14–01–2009
Entrevista com Ilan Pappe
A Globo News reapresentou há poucos dias, em seu programa Milênio, uma entrevista com o historiador israelense Ilan Pappe. Recomendo aos leitores do Amálgama que assistam atentamente ao vídeo, de pouco mais de 23 minutos. Pappe, autor de The ethnic cleansing of Palestine (resenha aqui no site), é implacável em sua desconstrução dos mitos do passado e do presente de Israel. [Daniel Lopes]


o prof pappe com sua serenidade nos dá uma lição de história que desmistifica a propaganda do governo israelense quanto ao povo palestino.
só vem a confirmar o que eu, modestamente, há algum tempo, venho afirmando que a solução do conflito aponta para um estado binacional na palestina, não há outro jeito. vide o exemplo, aliás citado pelo historiador, da áfrica do sul.
parabéns ao amálgama pelo vídeo.
abçs
obs: alguma idéia do lançamento do livro aqui no brasil ou em portugal?
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Carlos, que eu saiba o livro ainda não tem previsão de ser traduzido por aqui. Mas o original pode ser encontrado no site da Cultura por um preço até razoável, veja: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2132895&sid=98220320510121954609826974&k5=275FECDB&uid=
Abs.
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A entrevista está disponível aqui:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM944425-7823-SILIO+BOCCANERA+ENTREVISTA+ILAN+PAPPE,00.html
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Excelente documentário. O conflito manter-se-á enquanto Israel fôr apenas uma base militar americana.
O actual apoio dos Estados Unidos ao governo israelita corresponde aos interesses próprios americanos. Numa região onde o nacionalismo árabe pode ameaçar o controle de petróleo pelos americanos assim como outros interesses estratégicos, Israel tem desempenhado um papel fundamental evitando vitórias de movimentos árabes, não apenas na Palestina como também no Líbano e na Jordânia. Israel manteve a Síria, com o seu governo nacionalista que já foi aliado da União Soviética, sob controlo, e a força aérea israelita é preponderante na região.
Como foi descrito por um analista israelita durante o escândalo Irão-Contras, onde Israel teve um papel crucial como intermediário, “É como se Israel se tivesse tornado noutra agência federal [americana], uma que é conveniente utilizar quando se quer algo feito sem muito barulho.”
O ex-ministro de Estado americano, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior e o único porta-aviões americano que é impossível afundar.
O alto nível continuado de ajuda dos EUA a Israel deriva menos da preocupação pela sobrevivência de Israel mas antes do desejo de que Israel continue o seu domínio político sobre os Palestinianos e que mantenha o seu domínio militar da região.
Na realidade, um Estado israelita em constante pé de guerra – tecnologicamente sofisticado e militarmente avançado, mas com uma economia dependente dos Estados Unidos – está muito mais disposto a executar operações que outros aliados considerariam inaceitáveis, do que um Estado Israelita que estivesse em paz com os seus vizinhos.
Israel recebe actualmente três mil milhões de dólares por ano em ajuda militar dos Estados Unidos.
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Leim que artigo esclarecedor:
“É sempre assim: toda vez que Israel reage àqueles que o atacam ou que põem em risco a sua existência como Estado; parte da mídia tende a tratá-lo como espécie de “inimigo público número um” no Oriente Médio.
Deu no programa “Milênio”, dia 05/01/2009 (época em que Israel incursionava em Gaza) e foi reprisada no dia seguinte exaustivamente pelo Canal Globonews a entrevista com o historiador revisionista judeu Ilan Pappe tomada pelo repórter da Rede Globo Silio Boccanera.
O israelense Ilan Pappe pertence à safra dos “novos historiadores”, turma que se propõe rever fatos históricos, no mais das vezes, atribuindo a tais acontecimentos a pecha de “falsos” ou “manipulados”, propondo revisionar os fatos sob a sua ótica ideológica de esquerda.
Ilan Pappe não foge à regra e segundo o seu livro “The Ethnic Cleansing of Palestine” (A Limpeza Étnica da Palestina), o povo judeu – pelo sionismo, antes mesmo da fundação do Estado de Israel em 1.948 – vem promovendo uma limpeza étnica do povo árabe na palestina, inclusive por meio de guerras.
A chamada da “Globonews” anunciava a entrevista fazendo menção à referida obra de Ilan Pappe segundo a qual “ajuda a entender os recentes acontecimentos na faixa de Gaza”.
Pois bem.
Muito conveniente essa reprise da entrevista com o marxista israelense Ilan Pappe em um momento em que Israel incursionava em Gaza – conveniente, é claro, para os padrões de um jornalismo tendente a manipular a opinião pública.
Nessa senda, irônico é o fato de Karl Marx, também de ascendência judaica, depois de defecar o comunismo, aduzir que o fez para se vingar de Deus e do seu povo (mais conhecido como povo de Israel). Com efeito, servindo ao propósito de o seu ideal, o comunismo exterminou, em todo o mundo, mais de duzentos milhões de vidas humanas! Ilan Pappe, como político do partido comunista israelense – Hadash, não conseguiu introduzir, nos anos 90, o marxismo em Israel – fato que o frustrou a ponto da psiquiatria e, agora, procura vingar-se de Israel e do seu Deus por meio de burlesca ideologia conhecida como “revisionismo” – ala excêntrica esquerdista que se propõe a “desmistificar” fatos históricos e reinventá-los, ou melhor: interpretá-los a seu bel prazer, é claro.
Ideologia esquerdista? “Sim senhore, positone”.
Eis ai o venezuelano Hugo Chaves e a revisão (reinvenção) da história da América Latina pelo tal
bolivarismo!
Mas, é tão distorcido e contraditório o revisionismo do marxista judeu Ilan Pappe que ele não foi capaz de explicar na entrevista que concedeu a Globo como é que a população ÁRABE ISRAELENSE sói cresce no estado de Israel: árabes comerciantes; árabes padeiros, árabes joalheiros, árabes donas de casa, árabes professores, árabes cientistas, árabes músicos, árabes engenheiros, árabes advogados, árabes médicos, enfim e que convivem com o cidadão israelense judeu, harmoniosamente, dentro do território de Israel!
Ora, para quem (Israel) quer fazer e “sempre fez” “uma limpeza étnica” (da população árabe)
segundo o revisionismo de Ilan Peppe, muito estranho não é mesmo?
