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	<title>Comentários sobre: De como você provocou a crise</title>
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	<description>Revista digital de atualidade e cultura</description>
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		<title>Por: trainsppotting</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-5148</link>
		<dc:creator>trainsppotting</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 02:04:36 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Essas expectativas lidam com a incerteza, é claro, e só podem ser transformadas em valor do ponto de vista econômico através dessa figura mágica que é o dinheiro “fictício”. Essa suposição quanto ao valor futuro, essa incerteza inevitável, está na base do conceito de juro, assim como está na base do mercado de futuros. Juros e negociações futuras são estratagemas para internalizar a incerteza e o risco. Eles perdem, desta feita, todo seu mistério e toda sua temeridade, pelo menos em aparência. A incerteza começa a aparecer, dissimulada que é, sob a forma de uma moeda, um valor negociável. Pois é justamente com essa incerteza velada que negociaram você, o sogrão, o banco, a empreiteira e o governo da ilha.&quot;

Interessante.
Expectativa, incerteza, risco, fictício, temeridade, futuras, conceito.
Num pequeno trecho do texto vemos bastante termos inererente ao ser humano, quantico por natureza e que faz escolhas e:
Viver é fazer escolhas sabendo que se pode fazer escolhas.
Nossa natureza quantica acaba sendo tratada conduzida por alguns mecanismos newtonianos e incompatíveis por natureza.
Me referi ao termo quantico apenas para disiguir o fato de que nossos desejos/escolhas extrapolam o mecanismo newtoniano, mesmo assim nossa sociedade esta ainda amarrada a este paradigama que se aplica muito bem a muitas necessidades ,mas em economia e suas interações não.

Tecnologia da Informação, só para citar um caso:

Lei de Moore e a Economia Mundial


Vou me apoiar nos ombros de alguns blogueiros gigantes para explicar, na prática, como se desdobrou a crise por outro ângulo, possibilidade/realidade/escolha/observador, sabendo que o observador pode imprimir mudanças no evento, apenas por observa-lo.

Alguém disse: &quot;Nada resiste a uma análise&quot;.
Considero o fato de nem mesmo a própria análise que faço resiste, tendo em vista que uma análises é temporal e o tempo é elástico:

Segundo o Prêmio Nobel de Economia, a Guerra do Iraque custou trilhões de dólares ao mundo e foi o chute no saco e o tiro no pé dos EUA. Dos EUA..Não do pessoal do Bush que sairam com os bolsos mais recheados, neste caso, nem poderíamos estar mencionando o fato Crise.
Partindo desta premissa, crise é um fator dependente de lado:
Qual lado você está?
Qual lado você escolheu?
 Não faz muito tempo estourou a bolha de tecnologia e novamente, agora, tecnologia é a atriz coadjuvante na recente Grande M, talvez maior que a Grande Depressão do começo do século pela velocidade da percepção e impactos.

Pessoalmente, penso que ela nunca teve importância. A Avenida Paulista, Ibirapuera, Centro fechados pelo &quot;PCC&quot; foi muito mais perceptivel e incomoda para mim e muitos internautas que esta crise em pauta, se é que ela ainda existe.

Segundo os analistas, passado o frenesi high tech, a bola da vez eram os imóveis com custos irreais, sustentado por um emaranhado de complexos algoritmos e derivativos matémáticos que mantinham os preços dos imóveis próximos de zero dentro de algum video-game rodando nos data-centers mundo à fora.

Os trilhões retirados da economia mundial (na forma de captações norte-americano) e injetados na Guerra do Iraque fez disparar os preços do petróleo, alimentos e todo tipo de comodities.

Até ai nenhum problema....  Que diferença faz o barril do petróleo custar 10 ou custar 100 dólares? No máximo, o Hugo Chaves vai falar mais, ou menos mau dos EUA, mesmo sendo esse seu principal cliente/parceiro de negócios com petróleo.

