Boris e os garis. Boris e a ditadura

No final de 2009, Boris Casoy mostrou seu pensamento social:

(aqui, ele pede desculpas)

*

Na ditadura militar, Boris Casoy mostrou seu pensamento político:

-- Abrindo a fileira, o companheiro Boris --

-- Função do companheiro Boris: Agitprop --

São fotos das páginas da revista O Cruzeiro de 9 de novembro de 1968, reportagem de Pedro Medeiros sobre o Comando de Caça aos Comunistas. As imagens acima foram pegas no blog de Milton Ribeiro e no Cloaca News, que desenterrou a matéria e o passado do hoje jornalista da Band que anda a reclamar das políticas “ditatoriais” do governo Lula. Como se vê, de ditadura ele entende.

- Daniel Lopes


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9 comentários | Dê sua opinião

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  2. Kris Efe 12/01/2010 em 6:20 am

    Maaazzáá, o Borys é da turma do bafón entonces, hihihihi

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  3. romério rômulo 12/01/2010 em 11:19 am

    daniel:
    o bóris casoy foi pego com a boca na botija. como diz o texto da revista, ele é um covarde. continua o mesmo. a foto dele é a primeira à esquerda.
    um abraço.
    romério

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  4. fred.k 12/01/2010 em 12:35 pm

    Daniel, essa reportagem de “O Cruzeiro” é uma das coisas mais horrendas da imprensa brasileira, digna do estado atual da “Veja”.
    O Boris é de direita? É. Mas não era CCC. E só para lembrar, na época “O Cruzeiro” era dirigida pelo David Nasser. Quem sabe quem é, sabe a credibilidade do sujeito.

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  6. Fernando 12/01/2010 em 9:50 pm

    A Band que já devia ter se posicionado decentemente sobre as ofensas aos garis pelo seu (de) formador de opinião Bóris Casoy ou Kassoy, está ganhando tempo, servindo-se da polêmica em cima do plano de DH.

    Misturar as questões de perdão definitivo aos algozes da ditadura x exposição de imagens nas repartições públicas x reintegração de posse em propriedades improdutivas x outras pérolas, recorda-nos as mentiras vergonhosas que impulsionaram o golpe de 64.

    Vade retro CCC !!!

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  7. Livia Where 13/01/2010 em 6:45 pm

    Quando se diz algo ofensivo durante uma discussão, no calor de uma briga, num momento de explosão em que não se consegue raciocinar direito aí sim, pede-se desculpas. Desculpas que podem ser aceitas justamente pelas condições mencionadas no início. Tá difícil, Boris. Foi uma vergonha!!!!!

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  8. b 18/01/2010 em 9:23 pm

    Sabe que não me surpreende a atitude do Boris?
    Se ele tivesse tido a oportunidade de ao menos 1 vez na vida, chegar perto da alegria das pessoas simples, ele talvez tivesse dúvidas sobre a própria alegria (?) – se é que existe.
    Além do mais, garis são pessoas não dígnas de piedade não. A maioria é concursada, recebem além do salário a insalubridade o que faz com que acabem recebendo, por ex., na cidade onde moro, quase 2 salários mínimos – pouco para a importância do que fazem mas diante do desemprego, tá bom.
    Se eu fosse de alguma associação de garis lá prás bandas de onde o Boris mora, faria um movimento prá que a rua dele ficasse umas 3 semanas sem coleta.
    Certamente, prá qualquer um de nós, qualquer gari é muito mais indispensável do que a expressão e a imbecilidade de Boris Casoy – um “reaça” – como se dizia no tempo da ditadura militar.
    Grata.

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  9. Marok 03/02/2010 em 9:04 am

    O problema é a confusão que se faz entre felicidade e dinheiro, como se estivessem necessariamente atrelados um ao outro. Esse comentário do Bóris pode até não ser o que ele pensa realmente, mas a “graça” da piada que ele soltou naquele momento se origina dessa confusão que eu citei.
    É um assunto complicado, acho que antes de atacar a pessoa que proferiu a imbecialidade seria preferível atacar a imbecialidade em si. Assim, vai perder a graça ser um imbecil.
    Sobre a relação entre dinheiro e felicidade, que foi o tema da frase do Casoy, é uma pena que a maioria (99%) das pessoas considere que um empresário bem sucedido tenha muito mais chances de ser feliz do que um gari. O dinheiro é apenas um dos elementos que compõem a felicidade de uma pessoa, e nem é dos mais importantes, mas com certeza é o mais ilusório de todos.
    Uma pessoa com o grau de instrução do apresentador em questão deveria saber disso e usar sua condição para instruir outras pessoas a esse respeito. Talvez isso lhe trouxesse mais felicidade, pois a consciência é muito mais determinante nesse aspecto do que o dinheiro.

    Responder

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