Aliás, reflexo dessa crendice absurda e risível do revisionismo foi visto no “Manhattan Connection” (GNT da rede Globo), ocasião em que o jornalista Lucas Mendes chegou ao cúmulo de ponderar se os mísseis qassam não seriam preparados e disparados pelo próprio mossad (serviço secreto israelense) contra o próprio territorio de Israel a fim de justificar o ataque na faixa de Gaza por motivos eleitoreiros… Tal disposição de torcer os fatos foi de pronto rechaçada pelos outros comentaristas, ainda bem para a história!
Só faltava essa!
Mas o revisionismo é isso aí, tão aberrante quanto à ideologia que o sustenta. Tendente a acreditar em papai Noel.
É preciso ser honesto e deixar de transferir a Israel uma responsabilidade que não é sua! O povo árabe palestino foi quem conduziu o Hamas ao governo de Gaza! Escolha do povo palestino! Ele próprio o fez! Se os palestinos desejam de verdade a paz, já passou da hora de promovê-la, não acha Willian Waack?
Este jornalista propôs-se a responder a questão do “o quê”, afinal, seria agir de forma proporcional por parte de Israel, já que a pregação da imprensa era a de que a IDF – Israel Defense Force estava usando força desproporcional em Gaza.
Pois bem. Se a saída em relação ao Hamas (que tem como fundamento de governo a extinção de Israel) não é a militar e sim a política, você não acha Willian, que o povo palestino, ele próprio, precisa lançar mão dela (política) diante do seu governo, o Hamas? É que transferir para Israel tal tarefa é mesmo muita leviandade.
Lamento a perda de vidas, inclusive de crianças palestinas. A cena daquelas cinco irmãs mortas é mesmo de fazer chorar e é, de fato, uma perda terrível e muito preocupante. Agora, o governo palestino do Hamas deveria prezar pela vida dos seus concidadãos e estes, por sua vez, verificarem que governo almejam.
Por outro lado, impensável minimizar os efeitos dos mísseis qassam sobre os israelenses!
Mas, retornando diretamente a Ilan Pappe, outra frente distorcida do revisionismo é o pacifismo.
Eu disse pacifismo e não o exercício da paz!
O exercício da paz e o pacifismo são coisas antagônicas.
O pacifismo propõe o automartírio de uma nação pelo fato de ser mais forte do que a outra que lhe ataca! Coloca de joelhos o mais forte diante do mais fraco em nome de uma paz alijada, capenga.
Excêntrico e confuso, mas é isso mesmo que o pacifismo é!
Israel possui um povo organizado que ama estudar, que ama a liberdade, que trabalha e desenvolve tecnologia de ponta, e que por amar a paz desenvolveu poderosa tecnologia militar. Um povo que combate de verdade a corrupção.
Já o “fatah” palestino, corrupto, desvia as milionárias “ajudas” estrangeiras para o seu deleite pessoal, cujos membros residem em mansões, viajam para o exterior, mantém vultosas contas bancárias lá, desfilam em limusines em detrimento do seu povo que vive em estado de miserabilidade.
O Hamas, por sua vez, arma-se até os dentes, pouco se lixando para o pescoço de suas crianças e suas mulheres. Aliás, o seu líder morto pela aviação de guerra israelense, à época do conflito, Nizar Rayyan, confirma esse fato ao gerar filhos para incitá-los, covardemente (ele mesmo não ousou fazê-lo), a explodirem-se em meio a civis israelenses como homens bombas, caso que ocorreu com um dos seus filhos.
Mas eu não vejo a globonews trazer “especialistas” para falar dessa ideologia Hamas que é o considerado o “fraquinho” no conflito. Também nada diz a respeito dos “casamentos” entre marmanjos árabe-palestinos e menininhas de seis anos de idade e assim vai…
Então, Israel deveria ter sido colocado de joelhos por ser o mais forte e suportar os mísseis atirados contra si, afinal, como bem lembrado por Lucas Mendes tais mísseis acertam as pessoas só de vez em quando!
No Sudão vimos os pacifistas agitarem bandeiras brancas e o povo de Darfur dizimado cruelmente e ainda estão sendo. A imprensa? Que nada! Bandeiras brancas bem hasteadas!
Em 1993, na Somália, enquanto agitavam os pacifistas as suas bandeiras brancas, Mohamed Farrah Aidid ria e massacrava o povo com a sua milícia. Quando Clinton, enfim, resolveu agir militarmente, os pacifistas bradaram e hastearam as suas bandeiras brancas pedindo “um cessar fogo imediato” das tropas americanas…
Pera ai. Deixa-me entender: contra a agressão armada bandeiras brancas, é isso? As tropas americanas, melhores armadas, jamais poderiam insurgir-se contra a maltrapilha milícia de Aidid e o melhor a fazer seria acenar bandeiras brancas para ela não é; mantendo-se o estado caótico de coisas criado pela milícia?
Agora sim dá para entender o seqüestro da menina Eloá no Brasil: eliminar Lindemberg, como por diversas vezes teve a chance a polícia militar seria atentar contra o pacifismo; logo, o melhor mesmo foi deixar a garota morrer nas mãos do facínora, seu algoz, mantendo-se o estado caótico de coisas criado por ele mesmo.
Ah! E o sequestro daquele ônibus no Rio de Janeiro em que o bandido matou a refém – tem até filme brasileiro a respeito – exterminá-lo seria uma tremenda desumanidade, o certo mesmo foi manter o estado caótico de coisas criado pelo próprio marginal e a vítima seqüestrada pagou o pato, Certo? Certíssimo na visão do pacifismo!
Mas não é só.
Outro ponto de vista revisionista, bem atual, é o de atribuir à ofensiva israelense no sul do Líbano em 2006, como sendo “um fracasso total” a fim de desacreditar a operação militar em “Strip Gaza”. Contudo, depois do término da ofensiva contra o Hezbollah nunca mais ele lançou um misseozinho sequer no território israelense como vinha fazendo antes da ofensiva de 2006!
Pretender “revisionar” um passado distante vá lá, mas os fatos ocorridos no ano de 2006 são muito recentes para iniciar uma distorção!
Portanto, senhores da imprensa, não dá mesmo para induzir toda e qualquer opinião. Vão devagar. É horrível a guerra? Sim, é. A paz deve triunfar? Imediatamente.
Agora, tentar incutir a idéia de que os judeus querem proceder a uma limpeza étnica na palestina com base no revisionismo ressentido de Pappe é mesmo demais.