A princípio é só mudar uma  célula numa planilha eletrônica, um campo numa tabela sql no oracle, mysql ou db2 com os novos valores das variáveis em um servidor blade ou mainframe, que a poupança bamerindus continua numa boooooaaaa....

Até 1965 não havia nenhuma previsão real sobre o futuro do hardware, quando o então presidente da Intel, Gordon E. Moore fez sua profecia, na qual o poder de processamento dos chips teria um aumento de 100% a cada período de 18 meses. Essa profecia tornou-se realidade e acabou ganhando o nome de Lei de Moore. Esta serve de parâmetro para uma elevada gama de dispositivos digitais alem dos CPUs, na verdade, qualquer chip está ligado a lei de Moore, até mesmo CCD de câmeras fotográficas digitais.  Aparentemente, ela vem se mantendo valida até os dias atuais, mas a grande pergunta é “por quanto tempo perdurará a lei de Moore?”. Segundo o próprio Mr. Moore, numa palestra em setembro de 2007, exatamente um ano antes so setembro branco, no IDF ( Intel Developer Forum ), em quinze anos a &quot;lei&quot; perderá sua validade. E, pelo visto, desta vez é sério.  Acontece que o processo litográfico, usado na confecção de dispositivos semicondutores, tem uma limitação física.

Em breve, será impossível alinhar os átomos de silício de forma que seja possível controlar o fluxo eletrônico. O quê acontecerá, então? Há alternativas, mas nenhuma delas passa pelo &quot;transistor&quot;, como o conhecemos hoje. Nanotubos de carbono, computação quântica e chips biológicos são boas apostas mas você não vai encontrar em  nenhuma casas bahia.

Mas, e até lá?  Esperamos as possibilidade ou fazemos novas escolhas.

O primeiro a tratar a então profecia de Moore por Lei de Moore foi Caver Mead, então professor da Caltech, e pioneiro da VLSI Technology, no ano de 1970.  Em 1975, Moore revisou a sua previsão para, a cada dois anos, um aumento de 100% na capacidade de processamento dos chips. Porém um colega de Moore previu que um chip tenderia a dobrar o seu desempenho a cada 18 meses, mantendo é claro o custo.

Mas que custo?

Dobra-se a capacidade de transistores do processador a cada dois anos. Ok. Dobra-se o desempenho a cada dois anos, corrigido para 18 meses. OK. 
Mantem-se o mesmo custo. OK.
Lindo, mas qual custo?
O custo de Produção. OK.
Tah, mas e o custo para fazer o servidor/mainframe funcionar? 

Ah, depende do custo do pretróleo... Hummm. Malditos ou benditos aliados...

Calma, calma. Não é só o Bush...Tem mais...Só culpar o cara é sacanagem não é a melhor ou única escolha...

Como estão as coisas lá no Data-center que processa as informações que dão sustentação a bolha imobiliária e que agora terá que processar também a complexidade dos aumentos de custos das comodities mundo afora, a dificuldade em levantar fundos para tocar os malas norte-americanos, décadas com a conta pindurada no buteco e..... 

&quot;Ai meu Deus. Alguém pagou a conta de luz do data-center?&quot;

Conta de luz?

Eh. O Moore não te falou que a dissipação de calor dobra a cada dois anos e que dobra tb a conta de luz a cada 18 meses por causa da refrigeração necessária para o chip não fundir?

Por conta desta surpresinha, os custos para manter os computadores funcionando será maior que o custo do próprio computador entre 2004 e 2015 e mais rápido nos setores com uso intenso de TI.  

Dammmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!

&quot;Gartner Says 50 Percent of Data Centers Will Have Insufficient Power and Cooling Capacity by 2008   Gartner Analysts Examine Data Center Power and Cooling Challenges During Gartner&#039;s 25th Annual Data Center Conference, November 28 - December 1, 2006, in Las Vegas.&quot;

No bom portugues:

50% dos datacenters no mundo terão insuficiencia de refrigeração e energia em 2008. Porque 2008? Porque esta previsão já estava pronta quando surgiu os processadores. É da sua natureza.

