E o vírus se espalha

-- Executivos fumando na avenida Paulista (foto:AE) --
por Guilherme Scalzilli
Há tempos os sensatos avisam que é necessário impedir a transformação do interesse coletivo num pretexto para restringir as liberdades individuais. Que os desafios do mundo contemporâneo exigem mais tolerância e menos opressão. Que as legislações proibicionistas voltadas ao consumo de substâncias estão fadadas ao fracasso. E finalmente que a própria filosofia da limitação de direitos pode alimentar sucessões crescentes de arbitrariedades, chegando a exageros tenebrosos e talvez irreversíveis.
Ninguém ouviu. Afinal, se nos acostumamos à inútil Lei Seca em estádios paulistas ou à escandalosa proibição da Marcha da Maconha, certamente aceitaríamos qualquer tirania gratuita que viesse acompanhada por certa aura civilizada e saneadora. Assim nasceu a perseguição ao tabaco. Primeiro endossamos os mentirosos ataques aos fumódromos. Depois permitimos que a ingerência estatal sufocasse o livre-arbítrio de proprietários e clientes. Então aceitamos que as milícias expulsassem os fumantes até das calçadas adjacentes aos bares e restaurantes. Agora, graças a uma iniciativa do deputado estadual Vinicius Camarinha (PSB), estamos prestes a ver praças, parques e praias tomados pelo expurgo antitabagista. Praias, senhoras e senhores.
Amedrontados com a inevitabilidade da descriminalização das drogas (em especial da maconha) e constrangidos pelas incoerências de um sistema tributário-consumista que não dá a mínima para a saúde do cidadão, os legisladores de índole retrógrada tomam caminho oposto ao do bom-senso. Criam instrumentos para excluir da vida social todos os abelhudos que tiverem a pachorra de menosprezar o culto à longevidade, esse deus enganador que ilumina o conservadorismo planetário. No limite, contribuem para destruir a alteridade, forjando uma sociedade homogênea e falsamente “saudável” dominada por eleitos que obedecem a determinados padrões físicos e comportamentais. Numa versão politicamente correta de eugenia, o Estado penaliza contribuintes adultos, honestos e conscientes, impedindo-os de gozar prerrogativas legítimas em pleno espaço público, só porque uns Mengeles da sociabilidade afirmaram que inexistem “níveis seguros” para a permanência deles entre os “normais”.
A caça aos fumantes baseia-se no repertório de mistificações que costuma povoar os mais variados ambientes totalitários. O tal “direito de não ser incomodado”, que só contempla uma parte da população, é típico do fascismo. Em nome do bem-estar coletivo, hansenianos e portadores de outras doenças também foram perseguidos e confinados. Obesos e homossexuais sofrem discriminações por motivos parecidos. A classe médica, incapaz de lidar com fumantes longevos e atletas enfartados, dá embasamento pseudocientífico a truculências profiláticas que jamais ousaria cometer, por exemplo, contra as fumaças do transporte urbano ou os agrotóxicos cancerígenos. E a OAB silencia diante dessa inconstitucionalidade flagrante, uma entre dezenas que fazem a vergonha do Supremo Tribunal Federal.
Depois de iniciada, a epidemia repressiva apodrece os órgãos da sociedade, todos, sem exceções legalistas que nos protejam. Combatamos a escalada autoritária enquanto ainda podemos denunciá-la.
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Finalmente alguém se “levanta” para falar desta inconstitucionalidade, este preconceito “politicamente correto” que coloca os fumantes na condição de párias da sociedade! Por favor: viva a liberdade!! Fumo e este é um problema meu, só meu. Sou adulta, vacinada e educada. Jamais, digo, jamais eu seria indelicada ou mal educada de fumar em locais fechados frequentados por não fumantes! Mas nós, fumantes,também merecemos respeito! Ou então que se pare com esta hipocrisia e proíbam a fabricação e venda de tabaco!