Eli-Ezer Emess”
link: http://eli-ezer-emess.blogspot.com/2009/09/globonews-o-revisonismo-de-ilan-pappe-e.html
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Este proprio ultimo comentário bem demonstra uma costumeira estratégia: a utilização da máquina de propaganda para tentar desacreditar fontes que tenham uma opinião independente. Penso que a Alemanha Nazista também adotava este tipo de conduta, bem como o de massacrar populações indefesas: talvez hoje, o uqe se veja, seja uma repetição da história, onde quem foi vítima tornou-se algoz. Pobre dos Palestinos. Que Deus os proteja!!!!
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Não vi aqui nenhum argumento consistente e sério contra o prof. Ilan. Ser marxista, de esquerda não é argumento!! Ser ressentindo também não já que todo seu humano é movido pela culpa e ressentimento traços inerentes a existencia humana. Evidentemente quando extrapolam causam sofrimento ao ressentido e se este tiver poder, destruição. É verdade, stalin foi um criminoso execrável mas ele não era marxista!!! O comunismo de estado de stalim nada tinha a ver com o comunismo de marx. Aliás é bom lembrar que hitler foi um ditador da direita mais reacionária..e adivinhem que ajudou a colocá-lo no poder??!! O capital inglês e americano – com a ajuda do capital judeu que por trás destes também colaborou imensamente – q na época se borravam de medo do comunismo. Muitos judeus não engolem este fato até hoje.
O desvelamento da mitologia sionista dos professores Pappe, Norman Finkelstein, Noam Chomsky, Avi Shlaim só para citar alguns é de uma coragem moral e intelectual admirável. O assim chamado estado de israel vem sofrendo uma derrota significativa na opinião pública no mundo inclusive entre judeus americanos onde o lobby judeu exerce uma influência desproporcional no congresso americano mas que na opinião pública daquele país vem mostrando sinais de insatisfação crescente.
Certas verdades no iníciio são ridicularizadas, num segundo momento violentamente atacadas e por último patetica e cinicamente admitidas.
A bomba atomica não será em última análise garantia para a sobrevivência de israel. Exerce evidentemente um incostestável poder de persuasão mas é bem provável que os próprios israelenses graças a eles mesmos destruam-se a si próprios a medida que não reconheçam certos fatos históricos.
Vejamos o que a história nos reserva
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Milton Coradi:
April 15th, 2010 at 10:49 am
Ser marxista é o “x” da questão. E dizer que comunismo e marxismo não são sinônimos, de duas, uma: ou não se conhece os fatos históricos ou simplesmente os distorce de propósito como o faz Pappe! O marxismo é maligno em sua essência: basta ler o manifesto COMUNISTA ( e não marxista…) e ver-se-á o vezo destrutivo de sua ideologia. Quanto ao artigo de Eli Ezer Emess, você não é capaz de empreender uma refutação sequer! A abordagem genérica e vazia a respeito do assunto só demonstra que Eli tem mesmo razão!
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Eu disse – preste ATENÇÃO – que o comunismo de Marx nada tem a ver com o dos estados comunistas do leste europeu!!!
Sobre a adjetivação de Marx ‘defecar’ e outros nada diz de concreto apenas trai o ressentimento burguê capitalistas dos judeus que até hoje não engolem o fato de Marx, trotsky, Rosa de Luxemburgo serem todos judeus que lutavam pela emancipação do ser humano e não somente dos judeus. Hitler e Mussolini foram assasínos da direita e não comunistas ‘malignos’..rsrs..E é bom se lembrar disso: foi o capital inglês e americano – com a conivência da burguesia judaica e mesmo de seu capital como grandes industriais e banqueiros que ajudaram a colocar hitler no poder para combater o comunismo -DE STALIN NÃO DE MARX !! que batia a porta. Mas essas diferenciações e constatações para o ódio ressentido do burguesão judeu ou não judeu pouco importa. É preciso honestidade intelectual e moral para uma reflexão desapaixonada e neutra das coisas.
O estado de Israel só existe porque Golda Meir prometeu aos americanos e ingles que Israel jamais seria um estado socialista eporque o holocausto ajudou a acelerar a entrega da palestina aos sionistas. A europa , os estados unidos sentiam-se culpados pelo holocausto e resolveram ajudar os sionistas e olhar para o outro lado em relação a enorme população árabe da palestina e por esses nãos erem de ascendência européia e branca tiveram mesmo que se submeter e sofrer a limpeza étnica levada a cabo pelo colonizador sionista. Quanto a isso Os sionistas não foram melhores ou piores que os colonizadores em todas as épocas..inclusive há semelhanças muito curiosas e interessantes sobre os discursos de hitler para invadir a suábia e os dos sionistas – uma minoria se opôs – de expulsão sumária de todos os residentes não judeus da palestina. Para maiores detalhes consultar as obras de respeitados judeus historiadores já a disposição. Atenção cara pálida!! nem todos esses historiadores que desmascaram a história por trás dos mitos sionistas são ‘defecadores marxistas’ hem…rsrsrs
Os sionistas repetem a história dos massacres das colonizações e a camuflaram com bons e velhas estórinhas para a devida lavagem cerebral mas que já começa a ruir..inclusive nos USA e , surpeendentemente em Israel! Os sionistas expulsaram e violentarm os palestinos de forma sistemática para fundar seu estado em terra ‘virgem’ e ‘bravia’….rsrs..A história é mesmo caprichosa e irônica!!
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1 -Em Vez de usar como cortina de fumaça o fato de Pappe ou outros historiadores serem desta ou daquela corrente ideológica não anula nem nos desobriga de checar o fortemente documentado livro de Pappe e de Norman G. Finkelstein e de Shlomo Sand – ” the invention of the jewish people ‘ – que aliás é de direita. Para não falar de uma pléiade de pesquisadores que estão denunciando em bases profundamente documentadas as atrocidades sionistas e..francamente nos importa se eles são de direita, esquerda centro ou sei lá o que. Atendo-nos objetivamente aos fatos documentado e relatados por esses autores até agora não encontramos nenhuma discrepância ou desonestidade intelectual…infelizmente para nós judeus…
2 Todo aquele que diz algo diz sempre de um ponto de vista ideológico..e se ele for de esqueda!!?? qual o problema??!! Existem muitas esquerdas. Por que ser de esquerda comprometeria a crítica daqueles que estão limpando a poeira – por exemplo – dos empoeirados arquivos da hagana!!??