Sem novidades. Já tivemos apagões nos EUA, no Canadá e no Brasil....
Não pega nada. Os computadores que sustetam a economia, ou ao gerenciamento das escolhas de seres quanticos funcionam com a força do pensamento......

E a corda começou estourarando onde eram maiores a complexidade de processamento de algoritmos e derivativos que regem o mundo moderno, entre eles, o setor imobiliário dos EUA.

Precisamos escolher mecanismos quanticos para continuarmos fazendo e gerenciando escolhas quanticas, sabendo que, se sofremos com crises, estas foram uma escolha, como diz o título do belo posting.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Essas expectativas lidam com a incerteza, é claro, e só podem ser transformadas em valor do ponto de vista econômico através dessa figura mágica que é o dinheiro “fictício”. Essa suposição quanto ao valor futuro, essa incerteza inevitável, está na base do conceito de juro, assim como está na base do mercado de futuros. Juros e negociações futuras são estratagemas para internalizar a incerteza e o risco. Eles perdem, desta feita, todo seu mistério e toda sua temeridade, pelo menos em aparência. A incerteza começa a aparecer, dissimulada que é, sob a forma de uma moeda, um valor negociável. Pois é justamente com essa incerteza velada que negociaram você, o sogrão, o banco, a empreiteira e o governo da ilha.&#8221;</p>
<p>Interessante.<br />
Expectativa, incerteza, risco, fictício, temeridade, futuras, conceito.<br />
Num pequeno trecho do texto vemos bastante termos inererente ao ser humano, quantico por natureza e que faz escolhas e:<br />
Viver é fazer escolhas sabendo que se pode fazer escolhas.<br />
Nossa natureza quantica acaba sendo tratada conduzida por alguns mecanismos newtonianos e incompatíveis por natureza.<br />
Me referi ao termo quantico apenas para disiguir o fato de que nossos desejos/escolhas extrapolam o mecanismo newtoniano, mesmo assim nossa sociedade esta ainda amarrada a este paradigama que se aplica muito bem a muitas necessidades ,mas em economia e suas interações não.</p>
<p>Tecnologia da Informação, só para citar um caso:</p>
<p>Lei de Moore e a Economia Mundial</p>
<p>Vou me apoiar nos ombros de alguns blogueiros gigantes para explicar, na prática, como se desdobrou a crise por outro ângulo, possibilidade/realidade/escolha/observador, sabendo que o observador pode imprimir mudanças no evento, apenas por observa-lo.</p>
<p>Alguém disse: &#8220;Nada resiste a uma análise&#8221;.<br />
Considero o fato de nem mesmo a própria análise que faço resiste, tendo em vista que uma análises é temporal e o tempo é elástico:</p>
<p>Segundo o Prêmio Nobel de Economia, a Guerra do Iraque custou trilhões de dólares ao mundo e foi o chute no saco e o tiro no pé dos EUA. Dos EUA..Não do pessoal do Bush que sairam com os bolsos mais recheados, neste caso, nem poderíamos estar mencionando o fato Crise.<br />
Partindo desta premissa, crise é um fator dependente de lado:<br />
Qual lado você está?<br />
Qual lado você escolheu?<br />
 Não faz muito tempo estourou a bolha de tecnologia e novamente, agora, tecnologia é a atriz coadjuvante na recente Grande M, talvez maior que a Grande Depressão do começo do século pela velocidade da percepção e impactos.</p>
<p>Pessoalmente, penso que ela nunca teve importância. A Avenida Paulista, Ibirapuera, Centro fechados pelo &#8220;PCC&#8221; foi muito mais perceptivel e incomoda para mim e muitos internautas que esta crise em pauta, se é que ela ainda existe.</p>