A caça aos fumantes é completamente válida, caro Guilherme. Afinal de contas, se as pessoas não fumassem, elas viveriam pra sempre. É como tem que ser, né?
- – -
Falando sério agora: não concordo com tudo o que você escreveu, mas defenderia cada vírgula com unhas e dentes, caso isso servisse para acabar com o preconceito contra os fumantes.
Sinto saudades de um tempo – um tempo que não conheci, é claro – em que as pessoas morriam. Só isso. Morrer sem culpa, ou melhor, sem que alguém lhe “culpe” pelo seu próprio falecimento, é difícil hoje.
Acho que você se sentiria melhor deixando o tabaco. Eu deixei, minha esposa já deixou, e meu filho também. Não sou contra alguem continuar fumando, desde que fume onde eu não possa sentir o incômodo cheiro.
Isso é uma piada, né?
Se for, é ótima… ri muito… e ri alto…
Mas, comparar aqueles que não querem as baforadas fedorentas de outrem em sua cara com os fascistas e a “liberdade de fumar” com as liberdades individuais é… bem… é mais que um exagero, já é patológico.
É tão sem noção que nem errado consegue ser.
…
Tô rindo até agora…

depois daquela “do papagaio”, essa “do fumante” é a segunda melhor piada do mundo.
Se você fuma, o problema não é só seu, mas meu também, que não fumo e tenho que sentir a porcaria do cheiro do cigarro e ainda carregar comigo essa deliciosa lembrança muito depois de você, que nem repara mais na fetidão, ir embora. O seu direito de fumar do meu lado deve ser igual ao meu direito de manter um pote de merda do seu e passá-la em você, para que você carregue a lembrança do meu odor muito tempo depois de nos separarmos. Topas?
Por fim, uma pergunta séria: a liberdade tem limite? Qual? O caso aqui é claramente esse, discutir até onde pode ir a sua liberdade em relação à minha liberdade e, eventualmente, à liberdade de uma maioria, ainda que bem saibamos que democracia está longe -ainda bem- de ser apenas a vontade da maioria.
Sr. Quasi! Que tristeza! Realmente a sua visão de mundo é muito mal educada! O Senhor sabia que existem pessoas fumantes educadas? Se não sabe…..não sei com quem o Sr. anda convivendo…..provavelmente com pessoas iguais ao Sr. não é?
O simples ato de um fumante acender um cigarro perto de um não fumante responde sua pergunta. Mas talvez não seja uma questão de educação, mas sim de simplesmente nem achar que isso seja um problema, afinal, a liberdade individual e blah blah blah…
Gente só uma pergunta: fumar na rua, longe dos não fumantes é crime??? E beber até cair, vomitar no vizinho ao lado, ou dirigir alcoolizado (dizem que isto está controlado ah!ah!ah!) matando inocentes é só um pequeno efeito do relax do final de semana???
Não defendo o fumo, NÃO defendo o fumo em locais fechados, NÃO defendo fumar ao lado de não fumantes, NÃO defendo a falta de educação e civilidade, aliás, bem pouco “defendida” nos dias de hoje! APENAS defendo meu direito, até onde chega o direito do outro! Ponto. Que coisa mais nazista esta falta de respeito ao direito alheio! E Estes não fumantes “recentes” (aqueles que até ontem achavam tudo lindo) são os piores. Parece coisa da idade média. “eu não posso então também ninguém pode”. Ah! Vá catar coquinho! Leiam um pouco sobre a história da humanidade, se informem e parem de agir como vacas de presépio que seguem qualquer onda que aparece no horizonte escuro da discriminação, falta de respeito e dignidade!
Você não acha que a lei anti-fumo, vai de encontro com seu pensamento?
“Não defendo o fumo, NÃO defendo o fumo em locais fechados, NÃO defendo fumar ao lado de não fumantes, NÃO defendo a falta de educação e civilidade, aliás, bem pouco “defendida” nos dias de hoje! APENAS defendo meu direito, até onde chega o direito do outro!”