Ser de direita também não denigre nenhuma análise ou crítica. Temos que nos ater aos fatos documentados nos livros daqules que estão desmascarando certos mitos sionistas.
3 Não se compreende porque tanto alvoroço e histeria dos judeus que adoram ver antisemitismo em tudo e todos – é a síndrome da vítima – em relação a entrevista de Pappe. A internet está repleta e cada vez mais esses autores como o Chomsky são ouvidos..questionar a vitimização judaica está deixando de valer como chantagem política dos judeus em geral e particularmente de Israel para oprimir e sacanear os palestinos..NInguém diz que os palestinos são santos mas com certeza foram eles que pagaram a conta do Holocausto nazista aos judeus. Felizmente em talvez uma ou duas gerações muito mais gente e judeus começaram a repensar a questionar e cobrar certas coisas…
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Ah! Golda Mayer, quem dera pudesse estar à frente do parlamento israelense! Aliás, por falar em Golda, eis uma boa resposta a Ilan Pappe: “o dia que os palestinos amarem a seus filhos mais do que odeiam ao Estado de Israel, aí sim haverá Paz em Israel ”.
Realmente, à medida que me deparo com discurso como o seu mais me convenço que o marxismo é o “x” da questão e é mesmo maligno em sua essência! Só o marxismo com os seus devaneios e utopias poderia incitar judeu contra o Estado de Israel. É isso ou a loucura total mental e varrida! Pobre Pappe! Coitado!
O marxismo desde e depois de Stalin, ainda com Leon Trotsky, com Lênin e pós Pol Pot; com Fidel Castro e seu carniceiro Guevara (no caribe e não no leste europeu…); a cortina de ferro soviética, a China de Mao e depois de Mao com o seu infanticídio populacional; a pobre Coréia do Norte e seu deus Estado representado no bizarro ornitorrinco, ou melhor, onipotente Kim Jong-il; a Venezuela de Hugo Chaves e a liberdade de inexpressão; Abimael Guzmán e o Sendero Luminoso; as FARC; Lula e o mensalão com a Dilma terrorista: “em nome da causa vale tudo…”; o MST e o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3; aliás, marxistas e marxismo sim, mas com muito, muito mesmo e muito e muito conforto capitalista heim… (que hipocrisia, não?); ou seja, o marxismo de Marx tem tudo a ver com o comunismo dos estados comunistas do leste europeu, da Ásia, da África, da América Latina e de Ilan Pappe!!! Ah, da Alemanha Oriental também até 1989!!! (e que benção que ruiu para os alemães daquele lado do muro, não acha?) O cachorro é o mesmo, só muda a coleira. Uma sugestão: pergunte aos alemães “orientais” o que pensam do marxismo, comunismo ou socialismo, como preferir…
O que mais estarrece no marxismo não são as atrocidades que cometeu e comete no mundo sob variegados matizes (não só nas Gulagas de Stalin, não Senhor) e sim como ele é capaz de seduzir incautos com base em utopias excêntricas e sofismas.
Assim como Pappe você desconhece os fatos envolvendo Israel, os judeus e os árabes ou os distorce propositadamente, aliás, algo muito comum na ideologia marxista e não me surpreende em nada; na verdade você insiste em abordar a questão de modo genérico, abstrato tal como Ilan que não conseguiu um indício de prova sequer a corroborar com seu besteirol ideológico anti-Israel. Ideológico porque a insurgência de Ilan não tem base fático-histórica, de modo que ela só pode se dar mesmo no campo das idéias, ou melhor, no centro de o seu devaneio marxista!
Assim, mostre-me o seu abstratismo e subjetivismo da questão e eu lhe darei os fatos e ao final veremos quem tem razão; mas não se esqueça: “É preciso honestidade intelectual e moral para uma reflexão desapaixonada e neutra das coisas…”:
1. Os israelitas habitaram na Terra de Israel desde o ano 1466 antes de Cristo até o ano 70 depois de Cristo, quando foram expulsos da sua terra violentamente pelo Império Romano, que destruiu o Templo dos Judeus em Jerusalém e destruiu a cidade de Jerusalém. Posteriormente, no ano 132 d.C., os judeus tentaram se libertar do Império Romano, mas foram derrotados pelo Império Romano, no ano 135 d.C., e então foram expulsos novamente do sua terra, e foram espalhados entre as nações (diáspora) e o Império Romano mudou o nome da Terra de Israel para Palestina como vingança.
2. A palavra “Palestina” é simplesmente uma designação genérica para a terra de Israel, criada pelo imperador romano Adriano. Adriano era um inimigo ferrenho dos judeus. No ano de 135 d.C. ele sufocou a revolta dos judeus sob a liderança de Bar-Kochba. Seu alvo era acabar definitivamente com a memória de Israel e de Jerusalém. Com essa intenção, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aelia Capitolina”. À terra de Israel ele deu o nome de seus inimigos mais ferrenhos, os filisteus: Palestina.
3. Com toda a franqueza ( e “É preciso honestidade intelectual e moral para uma reflexão desapaixonada e neutra das coisas”), Zuheir Mohsen, um dos mais importantes representantes da OLP, admitiu e confessou em 1977 o abuso praticado com o nome dos árabes que vivem na “Palestina”:
“Não existe um povo palestino. A criação de um Estado palestino é um meio para a continuação de nossa luta contra Israel e em prol da unidade árabe… Mas na realidade não existe diferença entre jordanianos e palestinos, sírios e libaneses. Todos nós fazemos parte do povo árabe. Falamos da existência de uma identidade palestina unicamente por razões políticas e estratégicas, pois é do interesse nacional dos árabes contrapor a existência dos palestinos ao sionismo. Por razões táticas a Jordânia, que é um país com território definido, não pode reivindicar Haifa ou Yaffa. Mas como palestino eu posso exigir Haifa, Yaffa, Beersheva e Jerusalém. Entretanto, no momento em que nossa soberania sobre toda a Palestina estiver consolidada, não devemos retardar por nenhum momento a unificação dela com a Jordânia.”[Israel oder Palästina?, Rudolf Pfisterer, Brockhaus, p. 141].
4. O povo palestino é enganado, explorado e usado como massa de manobra contra Israel. Nessa terra simplesmente viviam árabes cuja origem era, em sua maioria, síria e libanesa, mas nela também viviam judeus.
