O rock nacional morreu?

por Estêvão dos Anjos * – Lançado com a proposta de fazer uma retrospectiva dos clássicos do rock nacional, o recente Biquini Cavadão, Ao Vivo no Circo Voador (Som Livre, 2008), vai mais longe do que, a princípio, se propõe: o álbum sugere um questionamento acerca do que se vem produzindo neste gênero aqui no Brasil.

Com 21 regravações dividida em um CD duplo, a banda formada por Bruno Gouveia (voz), Miguel (teclados), Carlos Coelho (guitarra e violão) e Álvaro Birita (bateria), e que possui alguns músicos convidados, como Valmer Carvalho (sax) e agora Marcelo Magal (baixo), passeia por grande parte das canções que foram marco de uma época caracterizada pela poesia e canções de protesto.

No repertório, músicas de bandas consagradas, outras acabadas, mas que possuem letras que já fazem parte do melhor de nossa música, como “Índios”, da Legião Urbana; “Astronauta de mármore”, dos gaúchos do Nenhum de Nós; “Marvin” dos Titãs; e “Infinita Highway”, dos Engenheiros do Hawaií.

Além de canções nacionais, duas internacionais foram inclusas, destoando completamente da proposta do disco (“Taned love”, conhecida na versão gótica de Marylin Manson, e “Overkill” do Men at work, banda que, sinceramente, desconhecia).

O ponto fraco do CD encontra-se nas versões que não superaram as originais. A voz de Bruno encontra-se descompassada, ou soa estranha aos versos tornados conhecidos pela voz de Renato Russo em “Índios”; assim como a versão de “Fórmula do amor”, popularizada pelo Kid Abelha e por Leoni.

Mas não é nas canções que se encontra a tônica desse álbum. Atravessamos tempos em que o rock nacional encontra-se ofuscado por diversos gêneros que pipocam aos montes por aí, como o eletrônico, grande estilo da década, ou por “roqueiros” que fizeram do movimento uma modinha e mais um produto comercial, indo em direção contrária aos primórdios do gênero. Uma cantora que ainda ameaçou dar uma luz de esperança foi a baiana Pitty em seu primeiro disco, Admirável mundo novo, mas decepcionou nos dois seguintes. Em suma, o gênero perdeu sua identidade meio aos já mencionados novos estilo.

O hardcore pareceu ser, tempos depois, o movimento que viria resgatar a “aura” dos anos 80 e sua voz de protesto, mas tomou o mesmo rumo seguido por Pitty, tornando-se mais um na multidão. Alguns representantes ainda buscam manter-se firme em seu propósito de ser uma voz de alerta, porém as letras, quando chegam à sociedade, chegam com um discurso taxativo, beirando uma rebeldia sem causa e, pior, sem poesia – quando comparada a época de ouro resgatada pelo Biquini Cavadão.

Pergunto-me o que estaria sendo produzido no cenário fértil de hoje por bandas como Plebe Rude e RPM, representantes exponenciais dos que possuíam forte entonação política em suas, antes de qualquer coisa, poesias.

Até mesmo bandas que possuíam essa postura mais crítica parecem ter “mudado de time”, como se diz por aí. É o caso dos Titãs, que desde a década de 90 se popularizou mais (popularizar no sentido de se tornar pop, estilisticamente falando), e dos Paralamas do Sucesso, hoje uma negação. Talvez o fim dessas bandas tivesse sido mais proveitoso.
* Estêvão dos Anjos, jornalista, mora em Maceió. Blog: artenaarteria.blogspot.com.


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32 comentários | Dê sua opinião

  1. Silvio 07/06/2009 em 4:31 pm

    Vc desconhecia o Men at Work ? Olha, sinceramente…

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  2. Cézar 08/06/2009 em 1:42 pm

    Realmente, alguem que desconhecia Men at Work, falar de rock dos anos 80…
    A respeito do rock nacional, tente a Trama virtual, ou o myspace….esqueça a tv…

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  3. Igor 09/06/2009 em 3:46 pm

    Pra mim, o rock brasileiro dos anos 80 não me diz muita coisa, além da breguice e das tentativas de copiar o rock inglês ou americano da época.
    Nos anos 90, o que salvou foi todo o movimento mangue bit, esse sim, politizado e extremamente original (coisa que nos anos 80, quando este era politizado, carecia de originalidade).
    Agora esse papo de que o rock nacional morreu é sem sentido. Como o rapaz falou aí encima, hoje em dia com a internet é possível encontrar grandes representantes do rock brasileiro – cito 5 nomes para o colunista ouvir e tirar suas conclusões: Cérebro Eletrônico, Wado, Curumin, China e Koti e Os Penitentes.
    Tem muita música boa sendo feita no país, a diferença é que agora você precisa procurar um pouquinho.