No Brasil somam-se 552 mortes de fumantes passivos por dia
http://12dimensao.wordpress.com/2011/02/05/tragedia-silenciosa-mortes-por-causa-do-cigarro-no-brasil-equivalem-a-uma-tragedia-como-a-causada-pelas-chuvas-no-rio-de-janeiro-a-cada-dois-dias/
Gozado. Está provado que em São Paulo se vive menos – devido a poulição. Vive-se 10 anos a menos! As avenidas continuam poluídas por inúmeros caminhões, à despeito do Rouboanel. Não há como se tomar metrô ou ônibus sem ser expremido feito sardinha em lata. Propagandas de empresas “policamente corretas” nos dizem para gastar menos água ao tomar banho. Em compensação inumeráveis pontos da SABESP disperdiçam milhões de litros d’água no meio das ruas. Falta de manuteção? Por que não protestam contra o desperdício da Sabesp? Para que servem os altos impostos que pagamos, tal como o IPTU? A hipocrisia é alarmante. Protestem contra a precariedade dos transportes urbanos! Contra a corrupção que impede que metrôs sejam cosntruídos em SP! Se o cigarro polui e mata, o que dizer de tudo o que foi dito, e dos agrotóxicos que são lançados nas verduras e frutas que comemos? E o café nacional cheio de podridão? Mas vão ser “conduzidos” assim, no raio que os parta! Protestem contra o que lhes mata a cidadania, “senhores” . Viver é bom. Vocês morrem de preocupação como fumante e são mortos todos os dias em suas cidadanias. Por que não protestam contra coisas sérias? Vão empilhar coquinho na ladeira, seus “conduzidos” , babacas!
1º Não sei se você sabe, mas as fumaças não possuem os mesmos componentes. Carros ou qualquer outro automóvel, não polui o ar com TABACO nem POLÔNIO ambas altamente cancerígenas e que afetam mais fumantes passivos(os que apenas respiram a fumaça).
Carros expele principalmente gás carbônico(que causa mal apenas na temperatura do planeta) e quando mal regulados, expelem carbono, este sim perigoso ao pulmão e provocador de asma.
Exagero é 552 pessoas morrerem no Brasil por dia por respirar algo que não lhe causa sequer prazer.
Quantos morreram nessas chuvas no Rio mesmo? Ahh, imagina por dia!
http://12dimensao.wordpress.com/2011/02/05/tragedia-silenciosa-mortes-por-causa-do-cigarro-no-brasil-equivalem-a-uma-tragedia-como-a-causada-pelas-chuvas-no-rio-de-janeiro-a-cada-dois-dias/
concordo com algumas das colocações d@s herman@s.
cada lugar tem suas atividades pertinentes, não é?!
bom, fumar é realmente problema de quem fuma. mas, puxando um exemplo – espero – mais razoável e mais parecido com fumar em locais públicos: música alta no ônibus. ok! sem problema! mas com fone!
e fumar?! afora os lugares fechados, como ônibus (nunca vi ninguém fumar num ônibus), qual o problema?! como a música alta: tem limite!
filas, paradas de ônibus e lugares públicos com grande concentração de pessoas num pequeno espaço, se torna realmente falta de educação.
esse é um diálogo válido, para revermos nossas atitudes!
inclusive de tolerância e civilidade!
abraços calorosos!
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Respondendo ao Henrique: Não discuto uma lei que protege o direito de todas as pessoas. TODAS. Sou contra, totalmente, à discriminação tacanha contra aqueles que querem fumar, apoiando assim uma hipocrisia muito rasa: porque então não se proíbe a fabricação e venda de tabaco? Veja: Se algo pode ser legalmente fabricado e vendido, porque não pode ser comprado e utilizado também legalmente????Faz sentido????