5. A Margem Ocidental do Jordão e Gaza estavam sob domínio árabe de 1948 a 1967, ou seja, nas mãos de jordanianos e egípcios. Se naquela época houvesse uma “questão palestina”, como a conhecemos hoje, por que não lhes foi concedido um Estado quando essa região estava sob domínio árabe? Simplesmente porque os “palestinos” nunca foram reconhecidos como um povo autônomo, mas sempre foram considerados árabes jordanianos, sírios ou de outras nacionalidades!
6. O nome “palestinos” surgiu a partir de 1964, quando o Alto Comissariado da Palestina solicitou à Liga Árabe a fundação de uma Organização Para a Libertação da Palestina (OLP). O semanário egípcio El Mussawar escreveu a respeito: “A criação de uma nação palestina é o resultado de um planejamento progressivo, pois o mundo não admitiria uma guerra de cem milhões de árabes contra uma pequena nação israelense.”[ Israel oder Palästina?, Rudolf Pfisterer, Brockhaus, p. 140].
7. Antes de 1964 os moradores da “Palestina” ainda eram chamados de “árabes”. Em 15 de maio de 1948, quando sete exércitos árabes atacaram o recém-criado Estado de Israel, os árabes da Palestina foram convocados a deixarem temporariamente a região colocando-se em segurança até que Israel estivesse aniquilado. Foram os próprios países árabes que animaram os palestinos a saírem dali; eles não foram expulsos pelos israelenses. Em torno de 68% deles partiram sem jamais ter visto um único soldado israelense. Um refugiado palestino resumiu a questão com as seguintes palavras: “O governo árabe disse-nos: ‘Saiam para que possamos entrar.’ Assim, nós saímos, mas eles não entraram…”.
Só pra finalizar esta introdução sobre o assunto, indago a você: por que em Israel há mais liberdade de expressão que em Cuba e Venezuela marxistas? Por que em Israel pode haver mesquitas, igrejas cristãs, e há liberdade religiosa ao passo que nos paises árabes em sua esmagadora maioria, não? Quem é, então, o opressor?
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David Goldberg:
April 21st, 2010 at 9:29 am
Nas suas argumentações absolutamente tendenciosas e beirando ao fascismo
o sr propositadamente ignora alguns fatos básicos
1 – O sr deve se lembrar que se não fosse o Exército Vermelho os campos de concentração não teriamm sido liberados e Hitler teria ganho a guerra e o sr bem como todos os judeus do mundo não estariam aqui para comentar nesta revista. Portanto foi graças aos comunistas que o nazi=fascismo foi derrotado na europa.
Cuba antes de fidel era o quintal dos americanso milionários e paraíso da prostituição e cassinos,enquanto o povo cubano morria de fome e era torturado nas prisões de Fulgencio baptista.
1-A Alemanha nazista de hitler foi totalmente financiada pelo política criminosa de Estados como os Eua e Inglaterra que financiaram Hitler com o unico objetivo de fazer a guerra com a URSS e com isso acabar com o ‘perigo comunista”.
sr ja observou a miseria nas favelas ou nas ruas do Rio?Já observou que quando chove só morrem pobres?Por que será?A natureza odeia a pobreza tal como osr?Não creio.
Só isso foi responsável pelo exterminio de 6 milh[oes de judeus em campos de extermínio sendo 1 milhão e meio de crianças.
Por que o sr não cita Hitler,um produto do Capitalismo que o sr tanto defende?
Foram mortos cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo e o sr prefere falar de Chavez e Fidel?(sic)
2-O Capital é responsãvel ATUALMENTE pela colocação na miséria e desesperança e morte de cerca de 2 bilhões de pessoas em todo mundo.
3-A cada minuto morrem cerca de mil e quenhentas crianças vítimas da desnutrição em países explorados há cerca de 300 anos,enquanto a midia fala dos problemas de passageiros sem poder viajar na Europa.
4-A China é hoje a nova potencia economica do mundo saindo de um estado em que seus cidadaos sequer podiam andar nas calçadas onde os ingleses andavam.
5-Foram os judeus comunistas que lutaram bravamente contra os nazi-fascismo e que depois lutaram em israel.incluindo Golda Meir que morava num kibutz,cujo alicerce é baseado em Marx.
6-Por que o sr ignora Pinochet,Videla,etc todas de inspiracao capitalista e servindo de interesse as politicas exploratorias do capitalas ditaduras militares em todo o Cone sul onde milhares de pesoas foram torturadas e mortas incluindo-se aí vários judeus?
7-Esqueceu o sr do Vietnam tb?Onde 2 milhoes de pessoas foram mortas pelas bombas de napalm?
9-Por ultimo sugiro ao sr ler mais e se informar melhor sobre os propositos de marx,Lenin e sobre um dia podermos ter um mundo sem classes e sem miséria.Ler faz bem a saude mental
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selmo gliksman:
April 24th, 2010 at 10:43 am
Qualquer poder seja de esquerda comunista ou capitalista que usa o eufemismo de ‘democracias liberais’ são instâncias repressoras. O capitalismo desde seus primórdios é notório devastou o planeta e dizimou – assim como stalim e todos os déspotas comunistas – milhões de pessoas e só uma minoria como certamente o sr. milton, eliezer e david desfrutam das benesses do capital. Com certeza esses senhores têm seus planos de saúde e moram em casas boas e comem bem e seus filhos frequentam escolas decentes.
Porém os dois primeiros parecem se negar a incluir hitler – e mussolini – como terríveis dépotas e sanguinários que a direita criou e – é preciso engolir quietinho esse triste fato histórico – com a conivência e complacencia – da comunidade judaica inglêsa e norte americana que se cagavam de medo assim como os capitalistas não judeus do carrasco comunista stalin. Enfim, o feitiço virou contra o feitiçeiro e milhões de judeus pereceram.
Que o neocolonialismo sionista tomou na marra a palestina de outro povo que ali vivia – em paz juntamente com a comunidade judaica há décadas – é também fato consumado e documentado.
O Prof. Pappe seja de esquerda ou direita e é preciso reconhecer – um judeu honroso e corajoso – colocou sua carreira academica e vida em israel em jogo e documentou DIREITINHO – para quem se der ao trabalho de constatar em suas trezentos e poucas linhas que os judeus sionistas – é preciso fazer essa distinção aos antisemitas de plantão – de fato enrabaram e o fazem até a presente data o povo que ali vivia há milenios. Até o próprio israelense como tenho verificado vem se preparando – como muita dificuldade é verdade – para aceitar essa responsabilidade, essa mancha em sua recentissima história como condição sine qua non para qualquer diálogo e acordo de paz futuro entre os dois povos.