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  4. vanderlei 20/06/2009 em 10:59 pm

    Lamentavel !!!!!

    Falar de rock dos anos 80 e não conhecer o Men at work grupo australiano que fez sucesso no mundo inteiro é demais, rsrsrsrs

    E a musica “Fórmula do amor”, foi regravada por Kid Abelha com participação de Léo Jaime e não com o cantor Leoni !!!

    A musica internacional gravada chama-se TAINTED LOVE e não taned love como foi mencionada.

    Eu acho que qualquer pessoa que tente ser critico musical no minimo deveria conhecer um pouco sobre o que está comentando ou pesquisar melhor o assunto.

    Abraços

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  5. luan azevedo 18/08/2009 em 12:03 pm

    Cara..esse cara realmente viajou!

    BichôÔ!!!quê isso!!
    Ouça o cd ou veja o dvd …o biquini dá uma repaginada no passado reascendendo a chama do rock nacional que a sociedade contemporânea tenta tanto ofuscar com composições incrivelmente idiotas espalhadas na mídia,,.. a Voz de Bruno Gouveia é singular no cenário do rock nacional..
    Ele não soa estranho e muito menos descompassado…ele traz arranjos particulares, é muito diferente..
    Caro estévão reveja seu conceito de Rock …/
    abçs..
    Luan azevedo

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  6. Leo Markes 18/08/2009 em 4:47 pm

    O cara viajou completamente.

    lamentavel

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  7. Christian Garcia 19/08/2009 em 10:17 am

    Conhecida na versão gótica de Marilyn Manson ???

    Apresentem o Soft Cell ao moço, por favor !!!

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  8. Rocky 19/08/2009 em 10:18 am

    O Rock nacional continua vivo sim, por meio de bandas como Made In Brazil (maior banda que o Brasil já teve), Velhas Virgens e tantas outras do cenário independente.

    O que morreu foi o rock de gravadora no Brasil, mas isso até é bom já que bandas desse genero produziram muito lixo e pouca coisa boa.

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  11. tami 07/09/2009 em 1:49 pm

    meu, em primeiro lugar, quem esse cara pensa que é pra falar que Bruno Gouveia descompassou????Meu, um dos únicos vocalistas de Rock dos anos 80 que ainda tem uma puta voz pra cantar, e Múmias ele canta tão bem quanto Renato na música e vem falar que ele não cantou bem Índios?!Ele só deu seu toque particular.
    Certo não sou critica de música, gosto tanto de rock anos 80 quanto algumas bandas novas que estão por aí, mas também criticar a Pitty e nem saber ao certo o nome de seu album, é o CUMULO, se liga não é Admiravel MUNDO Novo e sim ADMIRAVEL CHIP NOVO!!!!
    Rock nacional é o melhor que existe, e em pontos concordo que o de Legião, Biquini, Nenhum de Nós entre outros da epoca são os melhores que já existiram, mas cara, se liga e veja bem o q vc está criticando pra não passar todo esse carão…

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  12. DEYSILLY 08/09/2009 em 2:28 am

    PITTY E UM EXEMPLO DE CANTORA, ELA E A MELHOR CANTORA DE ROCK QUE O BRASIL JA CONHEÇEU, ELA TEM ATITUDE SABE O QUE QUER, ENQUANTO VOCES UNS DESOCUPADOS FICAM FALANDO MAU DOS OUTROS E NAO SE ENCHERGAM, E SE A PITTY NAO FOSSE UMA OTIMA CANTORA ELA NAO TERIA GANHADO O NUMERO DE PREMIOS QUE ELA GANHO E TAMBEM AS MUSICAS DELA NAO ESTARIA EM PRIMEIRO LUGAR NAS PARADAS DAS RADIOS DE TODO O PAIS.

    ENTAO VE SE CRIA VERGONHA NA CARA E PARA DE FALAR MAU DA PITTY, CONCERTEZA ELA E MELHOR QUE VOCE !!!!!!

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  13. Letícia 09/09/2009 em 8:13 am

    1º ADMIRÁVEL CHIP NOVO
    2º NADA MAIS A DECLARAR……..O CARA SÓ FALOU M………

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  14. Jean 09/09/2009 em 3:25 pm

    DEYSILLY minha cara,

    Olha, esse tipo de afirmação que você fez, é muito grave (Nós desocupados?)

    Creio que o Estêvão dos Anjos não necessita de ninguém para defendê-lo. Mas aí você falou mal de todas as pessoas que aqui escrevem.

    Sobre a sua afirmação sobre a Pitty (melhor não sei o quê) é furada! Já ouviu falar na Rita Lee? Provavelmente não. Há 4 décadas o mundo conhece os Mutantes, banda da qual ela foi vocalista.