Bom dia
Concordo com tudo…tudo…mas, infelizmente, o ser humano muitas vezes só toma consciência com repressão…posso estar falando uma grande besteira…mas, quantas vezes vomitei em ônibus por conta dos fumantes ao meu lado (onde estava a consciência deles em não fumar dentro dos coletivos?) … quantas vezes cheguei em casa cheirando cigarro dos pés até o último fio de cabelo porque os fumantes não se retiravam da mesa para fazê-lo (onde estava a consciência deles)…Não sou contra os fumantes, de maneira alguma, mas contra esse vício maldito sim e de que forma podemos ajudá-los (se é que eles precisam de ajuda), pois ouço de muitos: preciso parar de fumar…Se não fosse esta perseguição, quando eles tomariam consciência?
Pelo que vejo, o texto é (ou pretende ser) sério, ou, ao menos, os leitores o estão levando a sério.
1º) não se está proibindo o fumo, assim, sua liberdade individual de fumar na sua casa está preservado.
2º) destaco o trecho “estamos prestes a ver praças, parques e praias tomados pelo expurgo antitabagista. Praias, senhoras e senhores”.
Que bom, digo eu, afinal, nada mais nojento que bituca de cigarro na areia da praia.
É bom aprendermos que o espaço público não é uma terra de ninguém.
Além disso, uma proposta de lei é discutida, debatida e, finalmente, aprovada. Respeita-se, assim, o trâmite democrático. Não tem nada de fascista nisso.
Fascismo seria uma minoria fumacenta impor sua vontade.
Hehe… tá parecendo discussão religiosa. Mas, enfim, concordo em grande parte com o que você disse… Mas eu não sou tão sensato assim, até porque tenho motivos egoístas em parte justificáveis para me distanciar de fumantes. Tenho uma alergia terrível a cigarro, minhas vias nasais se entopem, começo a tossir, e se ficar muito tempo exposto a um ambiente assim posso acordar com uma amigdalite no dia seguinte… É, eu sei, eu sou sensível demais, fresco também… mas, fazer o que.
Dito isso, acho que o Estado não deveria tentar se influir tanto assim na esfera individual dos sujeitos. Mas, tendo em vista aquele papo do fumante passivo e tal, alguns limites devem existir, até pelo bom senso, não concorda?
Pra mim tá de bom tamanho fumódromos em locais fechados e só! Alguém aí acha insuficiente ou alguém acha que até isso é fascismo?
Um baita humorista esse senhor Guilherme, claro que a liberdade de fumar deve ser preservada e que se dane a liberdade dos outros de não querer sentir o cheiro imundo do cigarro, afinal, os incomodados que se retirem, não?
Espaço público só para fumantes já! E ainda quer falar de fascismo…
bosco,
>Acho que você se sentiria melhor deixando o tabaco.
nao fale por pessoas que você nao conhece. eu parei um ano de fumar e nao gostei nadinha. eu gosto de fumar, e sempre gostei. e gostava desde criansa cuando alguem fumava na minha presensa. eu respeito a sua opiniao que você se sent melhor sem fumar, respeita tamem a minha que eu nao me sinto melhor sem fumar. você provavelment é um nao fumant genético que nunca deveria ter fumado. mas eu sou um fumant genético. como eu sou um cara que pela minha genética nao gosta de batata, e talvez você gost. e talvez você goste de refrigerant e eu nao gosto. ece tipo de respeito tem com tudo, mas nao com o cigarro. aí a minoria resolveu achar qui “fumo incomoda” i nao é gostoso, i a minoria qui gosta é simplesment ignorada.
paulo soares, quasi,
talveiz voceis considerim as baforadas “fedorentas”, mais os aztecas davam tabaco di present cuando alguem fazia uma coisa boa pra sociedad. i era um grande previlejo. i no plano marshall cuasi a metad da ajuda aos alemaes era cigarros. nao é porkê os americanos achavam ki o ki tavam dando era horrivil i sim pra levantar a moral dos alemaes. i os alemaes adoravam as toneladas di cigarros ki ganhavam. porkê com elas dava pra dar baforadas fedorentas? kem dizia ki fumant dava baforadas fedorentas era o hitler. ou o bush. i si a maioria dos jenerais deli nao focim fumants, os fumants teriam tido o mesmo distino ki os judeus, os ciganos i os omo-sexuais.