Seja palestino ou judeu o Estado é sempre repressor e predador e deve desaparecer. O resto é discussão para saber quem trucidou/trucida menos, quem oprime menos, quem é mais ou menos reacionário…enfim.
“Dentro de cada pequeno burguês como os ilustres missivistas – ou diria eu comunista também – habita um pequeno fascista” pronto para botar as manguinhas de fora…não nos iludamos.
Michel Foucault
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Prezado David Goldberg:
Sufragada a questão inconteste de que o revisionismo de Pappe não resiste aos fatos e aos argumentos históricos tais como se deram, vindo, assim, por água abaixo tão rapidamente; passemos, então, ao seu peculiar revisionismo em relação ao marxismo:
1. Inicialmente, ainda bem que não estamos em Cuba, Venezuela, China, Coréia senão eu já estaria em algum “gulag”, preso por minhas opiniões. Você é a prova viva disso e de que o marxismo é maligno em essência, mormente se bastou se deparar com opiniões contrárias ao seu sacro-santo e intocável marxismo para taxar minhas argumentações de fascistas… Se o PT deixar e se Deus assim quiser esse país continuará livre, ao menos do ponto de vista da liberdade de expressão! Viva a liberdade!
2. É falaciosa a argumentação de que não fosse o exército vermelho ter “liberado” os campos de concentração os judeus não estariam aqui… Veja como rui um sofisma: disseste bem: “liberados” e não libertados! É que o exército vermelho assim como os outros que compunham os aliados, inclusive os EUA, NÃO TINHAM IDEÍA DA EXISTÊNCIA DA SOLUÇÃO FINAL em tais campos até tropeçarem neles; ou seja, a liberação de tais campos pelo exército vermelho se deu acidentalmente e não como algo adredemente planejado como se daria em uma libertação, onde a vontade e o objetivo de fazê-lo estaria presente, eis o divisor de águas entre “liberar” e libertar. Não se liberta algo de que sequer se sabe de sua existência e isso do âmbito dos exércitos aliados.
Ademais, a liberação se deu pelo exército vermelho dentro do contexto de aliado, ou seja, qualquer exército ou milícia teria liberado os campos naquela altura da guerra. Os EUA liberaram Mauthausen-Gusen, apenas um exemplo.
Os judeus não devem nada ao exército vermelho, portanto. Foram liberados porque os aliados venceram a guerra e venceram também o tão odiento nazismo como o é o comunismo.
3. Aliás, já que “ler faz bem à saúde mental”, vejamos o tratamento soviético dado aos judeus:
- Em 1919, a Yevsetskyia soviética desmantelou as sedes dos partidos sionistas em Moscou e Petrogrado, fechou seus jornais e prendeu seus membros. No ano seguinte o Congresso Sionista Russo foi fechado pela Yevsetskyia e pela Cheka (polícia secreta comunista). 75 membros foram presos no local e milhares de membros foram presos por “atividade contra-revolucionária e compactuação com os interesses da burguesia Anglo-Francesa para restaurar o estado da Palestina”;
- O Partido Comunista, sob a liderança de Stálin, estabeleceu que cada minoria dentro do território russo teria um lar, uma língua e uma cultura próprias. Considerou-se que a língua dos judeus russos era o Yidish e iniciou-se uma supressão ao Hebraico. Jornais deixaram de ser publicados, livros foram retirados de circulação. Isto se deveu também a uma tentativa de secularizar a educação que começara com Lênin, impedindo o uso do Hebraico;
- Após o fim da Guerra, a situação continuou tensa. A URSS votou a favor da partilha da Palestina em 1947 e foi o primeiro país a reconhecer o Estado de Israel, mas isso porque acreditava que as lideranças de esquerda (Mapai, por exemplo, de Ben-Gurion) viriam a alinhar-se com a União Soviética contra a influência inglesa na região. Mais tarde, a URSS passaria a apoiar as nações árabes e isso é assim até hoje;
– Seguiu-se, já em 1948 ( Ano do surgimento de Israel como Estado) intensa propaganda do estado contra os “cosmopolitas sem raízes”, muitas prisões de intelectuais judeus notáveis e supressão da cultura judaica. Em 1952, na noite do dia 12 para o dia 13 de Agosto, num episódio conhecido como Noite dos Poetas mortos, treze importantes poetas, escritores, atores e outros intelectuais judeus foram mortos pela gloriosa mãe russa;
- Em 1953 surgiu mais um problema, A Conspiração dos Médicos. Stalin afirmava que havia uma conspiração para assassinar as lideranças do Partido Comunista através de envenenamento, que seria levado a cabo por aqueles que ele chamava de “burgueses nacionalistas judeus corruptos”. Esta maquinação de Stalin iniciaria uma nova onda de prisões e execuções e na deportação em massa dos judeus.
Assim, a União Soviética e agora a URSS sempre foi inimiga de Israel, não havendo que se falar em espécie de salvação de judeus pelo sanguinário, estuprador até de crianças que foi o exército vermelho;
4. Hitler não pode ser fruto do capital já que se fosse haveria um Hitler em cada governo capitalista; ao contrário do marxismo que produz um déspota em cada governo seu. Captou a diferença? Não dá pra sustentar mesmo essa fantasia de que o capital forjou Hitler…. É muita ingenuidade para pouca boa fé… É que os fatos dizem exatamente o contrário: é o comunismo quem tem forjado déspotas cruéis pelo mundo afora! Contra fato não há mesmo argumento, só fantasia. Fantasia marxista.
5. Deixa eu te dar uns exemplos do fruto do capital: automóvel (você possui um?); a propriedade privada (você tem ou deseja para você e seus filhos?); a TV colorida (você tem uma?), o telefone celular (você possui um?), o computador, a internet, o cinema, o avião, Shopping Center (já foi a algum?), o Mac donalds, o Habibs (já comeu tais produtos do capital?); brinquedos revell ( já brincou com um fruto do capital desse?); banco e instituições financeiras (possui conta bancária, cartão de crédito, fez empréstimos para si ou para o capital de giro de empresa?) , as hidrelétricas ( na sua casa tem energia proveniente desse fruto do capital?), as usinas nucleares; a tecnologia hi tech ( e viva Israel), o avanço da medicina, o viagra, a mecanização da agricultura, o bio combustível (tem carro flex?); a dessalinização do mar; até as armas que os russos fabricam também, que os chineses e coreanos utilizam para fuzilar com um tiro na nunca prisioneiros; o que mais?
