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	<title>Comentários sobre: Ridley Scott e seu Robin Hood</title>
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	<description>Revista digital de atualidade e cultura</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 13:51:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Trin</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2010/ridley-scott-robin-hood/comment-page-1/#comment-13785</link>
		<dc:creator>Trin</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 09:12:38 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei o Robin Hood do Scott.</description>
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		<title>Por: Ana Al Izdihar</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2010/ridley-scott-robin-hood/comment-page-1/#comment-13641</link>
		<dc:creator>Ana Al Izdihar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 23:29:57 +0000</pubDate>
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		<description>Olha, Paulo Cesar

eu tive bastante dificuldade em entender seu comentário, mas vou tentar te responder com aquilo que consegui entender.

Acho que foi você que não entendeu o que eu quis dizer sobre pontos em comum entre os filmes de Scott. Eu falei sobre o que há em comum nas narrativas e não nos roteiros. 

Mas compreendo o que você quis dizer com alguns diretores se tornarem &quot;funcionários públicos&quot; do cinema...

Se gosta de Scorsese, leia também minha resenha sobre Ilha do Medo

Obrigada por comentar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, Paulo Cesar</p>
<p>eu tive bastante dificuldade em entender seu comentário, mas vou tentar te responder com aquilo que consegui entender.</p>
<p>Acho que foi você que não entendeu o que eu quis dizer sobre pontos em comum entre os filmes de Scott. Eu falei sobre o que há em comum nas narrativas e não nos roteiros. </p>
<p>Mas compreendo o que você quis dizer com alguns diretores se tornarem &#8220;funcionários públicos&#8221; do cinema&#8230;</p>
<p>Se gosta de Scorsese, leia também minha resenha sobre Ilha do Medo</p>
<p>Obrigada por comentar</p>
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		<title>Por: Paulo Cesar</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2010/ridley-scott-robin-hood/comment-page-1/#comment-13631</link>
		<dc:creator>Paulo Cesar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 13:11:39 +0000</pubDate>
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		<description>Creio que há um engano na sua apreciação sobre Blade Runner. O filme não se encaixa em nenhuma das posições comparáveis aos outros filmes. Atualmente Scot faz uso excepcional dos detalhes de sm e iluminação, tornando as cenas dramáticas. Não importa mais a história ou estória, ele encontrou uma posição de conforto para si próprio. Não é ativo como Scorcezi, que ainda pesquisa, cria, recria, tem uma elegância natural em pesoa e nos filmes, passa as idéias de uma forma não agressiva e, no entanto, é autor de filmes de realismo fant´stico e extremamente violentos, mas que o espectador não pode perceber, pois ele cria algo que vai estourar apena dentro de lgumas cabeças. O resto dos diretores nõ trbalha mais, com exceção a San Mendes. Mas Scot perdeu a credibilidade, na minha opinião, quando fez o Gladiador. É um filme sobre o nada, sobre a desimportância do nada, um filme para a seção da tarde e nenhuma coisa mais, na minha opinião. Porém, Blade Runner tem uma caraterística diferente. Ele inova na apresentação de tudo. Tudo o que ele faz, em 1985 é inovar a linguagem cinematográfica, criando novos tipos de seres, com novas funções, com sentimentos, sugerindo um mundo perto do qual estamos hoje, o inchaço social, a tendência do tempo se manter sob efeito estufa já instalado, e o fato, para quem desejou ver, que ele também é um replicante, igualzinho a Rachel. Gera aí a dúvida, que poderia ter virado um novo filme, ou não. Mas faz pensar lá pra frente, que é o hoje, e que se aproxima, rapidamente,  do amanhã, tráfigo. Desculpe, portanto, mas creio que sua tese mistura coisas independentes. Algo como comparar Pulp Fiction a Amor à Queima Roupa, primeiro filme de Tarantino...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que há um engano na sua apreciação sobre Blade Runner. O filme não se encaixa em nenhuma das posições comparáveis aos outros filmes. Atualmente Scot faz uso excepcional dos detalhes de sm e iluminação, tornando as cenas dramáticas. Não importa mais a história ou estória, ele encontrou uma posição de conforto para si próprio. Não é ativo como Scorcezi, que ainda pesquisa, cria, recria, tem uma elegância natural em pesoa e nos filmes, passa as idéias de uma forma não agressiva e, no entanto, é autor de filmes de realismo fant´stico e extremamente violentos, mas que o espectador não pode perceber, pois ele cria algo que vai estourar apena dentro de lgumas cabeças. O resto dos diretores nõ trbalha mais, com exceção a San Mendes. Mas Scot perdeu a credibilidade, na minha opinião, quando fez o Gladiador. É um filme sobre o nada, sobre a desimportância do nada, um filme para a seção da tarde e nenhuma coisa mais, na minha opinião. Porém, Blade Runner tem uma caraterística diferente. Ele inova na apresentação de tudo. Tudo o que ele faz, em 1985 é inovar a linguagem cinematográfica, criando novos tipos de seres, com novas funções, com sentimentos, sugerindo um mundo perto do qual estamos hoje, o inchaço social, a tendência do tempo se manter sob efeito estufa já instalado, e o fato, para quem desejou ver, que ele também é um replicante, igualzinho a Rachel. Gera aí a dúvida, que poderia ter virado um novo filme, ou não. Mas faz pensar lá pra frente, que é o hoje, e que se aproxima, rapidamente,  do amanhã, tráfigo. Desculpe, portanto, mas creio que sua tese mistura coisas independentes. Algo como comparar Pulp Fiction a Amor à Queima Roupa, primeiro filme de Tarantino&#8230;</p>
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		<title>Por: Blog Arlesophia</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2010/ridley-scott-robin-hood/comment-page-1/#comment-15828</link>
		<dc:creator>Blog Arlesophia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 08:27:58 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;span class=&quot;topsy_trackback_comment&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_twitter_username&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_trackback_content&quot;&gt;#ultimas Amálgama: Ridley Scott e seu Robin Hood http://tinyurl.com/38ddn93&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
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