão teremos que regulamentar todas as áreas e elitizar de uma vez. Os músicos, técnicos da área de informática, design, mecânicos e outras mais que o digam&#8230;<br />
Se alguém faz uma faculdade simplesmente porque seu diploma lhe dará superpoderes por si só, há algo errado. Se você tem uma faculdade, está um passo a frente, cabe continuar caminhando para continuar na dianteira. O que tenho visto é pessoas que simplesmente estacionam e ainda assim não podem ser alcançadas mais velozes.<br />
Eneraldo, pelo que tenho visto por suas participações nos comentários do blog percebo que és uma pessoa muito bem instruída e de ótimo conhecimento. Sinceramente, caso você seja jornalista, acho que as coisas não vão piorar (pelo menos não muito) pra você, mas não posso dizer o mesmo para algumas pessoas que eu conheço. Imagine você um jornalista que odeia livros, detesta leitura no geral e sequer teve capacidade de fazer sua própria monografia. Estranho, né? Pois é, existe criaturas assim, e trabalham nas redações graças à reserva de mercado. Talvez resolvam se tornar profissionais realmente competentes ou procurem uma profissão que realmente possam desempenhar bem.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eneraldo Carneiro</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5567</link>
		<dc:creator>Eneraldo Carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 16:49:35 +0000</pubDate>
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		<description>Marok

Please. Ninguém está falando em melhorar os salários no país. O que eu afirmo é que agora os salários dos jornalistas, que já não são lá essas coisas, serão ainda mais deprimidos. Isso parece óbvio e não vejo como isso poderá resultar em melhoria na qualidade do jornalismo. Supondo que haja alguma preocupação com isso, pois algumas pessoas parecem crer que é disso que se trata.
Acho ingênuo crer, como parece ser o seu caso, que a atual deliberação do STF abre as portas do jornalismo para &#039;as massas&#039;. Você realmente acredita que algum jornal vai contratar agora redatores com 1º grau completo? Really? Se fosse isso seria bom? Se a resposta a ambas for negativa, escapa a minha compreensão como o fim do diploma avança no sentido da igualdade. Acho que você está misturando alhos com bugalhos. Pessoas &lt;i&gt;&quot;inteligentissimas, esforçadas e comprometidas&quot;&lt;/i&gt; tem que ter a oportunidade de estudar e concluir seus estudos, para então concorrer no mercado de trabalho, e não de pular etapas. E a solução &lt;b&gt; desse&lt;/b&gt; problema não passa por sair desregulamentando profissões, ao que me consta.
Noves fora que eu não conheço iniciativas visando desregulamentar outras profissões, coisa que a decisão do STF faculta. Tenho dúvidas de que irão aparecer.
Por fim receio que essa de que o &quot;...leitor é que tem que escolher...&quot; também esteja no rol das falácias, junto com o &quot;escrever é um direito de todos&quot;. O que é que o direito de escrever tem a ver com o exercício do jornalismo? Alguém por acaso é proibido de escrever qualquer coisa, se não for jornalista de carteirinha? Quanto á &quot;liberdade&quot; de escolha do leitor, ela é sempre restrita às opções existentes de veículos e meios, que são os que escolhem de fato, os que com tal ou (agora) qual diploma, irão compor seu quadro funcional. E que são também os que tem poder, num quadro oligopolizado, de &lt;b&gt;barrar&lt;/b&gt;  no mercado aqueles profissionais que não lhes interessam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marok</p>
<p>Please. Ninguém está falando em melhorar os salários no país. O que eu afirmo é que agora os salários dos jornalistas, que já não são lá essas coisas, serão ainda mais deprimidos. Isso parece óbvio e não vejo como isso poderá resultar em melhoria na qualidade do jornalismo. Supondo que haja alguma preocupação com isso, pois algumas pessoas parecem crer que é disso que se trata.<br />
Acho ingênuo crer, como parece ser o seu caso, que a atual deliberação do STF abre as portas do jornalismo para &#8216;as massas&#8217;. Você realmente acredita que algum jornal vai contratar agora redatores com 1º grau completo? Really? Se fosse isso seria bom? Se a resposta a ambas for negativa, escapa a minha compreensão como o fim do diploma avança no sentido da igualdade. Acho que você está misturando alhos com bugalhos. Pessoas <i>&#8220;inteligentissimas, esforçadas e comprometidas&#8221;</i> tem que ter a oportunidade de estudar e concluir seus estudos, para então concorrer no mercado de trabalho, e não de pular etapas. E a solução <b> desse</b> problema não passa por sair desregulamentando profissões, ao que me consta.<br />
Noves fora que eu não conheço iniciativas visando desregulamentar outras profissões, coisa que a decisão do STF faculta. Tenho dúvidas de que irão aparecer.<br />
Por fim receio que essa de que o &#8220;&#8230;leitor é que tem que escolher&#8230;&#8221; também esteja no rol das falácias, junto com o &#8220;escrever é um direito de todos&#8221;. O que é que o direito de escrever tem a ver com o exercício do jornalismo? Alguém por acaso é proibido de escrever qualquer coisa, se não for jornalista de carteirinha? Quanto á &#8220;liberdade&#8221; de escolha do leitor, ela é sempre restrita às opções existentes de veículos e meios, que são os que escolhem de fato, os que com tal ou (agora) qual diploma, irão compor seu quadro funcional. E que são também os que tem poder, num quadro oligopolizado, de <b>barrar</b>  no mercado aqueles profissionais que não lhes interessam.</p>
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	<item>
		<title>Por: Estêvão dos Anjos</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/06/2009/sobre-cozinheiros-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-5563</link>
		<dc:creator>Estêvão dos Anjos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:00:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=396#comment-5563</guid>
		<description>Um dos comentários apresentados foi que o jornalismo não afeta diretamente a sociedade, o que por si já mostra o desconhecimento desse juiz, vale lembrar que o que fazemos é Comunicação Social. Mas isso não é o pior. Além de revelar-se incompetente para dar um aval tão importante, a justiça, com essa afirmativa entrou numa enorme contradição. Peguemos o caso de um júri popular que tem a obrigação de dar um parecer sobre uma sentença...digamos a um psicopata, ou melhor, um corrupto para ficarmos na mesma área. Essas pessoas, que podem OU NÃO ter instrução, ficam resposáveis por decidir os próximos anos de uma vida e de várias vidas, interferindo diretamente com o &quot;social&quot; tao defendido por Gilmar. Sendo curto e grosso:se cidadãos comuns - pedindo licença ao termo empregado por Lula - podem interferir de forma tão direta na sociedade, por que nós - profissionais que se dedicaram 4 anos para uma função - não podemos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos comentários apresentados foi que o jornalismo não afeta diretamente a sociedade, o que por si já mostra o desconhecimento desse juiz, vale lembrar que o que fazemos é Comunicação Social. Mas isso não é o pior. Além de revelar-se incompetente para dar um aval tão importante, a justiça, com essa afirmativa entrou numa enorme contradição. Peguemos o caso de um júri popular que tem a obrigação de dar um parecer sobre uma sentença&#8230;digamos a um psicopata, ou melhor, um corrupto para ficarmos na mesma área. Essas pessoas, que podem OU NÃO ter instrução, ficam resposáveis por decidir os próximos anos de uma vida e de várias vidas, interferindo diretamente com o &#8220;social&#8221; tao defendido por Gilmar. Sendo curto e grosso:se cidadãos comuns &#8211; pedindo licença ao termo empregado por Lula &#8211; podem interferir de forma tão direta na sociedade, por que nós &#8211; profissionais que se dedicaram 4 anos para uma função &#8211; não podemos?</p>
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