6. Atenção proletários uni-vos! Ora, marxista que é marxista não pode usufruir de tais produtos do capital! Ou pode? Ah! Será que cospem no prato em que comem? Mas que ideologia é essa que não vive o que prega!
7. O comunismo, sozinho, matou mais de 200.000.000 de pessoas e continua a matar mundo afora, ou seja, bem mais que o número que você citou como atribuição ao “capitalismo” (que bobagem…) e a China só prosperou porque abraçou ao capitalismo! Fato ou ficção? ( Ah! Você tem TV por assinatura, assiste ao fruto do capital “animal planet” ?).
8. A diferença entre capitalismo e marxismo pode assim ser resumida: o primeiro pode ser utilizado pelo e para o bem ou para e pelo mal. Já o segundo só pelo e para o mal!
9. Eu gosto dos pobres que conheco, mas não gosto da pobreza! É isso que vocês marxistas não compreendem!
10. Quanto à questão das favelas, miséria no Rio de Janeiro e etc., faço minhas as palavras do Senhor Jesus Cristo que assim respondeu a Judas Iscariotes (o ladrão e traidor) há dois mil anos:
Evangelho de Mateus 26: 11: “Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes”. É o caso do marxismo. Eis a questão!
11. Li os propósitos de Marx e posso enumerá-los um a um, mas fica para a próxima para não ficar muito extenso.
12. Só para descontrair, confira as gatas israelenses da IDF (ouça a música, também é linda!):
http://www.youtube.com/watch?v=QThCBuzVJEQ&feature=related
Obs. Beijo todas elas!!!
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david goldberg:
April 25th, 2010 at 12:17 am
Segue resposta mas por enquanto como vc fez menção ao vídeo das gatinhas israelenses…
Bem o vídeo é bem breguinha não? coisa mais kitsch milton….rs…mas tudo bem gosto não se discute e elas são uma gatas realmente mas é triste ver aqueles rostinhos lindos que não enfrentaram exércitos regulares, que atiram e intimidam um menino ou uma senhora de idade palestinos nos check points, que em vigília pelos territórios ocupados podem atirar e intimidar um menino palestino simplesmente por ele olhar ‘atravessado’ para ela soldado/a.
Triste ver elas empunhando AR 15s ou Kalachnikovs 16 maiores que elas. Gostaria de vê-las encarando um exército regular de verdade ao invés dos cargos burocráticos q hoje assumem e bancando as machonas com a população civil palestina atirando em meninos que nem “armados” de estilingues estão….como se somente isso justificasse atirar com balas de verdade. Eu sei disso porque lá eu estive meu caro!
É deprimente ver essas gatinhas fazendo tratamento depois ou durante o serviço militar por problemas mentais entre eles a depressão. Procure que vai encontrar um documentário mostrando soldadas com depressão e crises nervosas por terem atirado em inocentes! Eis o depoimento de uma delas: ” enquanto dentro do jipe blindado nós fazíamos uma ronda por uma das ruelas ( não me recordo a cidade ocupada agora) um menino dos seus 17 anos me olhou com cara de deboche..eu saltei do jipe – claro que protegida pelos colegas soldados – e o obriguei a se despir na minha frente…logo depois eu o fiz correr com disparos e ” sem querer” as aspas são minhas eu o atingi”..enfim…Se vc procurar – aliás reprisou outro dia no GNT – vc encontra..e pelo amor de deus senhor milton o documentário não era anti semita não tá? Enfim em israel eu tive a oportunidade de atender algumas meninas recém saídas da tzava ou ainda servindo com sérios problemas mentais e as razões não eram simplesmente o serviço militar mas coisas não muito bonitas que elas fizeram durante o “serviço” militar…Alguns refusiniks se recusaram – como o nomer já diz – a cometer essas arbitrariedades e foram devidamente condenados a prisão mas muitos daquelas/es que não o fizeram pagam um preço altíssimo – suas conciencias – em surtos, depressões etc. Muito triste. Tive de receitar muito antidepressivo no kupat holim aquelas meninas bonitinhas…fora os inúmeros casos de itabdut (suicídio) que ocorre dentro dos acampamentos militares…é verdade nem sempre pelas causas que citei acima. Veja se encontra dados e o documentário para ver se estou inventando assim como o inventário do Prof Pappe que você não se deu ao trabalho de ler..claro são mentiras sujas de um comunista maldito!! Me envie algo mais interessante para descontrair.
Quanto as maravilhosas bugingangas e gadgets que o capitalismo inventou mas que eu não tenho o mesmo sentimento de desbunde e deslumbre que o sr. ainda que eu faça uso de alguns deles..a que preço hem??!! Quantos operários não deram o tempo de suas vidas por um salário miserável para que nós aproveitemos esses confortos hem sr milton…é pena que muitos operários não possam usufruir como eu e o sr, dessas maravilhas não!!?? Mas claro que para o senhor podemos encontrar razões para a miséria material na bíblia, muito conveniente. Ah! aliás – apesar de não ser PT nem lulista – muita gente pobre hoje no brasil, reconheçamos, tem acesso a essas “maravilhas” graças ao Lula não!!? ou estou errado? Bem citar trechos da bília não combina com um capitalista empedernido..Recomendo “Protestantismo e Capitalismo” de Max Weber( não se intimide, é Max e não Marx..rs) para podermos conversar mais sobre esse tópico da religião como escudo para subjugar e submeter os povos do século XVI / XVII para cá. A religião é sempre usada para oprimir e se for para fazer algum uso da bíblia prefiro as citações da teologia da libertação que – apesar de eu não ser comunista – são mais coerentes e honestas com os textos sagrados pois lembram que o Cristo buscava um tipo de irmandade, amor e fraternidade muito mais afinadas, coerentes e compatíveis com a teoria marxista – mesmo com seus imperdoáveis e terríveis erros – do que com o capitalismo. Citar a bíblia e ao mesmo tempo omitir os crimes que se cometeram em nome do capital é o cúmulo do cinismo mas …fazer o que..Não digo nada de novo, nada de original..todos que pensam e leêm um pouquinho e tem a coragem da autocrítica honesta sabem dessas coisas mas é sempre bom lembrar…
Desculpe mas sobre Hitler e o capitalismo as “minhas” considerções são consagradas por pensadores hoje – de direita ou esquerda..e não se discute mais sobre – entre outras razões – o que e quem o ajudou a chegar ao poder. Assim como Bush e a europa – que venderam material químico e ajudaram sadam hussein a galgar o poder com Hitler não foi diferente mas admitir isso é muito desconfortável não? É melhor chamá-lo de louco e fica porpor isso mesmo.