<p>Segundo os analistas, passado o frenesi high tech, a bola da vez eram os imóveis com custos irreais, sustentado por um emaranhado de complexos algoritmos e derivativos matémáticos que mantinham os preços dos imóveis próximos de zero dentro de algum video-game rodando nos data-centers mundo à fora.</p>
<p>Os trilhões retirados da economia mundial (na forma de captações norte-americano) e injetados na Guerra do Iraque fez disparar os preços do petróleo, alimentos e todo tipo de comodities.</p>
<p>Até ai nenhum problema&#8230;.  Que diferença faz o barril do petróleo custar 10 ou custar 100 dólares? No máximo, o Hugo Chaves vai falar mais, ou menos mau dos EUA, mesmo sendo esse seu principal cliente/parceiro de negócios com petróleo.</p>
<p>A princípio é só mudar uma  célula numa planilha eletrônica, um campo numa tabela sql no oracle, mysql ou db2 com os novos valores das variáveis em um servidor blade ou mainframe, que a poupança bamerindus continua numa boooooaaaa&#8230;.</p>
<p>Até 1965 não havia nenhuma previsão real sobre o futuro do hardware, quando o então presidente da Intel, Gordon E. Moore fez sua profecia, na qual o poder de processamento dos chips teria um aumento de 100% a cada período de 18 meses. Essa profecia tornou-se realidade e acabou ganhando o nome de Lei de Moore. Esta serve de parâmetro para uma elevada gama de dispositivos digitais alem dos CPUs, na verdade, qualquer chip está ligado a lei de Moore, até mesmo CCD de câmeras fotográficas digitais.  Aparentemente, ela vem se mantendo valida até os dias atuais, mas a grande pergunta é “por quanto tempo perdurará a lei de Moore?”. Segundo o próprio Mr. Moore, numa palestra em setembro de 2007, exatamente um ano antes so setembro branco, no IDF ( Intel Developer Forum ), em quinze anos a &#8220;lei&#8221; perderá sua validade. E, pelo visto, desta vez é sério.  Acontece que o processo litográfico, usado na confecção de dispositivos semicondutores, tem uma limitação física.</p>
<p>Em breve, será impossível alinhar os átomos de silício de forma que seja possível controlar o fluxo eletrônico. O quê acontecerá, então? Há alternativas, mas nenhuma delas passa pelo &#8220;transistor&#8221;, como o conhecemos hoje. Nanotubos de carbono, computação quântica e chips biológicos são boas apostas mas você não vai encontrar em  nenhuma casas bahia.</p>
<p>Mas, e até lá?  Esperamos as possibilidade ou fazemos novas escolhas.</p>
<p>O primeiro a tratar a então profecia de Moore por Lei de Moore foi Caver Mead, então professor da Caltech, e pioneiro da VLSI Technology, no ano de 1970.  Em 1975, Moore revisou a sua previsão para, a cada dois anos, um aumento de 100% na capacidade de processamento dos chips. Porém um colega de Moore previu que um chip tenderia a dobrar o seu desempenho a cada 18 meses, mantendo é claro o custo.</p>
<p>Mas que custo?</p>
<p>Dobra-se a capacidade de transistores do processador a cada dois anos. Ok. Dobra-se o desempenho a cada dois anos, corrigido para 18 meses. OK.<br />
Mantem-se o mesmo custo. OK.<br />
Lindo, mas qual custo?<br />
O custo de Produção. OK.<br />
Tah, mas e o custo para fazer o servidor/mainframe funcionar? </p>
<p>Ah, depende do custo do pretróleo&#8230; Hummm. Malditos ou benditos aliados&#8230;</p>
<p>Calma, calma. Não é só o Bush&#8230;Tem mais&#8230;Só culpar o cara é sacanagem não é a melhor ou única escolha&#8230;</p>