    Agora sobre a Pitty (boa cantora, sem dúvida), sobre os prêmios e as vezes que suas músicas ficaram no topo, você já ouviu falar em jabá? Provavelmente também não.

    Sem tirar o mérito da roqueira baiana, se daqui há 40 anos alguém ainda ouvir falar nela, escreve para nós, beleza?

    Ah, pergunte para a própria Pitty se ela se considera a melhor cantora de todos os tempos do Brasil. (vai uma dica da resposta que ela irá te dar DEYSILLY : eu escrevi o nome nesse post, digo isso pq já a vi afirmando.)

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  15. Eder Rubens 29/09/2009 em 11:57 pm

    Concordo a respeito da crítica ao rock atual, embora existam bandas alternativas fora da grande mídia que mereceçam respeito. Lamentável no artigo, não conhecer Men at Work, grande banda australiana.
    Quanto as bandas atuais de rock parecem um sertanejo acelerado so se fala de amor, dor de cotovelo. O Brasil precisa de letras mais ácidas e críticas.Bom é saber que existem leitores críticos, todos indignaram sobre o seu descaso com a banda australiana aehehehheh

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  16. luan Azevedo 01/10/2009 em 11:13 am

    Cara..Concordo com vc Eder..em falar que algumas bandas do cenário do rock nacional parecem um sertanejo acelerado..Realmente só falam de amor..e tal..de um modo bem banal e vendem milhões…dica procc ouça Biquini cavadão no Circo Voador,e outra sinto falta daquelas composições da decada de 80 que criticavam a política,as açoes dos governantes como Paralamas do Sucesso…Isso tah faltando hoje em dia..Mas voltando a dono desse artigo ele merece uma medalha de falta de conhecimento..viu?rsrs…que cara bossal!!!
    abraços!

    Responder
  17. Ronaud Pereira 05/10/2009 em 9:53 pm

    É assim que a gente vê que vai envelhecendo. Eu me criei ouvindo Man At Work, e agora o cara vem me dizer que nunca ouviu falar… :-) entendo que há muito que desconhecemos, principalmente pra galera nova que vive nesse mar de informações de hoje, mas esta foi engraçada… ;-)

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  18. Luan Azevedo 05/10/2009 em 9:55 pm

    Caro Ronaud, tenho 20 anos sou um admirador da música e confesso adorar
    Men at work..Nada de vc se sentir envelhecendo não,infelizmente o nobre autor desse artigo não tem a cultura que algumas pessoas têm…

    Ele foi muito infeliz..rs

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  19. Daniel Fogo Takara 09/10/2009 em 3:32 pm

    Poxa, o ROCK é com a agua se ele acaba o mundo acaba junto…
    pó e falar de legião, nenhun de nos, biquini entre outros dos anos rebelde do rock como lobão, ultraje, titas é uma coisa aquela epoca era a epoca do rock hoje o rock esta mais vivo do que nunca nunca vai acabar minha sobrinha de apenas 5 anos ela viaja nos sons que citei acima, e a galera nova faz musicas conforme a epoca manda aquele tempo de ditadura foi bom pro rock agora não tem mais isso mais rock é rock em qualquer lugar, então indempendente de que tempos ou bandas nos falamos vamos apoiar todas e vive o rock por elel é vida…….rock é rock….falou galera…

    Responder
  20. Poliana Dantas 17/10/2009 em 7:27 pm

    Olha, eu até concordo com a opinião dele ao afirmar que o Rock Nacional transforma-se gradativamente em objeto de consumo e alienação, mas pelo amor de Deus! Como o cara se atreve a falar sobre a década de 1980 sem conhecer Men At Work e o intérprete original da música “Tainted Love” (e não Taned Love – mais um ponto negativo) – Soft Cell????Meu querido colega resenhista Estevão, sei que sou nova, mas dou-lhe um conselho como uma pessoa que exerce esse ofício tão excitante que é escrever resenhas(e apreciadora assídua da música oitentista): antes de escrever qualquer texto, embase-se acerca do tema abordado com informações CORRETAS e plausíveis, para não cometer equívocos tão pesados como esses!!!!!!!!

    Responder
  21. Max Demian 26/11/2009 em 10:55 pm

    Os EMOS vieram pra desgraçar o rock nacional.

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  22. nathalia 27/11/2009 em 8:23 am

    Como alguém que se coloca numa posição de critico musical, não conhece Man at work? admiravel mundo novo? Tudo bem cada um tem sua opnião mas quando são expostas devem sem fundamentadas meu querido.

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  23. Marcos 05/12/2009 em 5:43 pm

    Lendo isso tudo entendo porque os grandes jornais colocam repórteres muito experientes para serem comentaristas. Para criticar tem que entender do assunto! Esse cara é no mínimo lamentável em seus comentários, não entende nada sobre música e muito menos sobre o o Rock Nacional.