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Errata: onde se lê ” e… agora a URSS”, leia-se RÚSSIA.
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1. Você é muito exigente. O vídeo na verdade traz meros slides domésticos com uma música ao fundo, nada mais. Nada profissional. Nada feito em estúdio, obviamente.
Um detalhe apenas: você se engana em relação às armas. Trata-se de “CAR-15” (Colt Automatic Rifle-15 Military Weapons System) e o M-16.
2. Ao contrário de você, eu não gostaria de vê-las (“as gatinhas”), enfrentando exércitos regulares, prefiro vê-las no serviço burocrático e nos check points úteis e necessários, aliás, sem os quais, os famigerados homens bombas árabes há muito teriam trucidado a população israelense (homens, mulheres, idosos e crianças).
Uma informação: você precisa ir mais a Israel, já utilizam o boash, uma arma não letal.
3. Os excessos existem em todos os exércitos por uma razão muito simples: são compostos de seres humanos falíveis. Agora, sejamos honestos: Israel apura e pune os excessos quando provados. Mas isso não ocorre em relação ao Hamas, Hesbola (agora oficializado nas forças armadas libanesas) e muito menos no inescrupuloso exército vermelho, seja Chinês, Coreano do Norte e Rússia! Não têm moral para isso. A moral deles é a de Marx, Stalin, Pol Pot, Mao, Fidel …
4. Não me deslumbro com coisas materiais, nem com diplomas, conhecimento, cultura e tampouco com ideologias – caso que não acontece com os marxistas, verdadeiros ululantes deslumbrados com utopias, fantasias e mentiras que o comunismo prega! Mas a questão não são as bugigangas do capital. Esse nunca foi o foco da questão. A questão é: marxista desse o porrete no capitalismo, vive elucubrando e divagando sobre os coitados dos operários e de um tal de igualitarismo contraditório ao tempo em que não abrem mão das benesses e confortos desse mesmo “pernicioso” capital – eis a questão: veja o Zé Dirceu; a Land Rover do Paulinho Pereira, a empresa de telefonia e as fazendas do Lulinha e de seu pai (será que possuem empregados, pobres operários?) E as fazendas, será que o MST as invade? Entendeu? Esse é o “x” da questão. E o que dizer dos operários chineses!
5. Quanto ao “PT” e o acesso “às maravilhas”; é necessário não se alienar: a única coisa boa que o PT fez foi nada fazer! Ainda bem que não mexeu na economia! Eis a questão. Medidas tomadas ainda pelo então igualmente corrupto Collor (abertura de marcado, por exemplo) ainda dão seu frutos até hoje amadurecendo… Nada de obra e graça do PT! Não me venha com essa! Sejamos honestos. Agora, por outro lado, o vale Jetiquinhonha continua lá, miserável e mais miserável ainda e Salvador também e a Região Norte e Nordeste mais ainda. O trabalho escravo cresceu. Crianças se prostituindo em troca de comida também. E o PT fazendo sabe o quê? Lutando pelo vergonhoso PL 122, criando no país verdadeira casta – aliás, seguindo a cartilha marxista a respeito!
6. Religião. “O ópio do povo…”, não é? Eu sempre disse que religião mais separa os povos do que os une. Isso é fato. Acredito mais na necessidade de sermos espirituais que religiosos! A diferença entre uma e outra coisa é gritante. Contudo, não se pode negar que na “A ética protestante e o espírito do capitalismo”, Weber expõe com muita propriedade um fato inconteste de que o calvinismo contribuiu para a promoção do moderno sistema econômico. Aliás, é bem visível que os países de origem protestante são melhores sucedidos, melhores estruturados, são mais modernos e mais justos que os demais.
7. Hitler não era mesmo louco. Agora, loucura é atribuir ao “capital” às mazelas de Hitler. Ora, o que a “supremacia da raça ariana” tem que ver com o capitalismo? O que o anti-semitismo e a solução final tem que ver com o capitalismo? O que o ideal de um Reich de 1000 anos tem que ver com o capitalismo? Os marxistas são assim mesmo confundem alho com bugalho e de propósito. E não há problema algum em admitir as mazelas de Busch, Europa, EUA, de quem quer que seja! Não Sr. A questão aqui, volto a repetir: o capitalismo pode ser utilizado tanto para o bem, quanto para o mal; já o marxismo: só para o mal.
8. Bíblia e Teologia da Libertação: nada têm em comum! Absolutamente nada! É a famosa “forçassão de barra” dos socialistas: distorcem tudo e a todos a exclusivo talante de sua aberração ideológica. O Senhor Jesus Cristo, pra começo de conversa, não fazia política! Se alguém inseriu Jesus na política foi o marxista Lula que disse que Jesus teria feito aliança até com Judas! Arre Égua! Os comunas querem distorcer a idéia da solicitude, do amparo e do amor para tratar da dialética marxista das “relações”, à luz do método Paulo Freire, para construir uma sociedade materialmente igualitária, isto é, sem classes sociais…
9. Ademais, em uma análise meramente perfunctória das Escrituras, ver-se-á que nelas nem de longe existe a igualdade do ponto de vista marxista: não existe igualdade entre os anjos: Miguel é arcanjo, Gabriel “apenas” um anjo mensageiro. Lúcifer foi criado o mais perfeito entre todos os anjos. Deus firmou uma aliança perpétua com Abraão e os seus descendentes por meio de Isaque e não com Ismael; não com os sumérios, não com os caldeus… Nem na natureza existe a tal igualdade… A vida é dura meu amigo. Quer moleza? Só empurrando minhoca no asfalto. Aliás, moleza é tudo o que marxista quer. Quer exemplo? Lula, Zé Dirceu, o pornográfico do déspota Coreano. Fidel com o seu uniforme “Adidas” e assim vai.
Logo, essa história de coitadinhos dos empregados, que peninha do pobres não convence, não passa de demagogia e das piores, o marxismo está para os pobres assim como água está para o óleo.
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errata: onde se lê “desse o porrete”, leia-se “desce o porrete”.
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