<p>Como estão as coisas lá no Data-center que processa as informações que dão sustentação a bolha imobiliária e que agora terá que processar também a complexidade dos aumentos de custos das comodities mundo afora, a dificuldade em levantar fundos para tocar os malas norte-americanos, décadas com a conta pindurada no buteco e&#8230;.. </p>
<p>&#8220;Ai meu Deus. Alguém pagou a conta de luz do data-center?&#8221;</p>
<p>Conta de luz?</p>
<p>Eh. O Moore não te falou que a dissipação de calor dobra a cada dois anos e que dobra tb a conta de luz a cada 18 meses por causa da refrigeração necessária para o chip não fundir?</p>
<p>Por conta desta surpresinha, os custos para manter os computadores funcionando será maior que o custo do próprio computador entre 2004 e 2015 e mais rápido nos setores com uso intenso de TI.  </p>
<p>Dammmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!</p>
<p>&#8220;Gartner Says 50 Percent of Data Centers Will Have Insufficient Power and Cooling Capacity by 2008   Gartner Analysts Examine Data Center Power and Cooling Challenges During Gartner&#8217;s 25th Annual Data Center Conference, November 28 &#8211; December 1, 2006, in Las Vegas.&#8221;</p>
<p>No bom portugues:</p>
<p>50% dos datacenters no mundo terão insuficiencia de refrigeração e energia em 2008. Porque 2008? Porque esta previsão já estava pronta quando surgiu os processadores. É da sua natureza.</p>
<p>Sem novidades. Já tivemos apagões nos EUA, no Canadá e no Brasil&#8230;.<br />
Não pega nada. Os computadores que sustetam a economia, ou ao gerenciamento das escolhas de seres quanticos funcionam com a força do pensamento&#8230;&#8230;</p>
<p>E a corda começou estourarando onde eram maiores a complexidade de processamento de algoritmos e derivativos que regem o mundo moderno, entre eles, o setor imobiliário dos EUA.</p>
<p>Precisamos escolher mecanismos quanticos para continuarmos fazendo e gerenciando escolhas quanticas, sabendo que, se sofremos com crises, estas foram uma escolha, como diz o título do belo posting.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Barbara Brosch</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-5142</link>
		<dc:creator>Barbara Brosch</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 19:45:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=357#comment-5142</guid>
		<description>Minha atividade no mundo dos negócios começou cedo, naturalmente economizava, até nos doces, só algumas mordidinhas, depois meu pai fazia questão de me levar no pregão da Bolsa de Valores c/ apenas 11 anos, ahhh...eu amava aquilo tudo...Fechado..fechado!  Q. alvoroço, q. gritaria...dinheiro...dinheiro...ações q. sobem ..vende! ações q. descem...compra! E os ricos!  Anota e anote...qtos. telefones e congêneres...E nós fazíamos muitas compras e vendas e depois  íamos comer um lanche... Chegávamos em casa, a mesa lotada de jornais... lógico na seção financeira, marca aqui, marca ali...Olha filha hj. lucramos tanto... amanhã vamos outra vez?
Hj. só quero uma estrela com meu nome, a Lua não dá pq. já tem dono com bandeirinha e tudo e o Sol é de todos e é de graça., e já está meio velhinho.
O q. Marx esqueceu foi o de levar &#039;muuuito em consideração&#039;  o problema da &#039;Natureza Humana&#039;...sempre e sempre o homem desejará mais e mais.