einstein, freud, obama, john lennon, churchill, i centenas di grands políticos i premios nobel eram tudo associais ki só gostavam di dar baforadas fedorentas na cara dos outros, né?
como voceis ixplicam ki o tabaco por milharis di anos era considerado por muinta jent como uma planta ki cherava bem i agora a grand maioria acha ki é fedorenta? como voceis ixplicam ki centenas di milhoins di pessoas ki gostavam di fumar de repent acham o tabaco fedorento? voceis acham ki mudou o nariz das pessoas? acham ki os olfatos ficaram melhoris? dificil di acreditar. mais mi pareci se uma isteria coletiva. o “fedor” num ta nu nariz, ta na cabessa.
a mim mi incomoda u barulhu i a fumassa dos carros, mais eu nunca iria pidir a proibissaum dus carru, i eu nunca diria ki us motorista saum seris associais i egoistas. eu morei pur muintus anu pertu du aeroportu di congonhas, i era uma barulheira infernau. mais eu nunca pedi a proibissaum du aviaum. i si eu for numa mina di carvaum eu axu orriviu, i mesmu acin eu num pessu u fexamentu di minas.
ants da proibissaum eu num gostava di i im locau naum fumant. mezmu acin eu nunca pedi a proibissaum di lugar naum fumant. oj im dia, mezmu sem proibissaum a maioria dus bar i restaurant (pelu menus dus restaurant) seria pra naum fumant. mais us anti-fumant num axam issu u suficient i axum ki tem ki proibir dentru dus locais, fora, si pociviu na rua, nus parc, nas praia, nu propriu carru i si u fumant nu fim for criminalizadu comu u consumidor di droga, elis axam bom tamen – eles sao pecador comu todu mundu, responsaveu de um milhaum de maneras diferentes pela destruissaum du meiu ambiente e pelus danu a propria saúde, mais eles ignoram ece fatu e preferem pedir a proibissao dakilo ke eles mezmus num consomem (mais).
os antifumante sao jente egoísta, malvada? naum. u ke a maioria faiz “erradu” nunca vai se consideradu erradu pur essa maioria. us alemaum nus anus 30 nunca tiveram a consciencia de ke tavam apoiandu um sistema injustu cus judeu, us americanu nunca tiveram a consciencia de ke tavam apoiandu um sistema injustu cus comunista, us europeu num tem a consciencia de ke taum apoiandu uma histeria coletiva contra us mussulmanu, e us antifumante num tem consciencia de ke taum apoiandu uma histeria coletiva contra us fumante. e se você conversa cum um, us argumentu deles acabam depois de 2 o 5 minutu. mas eles num precisam da lógica: eles tem a massa apoiando eles (e em parte até fumantes, provavelmente fumantes ke sao naum fumante geneticu).
“as pessoas num tem u menor problema de acreditar na ideia mais absurda du mundu, nu momentu em ke você conseg convencer elas de ke essa idéia é aceita pela maioria.” – arthur schopenhauer.
é verdade, foi uma decisao democratica. mas de uma democracia feia. uma democracia ke despreza totalmente uma minoria ainda é o governo da maioria, mas nao é uma democracia bonita nem sensata. é mais uma democracia nazista – tamen hitler foi eleito pela maioria do povo alemao. uma democracia sensata é uma em que a maioria fica com a maior parte do espasso, mas deixa um espasso pra minoria. ja proibiram em onibus, trem, aviao, loja, em todo espasso fechado. podiam deixar pelo menos uns 20% de bares e restaurantes pros 20% de fumantes. e se eu quero abrir uma companhia de onibus só pra fumantes (e nao fumantes que preferem a companhia de fumantes), eu tambem sendo fumante, eu nao posso. isso nao é democracia, é ódio. só porque o bush foi eleito e os EUA sao uma democracia, nao quer dizer que a invasao do iraque foi coisa boa.