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  24. Roger Lima 14/12/2009 em 8:30 pm

    Assim como algumas religiões o rock, se ramificou em varias partes, por que as pessoas mundam e os gostos se diferem, essa e a lei da vida, mas no fundo, o bom e verdadeiro rock ainda continua vivo, eu venerava o legiâo, + quando o renato morreu pra mim acabou, deixem o rock emocore para os jovens globalizados de hoje, eu hoje me virei para o cenário internacional lá pelos menos o bom e velho rock ainda continua vivo!

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  25. O Rock Nacional não morreu 16/12/2009 em 9:25 pm

    Não, o Rock Nacional não morreu!
    Prova disso são as novas bandas que estão surgindo e fazendo sucesso: Garotas Suecas e Vivendo do Ócio.
    Ambos concorreram a Prêrmio de Artista Revelação no VMB.

    Responder
  26. Masigo 02/04/2010 em 10:12 am

    “Tainted Love” é um single composto por Ed Cobb. A versão original foi gravada em 1964 por Gloria Jones, mas só ganhou fama no mundo depois da regravação de Soft Cell.
    Agora, sobre não conhecer Man At Work, não da nem para falar ! . Ja tocaram no Brasil VÁRIAS VEZES. Tem até cd ao vivo chamado BRAZIL.
    E ssa tal de DEYSILLY que escrveu o comentário defendendo a Pity, é um exemplo prático da alienação dos “roqueiros” atuais da era MTV. Será que ela já ouviu falar de Rita Lee, Cassia Eller ou bandas como Mercenárias, Okotô, Volkana !? Não que a Pity seja ruim.
    Quanto ao Biquini Cavadão, o disco é muito bom mas não é o melhor que já ouvi quando se fala em relembrar os anos 80. Tentem ouvir “Combate Rock”.
    O disco é composto por alguns clássicos dos anos 80. Herbert Vianna canta Geração Coca-Cola (clássico do Aborto Elétrico, gravado posteriormente pela Legião), Dinho Ouro Preto canta Fui Eu (Paralamas), Roger (Ultraje a rigor) canta Shenna is a Punk Rocker do Ramones, Toni Platão canta Será (mais um clássico da Legião), Nasi (Ira!)canta Até Quando Esperar (o hino dos anos 80), Rédson (Cólera, banda punk paulistana) destrói em Pressão Social e Herbert Vianna faz uma parceria com Jander (vocalista e guitarrista da Plebe) em Sexo e Karatê. E ainda Philippe Seabra canta Lost in Supermarket do The Clash.

    Responder
  27. WENDEL 24/04/2010 em 11:22 am

    MELHOR BANDA DO ROCK NACIONAL E´O CINE ,RESTART,FIUK,FRESNO
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk decadencia

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  28. P.A 24/06/2010 em 2:10 pm

    Esse cara é crítico de música?
    Tá explicado porque o rock nacional virou essa porcaria que esta atualmente?
    Um bando de bichinhas, felizes e contentes.
    O pior não são as bandas, e sim quem as escuta!!!!
    Um bando de EMOSSEXUAL, sim claro, pq para se vestir daquela maneira, homem não é. Ou alguém tem alguma dúvida?

    Responder
  29. Thiago 10/08/2010 em 9:44 am

    “E a musica “Fórmula do amor”, foi regravada por Kid Abelha com participação de Léo Jaime e não com o cantor Leoni !!!”
    É fall seu leoni gravou esse musica tecnicamente a refazendo para seu estilo vocal, ele n disse que foi gravada com kid abelha e sim disse que ele gravou.
    Agora ele conhecendo ou n uma banda isso n terá efeito em sua reflexão em rock nacional, internacional sim pois men at work foi uma das melhores banda.

    Mias no brasil temos barão vermelho, cazuza, rita lee, legião urbana entre outros que nos trazeram bons momentos.

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  30. clayton 17/04/2011 em 11:53 pm

    Um critico que não conhece “men at work” não é digno de escrever esta coluna affffffff…..ta lokooooo!!!

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  31. Gabriel 10/10/2011 em 10:32 pm

    Aff,Anacrônico não é crítico??Ouve “Quem vai Queimar”,”Deja vú” e “Memórias” depois fala alguma coisa.O cara não conhece Men At Work,meu Deus como um cara desse pode escrever uma resenha,vergonha alheia

    Responder
  32. Murilo 10/11/2011 em 7:11 pm

    O texto me pareceu mais nostálgico/romântico do que uma crítica sobre o rock nacional. A impressão que tive é que o autor do texto tem vontade de “mais do mesmo”: quer que o rock de prostesto como foi feito renasça hoje. É bom lembrar que não estamos mais na década de 80, o regime militar acabou felizmente, ou seja, o contexto histórico evoluiu. Nesse sentido o texto está, a meu ver, anacrônico.

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