Ah...meu pai morreu vitimado por um ataque do coração, por causa q. o Caixa Eletrônico &#039;engoliu&#039; seu cartão e não dava p/ ver o extrato e tirar o &#039;tutuzinho&#039; necessário... Me pergunto hj. Pode uma &#039;coisa&#039; dessa?! Ele q. gostava de &#039;emoções fortes&#039; e era o homem do &quot;Vamos processar!&quot;  Pensei em fazer isto, mas ... &#039;isto&#039; não o traria de volta. Em todo caso, não se deixe de olhar todos &#039;os peixes&#039;. Como dizia o Balú, &quot;Necessário, sómente o necessário e nada mais&quot;... Bem americano...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha atividade no mundo dos negócios começou cedo, naturalmente economizava, até nos doces, só algumas mordidinhas, depois meu pai fazia questão de me levar no pregão da Bolsa de Valores c/ apenas 11 anos, ahhh&#8230;eu amava aquilo tudo&#8230;Fechado..fechado!  Q. alvoroço, q. gritaria&#8230;dinheiro&#8230;dinheiro&#8230;ações q. sobem ..vende! ações q. descem&#8230;compra! E os ricos!  Anota e anote&#8230;qtos. telefones e congêneres&#8230;E nós fazíamos muitas compras e vendas e depois  íamos comer um lanche&#8230; Chegávamos em casa, a mesa lotada de jornais&#8230; lógico na seção financeira, marca aqui, marca ali&#8230;Olha filha hj. lucramos tanto&#8230; amanhã vamos outra vez?<br />
Hj. só quero uma estrela com meu nome, a Lua não dá pq. já tem dono com bandeirinha e tudo e o Sol é de todos e é de graça., e já está meio velhinho.<br />
O q. Marx esqueceu foi o de levar &#8216;muuuito em consideração&#8217;  o problema da &#8216;Natureza Humana&#8217;&#8230;sempre e sempre o homem desejará mais e mais.<br />
Ah&#8230;meu pai morreu vitimado por um ataque do coração, por causa q. o Caixa Eletrônico &#8216;engoliu&#8217; seu cartão e não dava p/ ver o extrato e tirar o &#8216;tutuzinho&#8217; necessário&#8230; Me pergunto hj. Pode uma &#8216;coisa&#8217; dessa?! Ele q. gostava de &#8216;emoções fortes&#8217; e era o homem do &#8220;Vamos processar!&#8221;  Pensei em fazer isto, mas &#8230; &#8216;isto&#8217; não o traria de volta. Em todo caso, não se deixe de olhar todos &#8216;os peixes&#8217;. Como dizia o Balú, &#8220;Necessário, sómente o necessário e nada mais&#8221;&#8230; Bem americano&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carolina Maia</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-16090</link>
		<dc:creator>Carolina Maia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 17:24:13 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;span class=&quot;topsy_trackback_comment&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_twitter_username&quot;&gt;&lt;span class=&quot;topsy_trackback_content&quot;&gt;um beabá da crise financeira, no excelente blog amálgama http://migre.me/1maT&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><span class="topsy_trackback_comment"><span class="topsy_twitter_username"><span class="topsy_trackback_content">um beabá da crise financeira, no excelente blog amálgama <a href="http://migre.me/1maT" rel="nofollow">http://migre.me/1maT</a></span></span></span></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato de Aguiar</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-5004</link>
		<dc:creator>Renato de Aguiar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 20:07:06 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente com sua explicação....
E gostaria de acrescentar que Marx explicita que é um dos unicos meios da implosão do captalismo, a ruina interna em suas próprias instituições detentoras do capital!
21 de dezembro de 2012 tá aí segundo os Maias...
rerererererere