eu sou pela felicidade de todos, mas os anti-fumantes sao só pela felicidade dos nao fumante. a ideia é que o fumante tem que sofrer, daí ele vai acabar pegando o “caminho do bem”. na alemanha, onde eu moro, pode fumar em frente dos bares, com ou sem toldo. e nunca um antifumante teve a ideia de achar que a fumasa em frente incomoda. porquê os antifumants sabem que o fumant ta la fora passando frio. mas no brasil, se deixacem o fumant fumar em frente ou atrás dos restaurants em spasso aberto, o fumant nao sofreria nada. e o antifumant nao pode dormir sabendo que o fumant nao ta sofrendo, por isso no brasil ja foi proibido fora tamem. nao é o incômodo o problema, porquê cada um podia ir ond se sentice bem. o problema é o odio. a dois mil anos no imperio romano foi contra a minoria cristan, no ultimo século contra os judeus, nos states contra os comunistas (mccartismo), agora na europa i stados unidos contra os mussulmanos, i no primero mundo i nas suas “marjins” (por ex. brasil) os fumant.
i kem conseguiu criar eci clima? a industria farmaceutica, ki paga só pra OMS 10 milhoes di dolaris por ano (muinto mais ki no combat contra outras doensas), ki por sua veiz tem centros di colaborassao no mundo todo (no brasil o instituto nacional do cancer, o principal ajitador contra os fumants). porkê a industria farmaceutica paga tanto pra “provar” ki o fumo pacivo é nocivo? alguem é ingenuo o suficient pra achar ki deu um atac di altruismo na industria farmacêutica? num seria muinta coinsidensia ki elis vendim us propriu produtu di tabacu, i cuantu mais proibissaum, mais tem (ex-)fumant comprandu remediu pra parar di fumar i mais tem fumant usandu calmant, prinsipaument us ki saum a basi di nicotina? .
a umanidad num pod viver sem inimigus. uma pena.
zé do rock (autor, entri otrus, du livru ‘a cada sigundu morri um naum fumant’ (só im alemaum (jede sekunde stirbt ein nichtraucher))
… se me pareceu correto, nem todos tem entendimento correto e profundo do caso em questão.
quero deixar um elegio para nossa amiga LÍDIA ISABEL STEFANI, concordo.
“Maldito seja O vício ou melhor Todo vício e perdoado sejam todos os fumantes”
concordo que inumeros fumantes são cultos, intelectuais, mestre, doutores, phd’s etc e com todo esse potencial mental defendem simplesmente o direito de ter um vício tera nocivo a sua saúde ?? e se defendem dizendo apenas ” a vida é minha e faço o que quero dela ” isso francamente é uma postura inteligente ?? os fumantes precisam Sim ser respeitados, como todos OS seres Humanos precisam ser respeitados, eiiiiiiiiiiiii Fumantes escutem por favor, essa voz que vos fala:
Vocês todos ocupam um lugar sério e precioso na sociedade, todas as empresas, universidades, meios de comunicação, filmes, teatro, grandes eventos etc existem fumantes.