Vivemos uma faze marcante na história da humanidade!

Renato de Aguiar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com sua explicação&#8230;.<br />
E gostaria de acrescentar que Marx explicita que é um dos unicos meios da implosão do captalismo, a ruina interna em suas próprias instituições detentoras do capital!<br />
21 de dezembro de 2012 tá aí segundo os Maias&#8230;<br />
rerererererere</p>
<p>Vivemos uma faze marcante na história da humanidade!</p>
<p>Renato de Aguiar</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Diego Viana</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-4999</link>
		<dc:creator>Diego Viana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 17:01:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=357#comment-4999</guid>
		<description>Hehehee ri à beça com o comentário do nando. Fiquei encucado, tentando entender qual dos personagens do texto é trabalhador... Se é o rapaz que acha que é esperto investindo num ativo que não existe, se o sogro que especula com a casa do genro, se é o banqueiro que multiplica créditos podres ou se é o governo da ilha, que contrata obras com base em vento...

Me divirto muito com gente esquentadinha, mas semi-analfabeta...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hehehee ri à beça com o comentário do nando. Fiquei encucado, tentando entender qual dos personagens do texto é trabalhador&#8230; Se é o rapaz que acha que é esperto investindo num ativo que não existe, se o sogro que especula com a casa do genro, se é o banqueiro que multiplica créditos podres ou se é o governo da ilha, que contrata obras com base em vento&#8230;</p>
<p>Me divirto muito com gente esquentadinha, mas semi-analfabeta&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Narciso Silvestre de Freitas</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-4997</link>
		<dc:creator>Narciso Silvestre de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 13:24:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amalgama.blog.br/?p=357#comment-4997</guid>
		<description>Achei tudo excelente e fácil para qualquer leigo em Economia de um modo geral, até na Doméstica. Claros e concisos todos os comentários, mesmo se tratando de ficção. Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei tudo excelente e fácil para qualquer leigo em Economia de um modo geral, até na Doméstica. Claros e concisos todos os comentários, mesmo se tratando de ficção. Parabéns.</p>
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	<item>
		<title>Por: senatolites</title>
		<link>http://www.amalgama.blog.br/05/2009/de-como-voce-provocou-a-crise/comment-page-1/#comment-4995</link>
		<dc:creator>senatolites</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 13:18:39 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o texto. Entretanto vejo este tipo de problema de uma forma um pouco mais fundamental. O problema &quot;CRISE FINANCEIRA&quot; na minha opinião é o efeito de uma cultura de consumo, na qual a qualidade de vida está diretamente relacionada aos hábitos de consumo e desta forma não há como evitar casos como o mensionado no texto. Devido a isso, cada cidadão é, sim, responsável pelos trancos e barrancos que vivemos. Na minha opinião, as instituições deveriam existir para servir as pessoas e não o contrário, como ocorre no mundo em que vivemos, no qual uma pessoa &quot;perde o direito&quot; de viver com sua família para evitar a estagnação no crescimento da empresa em que trabalha (seria a empreiteira citada). Atualmente é lançado um produto e depois sua necessidade,  gerando lixo, acabando com o meio ambiente e principalmente com a qualidade de vida das pessoas. Para que crescer se com o simples coonhecimento de ciência básica pode-se concluir que esse crescimento etérno que buscamos é impossível. Deveriamos estar pensando em como equalizar as distribuições dos bens materiais que já estão disponíveis, em tornar mais eficientes os processo ao invés de inventar novos. Gerar trabalho ao invés de fabricar maquinas. Se cada pessoa tivesse que tratar seus próprios rejeitos, ou viveriamos em um lugar melhor ou a mortalidade seria maior que na idade média.
Pensem nisso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o texto. Entretanto vejo este tipo de problema de uma forma um pouco mais fundamental. O problema &#8220;CRISE FINANCEIRA&#8221; na minha opinião é o efeito de uma cultura de consumo, na qual a qualidade de vida está diretamente relacionada aos hábitos de consumo e desta forma não há como evitar casos como o mensionado no texto. Devido a isso, cada cidadão é, sim, responsável pelos trancos e barrancos que vivemos. Na minha opinião, as instituições deveriam existir para servir as pessoas e não o contrário, como ocorre no mundo em que vivemos, no qual uma pessoa &#8220;perde o direito&#8221; de viver com sua família para evitar a estagnação no crescimento da empresa em que trabalha (seria a empreiteira citada). Atualmente é lançado um produto e depois sua necessidade,  gerando lixo, acabando com o meio ambiente e principalmente com a qualidade de vida das pessoas. Para que crescer se com o simples coonhecimento de ciência básica pode-se concluir que esse crescimento etérno que buscamos é impossível. Deveriamos estar pensando em como equalizar as distribuições dos bens materiais que já estão disponíveis, em tornar mais eficientes os processo ao invés de inventar novos. Gerar trabalho ao invés de fabricar maquinas. Se cada pessoa tivesse que tratar seus próprios rejeitos, ou viveriamos em um lugar melhor ou a mortalidade seria maior que na idade média.<br />
Pensem nisso.</p>
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