Agora faço a pergunta: e se vocês morrerem no tempo de uma semana apenas, como fica ?? já pensaram nisso ?? deixar maridos para outras, deixar esposa para outros, deixar filhos ao léu, deixar 25 ou 30 ou 40 anos de enorme luta para conseguir o que tem hoje e em apenas uma semana perder o mais precioso que TODOS precisam e não podem deixar e Não querem deixar se perder “a vida”
Eu não vi ninguém comentar que foi curado de câncer e que seu tempo de fumante é passado pois vi essa doença dentro de casa e o sofrimento que a pessoa passa depois de anos e anos fumando ela pede pra morrer pois não suporta a intensidade da doença e toda a sua família entra no deserto junto e o pior 6 meses depois essa pessoa tão amada vai para o outro lado da vida, onde não se pode voltar mais e nem visita-lá… doe
Tudo isso para quê ??? um charme, um estilo, marcas diferentes traz glamour (Cabin85-japão, R5 Alemanha, Dan hill-Eua, Peter stuvessaynt-Aústria, Sobraine-Russia e tantas outras) slim, menthol…
seus filhos podem carregar defeitos em seus dna’s, dificuldades de aprendizagem, dificiências e distúrbios mentais… tudo isso para dizer “a vida é minha faço dela o que quero” não, não façam isso
A liberdade que muitos falaram não é o cigarro quem traz a única coisa que ele traz é doença e doença é prisão e prisão é morte e morte não é liberdade.
Amigos, sim Amigos fumantes precisamos de vocês mas não dos cigarros que carregam, para se viver um boa vida e com bons frutos é preciso ter vida e ninguém doente em cima de uma cama na uti pode ser útil pra alguma coisa
Cigarros matam e não trazem vida eles consomem a vida.
Na maioria dos casos existe uma enorme ansiedade por n fatores na vida, que vão levar ao continuo uso dos cigarros e isso não deixa você lutar de frente com tal problema dentro de você pois quando o problema quer aflorar, então chame a válvula de escape o cigarro.
Com respeito a todos e amor no coração.
point-x@hotmail.com
Parabéns pelo texto.
São pequenas ações realizadas por todos, que podem contribuir com a qualidade de vida e com um meio ambiente mais preservado.
Um dos graves problemas, são as bitucas de cigarro.
Milhões desses resíduos são descartados todos os dias.
pensando nisso a ECOCITY Soluções Ambientais, no Brasil, criou o PROGRAMA BITUCA ZERO, de coleta e reciclagem do resíduo.
Único no mundo, o programa é uma importante ferramenta de gestão ambiental e de resíduos, e acima de tudo uma ação de cidadania.
Conheça mais sobre o PROGRAMA BITUCA ZERO no site:
http://www.ecocitybrasil.blogspot.com
BITUCA ZERO: O MEIO AMBIENTE AGRADECE!
É necessário respeitar as pessoas que (por não saberem que o tabaco envelhece as células do em cerca de quarenta anos) fumam. Tem de se lhes dar tempo para interiorizarem que a sociedade vive muito melhor sem drogas como o tabaco que tiram a vida a centenas de pessoas diariamente pelo mundo fora. Há uma coisa que os fumadores, no meu caso não têm o direito de dizer e que é ‘eu é que mando no meu próprio corpo’. Não é assim e nunca será. Quando um fumador adoece com cancro do pulmão, da língua, do esófago, etc, etc, para onde vai ele? Para o hospital, claro. Quem paga os impostos para manter o hospital a funcionar? Somos todos nós que pagamos os nossos impostos aos estado. Um fumador com cancro num hospital custa ao estado, mês milhares e milhares de Euros. Eu trabalho e pago os meus impostos e quero que os hospitais sejam utilizados para curar as doenças que as pessoas contraem involuntariamente. Um fumador torna-se sempre um toxicodependente e depois um doente com uma carga pesada para o estado e para todos nós. Não me quero alongar mais, pois, podia-se falar de um perigo maior: o ar e a água do nosso planeta está a ser contaminado pelos mais de 4000 químicos produzidos pelo fumo do tabaco. Se juntássemos todos os fumadores num local poderia ver-se uma nuvem negra de poluição contínua a ascender para a atmosfera como se de um incêndio de proporções nunca vistas se tratasse. Antes das pessoas pensarem nelas e nos seus infelizes vícios deviam pensar na saúde do nosso planeta. Em vez de tabaco, que não alimenta ninguém e só traz prejuízo, plante-se antes algo que sirva para aliviar a fome que graça pelo mundo.